Poesia sobre Beleza
No som da natureza, na beleza da madrugada, dormindo em seu leito, uma mulher amada, no silencio das noites, no açoite do vento, é a musica de Deus pra fazer seu acalento.
Nos jardins florescendo com tanta beleza, vão crescendo flores e espinhos na natureza. Nos amores vemos a sensibilidade de um olhar de carinho, onde floresce flores e esquece espinhos.
Na beleza de uma mulher, na sensibilidade de uma flor. No céu, no mar ou no rio, faça frio ou calor, vemos, pela nossa fé, ação do Deus criador.
Nunca despreze os pequenos. O grande rio, só é grande em sua beleza e correnteza, porque em seu grande feito, recebe gentilmente em seu leito, o pequeno rio afluente, para juntos formarem uma grande corrente.
Em noite fria ou dia quente, a natureza todo dia encanta a gente, e me traz a beleza de Deus na mente.
Deus está, na braveza do mar, na calmaria da bonança, na beleza da natureza e na pureza de uma criança.
Deus está na força do vento, na canção do acalento, na beleza de um passarinho e na delicadeza de um carinho.
Iracema lábios de mel, minha dor de amor, minha loucura, meu coquetel de doçura. Beleza nativa e olhar de lampejo, que rouba meu coração, ativa minha paixão e desejo.
Neste mundo de tristeza com façanha de guerra e terror,nem percebem a sua beleza e há quanto tempo que você não ganha uma flor.
Hoje rainha da vez, na beleza e bajulação do trono, amanhã talvez na tristeza e solidão do abandono.
Todo mundo diz que sabe, e diz ter certeza do que diz, falam de beleza e frutas gostosas, mas ninguém fala da raiz que sustenta a bonita árvore frondosa.
Sempre vai ter alguém que não vai conseguir enxergar sua beleza e seu valor. Nunca seja refém da língua dos outros.
A cada dia, todo dia, tem vida humana que se encerra, que se despede da terra, sem ver sua beleza, não se importa com a natureza, com o nascer do sol, insensível a um arrebol.
Eu vejo Deus na natureza, no sistema solar, na braveza do mar, na leveza do amor, e na beleza de uma flor.
Não entendo o ser humano que não vê a beleza no cotidiano. Vive reclamando constantemente, não está vivente só vegetando.
