Poesia Felicidade Fernando Pesso
Quanto mais sabemos da Verdade, menos deveríamos falar... O Silêncio é para muitos, enquanto a Sabedoria agrada a poucos.
Um Guerreiro após suas conquistas entrega a espada que é sua vida. O Poeta após a passagem pelo plano terreno oferta a poesia que é seu sangue em Vida.
A diferença entre um homem safado e o Homem, Safado... Está na qualidade das rosas que são oferecidas.
Nunca saberemos quando o “Tudo” preencheu nossas vidas, até nos encontrarmos na linha inicial do destino...
Deixei de ser humano quando dei o primeiro beijo... Comecei a morrer quando aprendi a amar além do espelho.
Se ficarmos apenas olhando, não conseguiremos observar a distância que há entre nós... Seres Humanos.
Quando estamos sem rumo vale até pegar ônibus errado para ver se o atalho nos leva ao destino certo.
A fumaça que amanhã atravessará o pico mais alto da montanha deixará apenas como lembrança o apito do trem.
Aos que fazem uso diariamente da falsidade seria melhor que tivesse nascido embatucado para não desperdiçar palavras.
Estranho não é uma pessoa que não conhecemos. São comportamentos de pessoas que nós pensávamos conhecer muito bem.
Ele construiu toda a riqueza e a maravilha da natureza com o mais puro de todos os sentimentos, o Amor. A música da Gratidão será regida por nossos corações.
O Homem é um lago com águas aparentemente tranquilas e detentor de grandes segredos no seu interior.
O Silêncio vazio é uma alcova impura... O Silêncio cheio de pensamentos altruísta eleva o Homem ao Novo Mundo.
Fechar os olhos não significa morrer... A morte foi criada pelo Homem para dar fim ao algo que nunca entendeu.
A Consciência é uma prisão de segurança máxima para os maculados... Novo Horizonte para os Ilibados.
Em meio as tempestades não tenhamos medo da chuva que ajuda o solo criativo, mas aos trovões que ecoam no coração surdo.
O que escrevo e o que vivi são fatos indeléveis, mas sempre com uma nova oportunidade a cada manhã... Coração de Tinta.
Para cada novo Ser Humano que nasce, dele é retirado uma costela de inveja que toma forma e conteúdo contra seu próprio criador.
