Poesia que Falam de Paz
A paz genuína é àquela que sentímos no olhar dos que a encontraram dentro, essa multiplica-se no infinito e silencioso compartilhamento.
Há que graça corrigir mãos; tra-balho, amor, paz e compreensão...Essa di-graça; dada pela dor é ilusão; trabaiá é tão bão.
Quando fico a te observar (sinto sua dor) sabendo entretanto, que seu árduo trabalho te trará a paz com a mesma intensidade com que internamente se doou!
Sonhamos acordados pra dormir em paz, vivendo e observando tantos dias se concretizar, nas alegrias do estar.
Cospe seu lixo pra que o sistema acomode as sabedorias em luz, pra caminhar pela paz, que à todos conduz.
Quando falares de paz tenha em mente que (à) reunião em ações; o conhecimento dado a esse mundo não é essência para dar vida; (embora) contenha uma grande carga de responsabilidade para quem o consegue conduzir.
Nas portas das triagens espro ti encontros de paz, sem precisar nosso ver, pra ti desejando um belíssimo viver.
A essência da paz pra se prosseguir é mundial, de um dia individual, às alegrias de nossos duetos em dual.
Deixe o programa alheio em paz, porque quem tá regendo o corpo, normalmente não é o dono, coisas do sono.
Teu elogio me fez doer e, o, desprezo, um dia me fez amortecer, faço sempre paz no obedecer, quem sou eu e quem é você.
Houve uma época em que se encontrar no darma, era sempre uma necessidade amamantíssima, paz solitária encontra conforto solidário.
De vez enquanto precisamos descer pra reformar nossos extremos, assim podemos alcançar nossa paz, sem precisarmos preocupações que fogem pelas percepções, ainda de caminhantes menores.
Que seu caminho seja repleto de cores, flores, perfumes e amores, que suas mãos tragam paz por onde passar e, que, os ventos acalmem seu lar, como brisa cintilante reclinando o bem estar.
Há, tua poesia, não é uma invenção absorvida ,ou uma inversão de partida, é paz acolhida, é, tempo dê vida.
Alegria é essência que independe de alguém é, celebração, na paz nascida, da luta sem guerras, sem nomes,e, sem causas, notada sim do efeito das rotações e transições, percebida por necessidade, pela satisfação do trabalho árduo originário.
Puxas dás cabo e nada destrói, quem reconstrói, não comigo está, e caminha na paz, sem a nada precisar do esperar.
Aqui não se mata pra ninguém nascer, simplesmente diz em maia, e, tudo na paz de jáis pelo renascer, pois, ninguém nessa terra rasteja pelo sobreviver.
Todos podem ir e vir, a qualidade do passeio, é sempre percebida pela paz nos movimentos, e, livramentos dos meios.
Uma grande paz e sentir o homem que olhamos, por acaso, e trazendo dentro de nosso olhar, uma luz que nos diz é ele.
