Poesia Felicidade Fernando Pesso
O humanismo do século XIV fora uma corrente filosófica que colocava os seres humanos como os mais importantes numa relação ou escala de prioridades, no centro do mundo. Foi através do movimento humanista que surgiu o Renascimento.
A ideia axiológica de um ser inteligente criador é unânime praticamente em todo ser humano. Pois Ele é inexorável ao ateísmo. Quem crer “busca” aceitar e se rende, quem não “evita” mimetizando-se nos ateísmos.
Evidenciar terminologias “desconhecidas” ou jargões técnicos, sem clareza semântica, revela que tal homilética não cumpriu sua função e aplicabilidade.
Que a paz não seja apenas nos sinais externos convertidos em ação, mas que seja um sinal interno transformado pelo coração!
A filosofia do mundo diz que a esperança é a última que morre; A do cristão nunca mudou, na verdade, na ótica cristã, nossa esperança está em Cristo! Logo, nunca morrerá! Pois já morreu e ressuscitou!
Analfabetos funcionais são incapazes de serem altruístas, pois são idiotas! Só conseguem ver a si mesmos!
O cristão maduro busca convencer ou persuadir equilibradamente quem está equivocado; mas o pseudocristão procura converter ou dissuadir psicologicamente quem está certo. O 1º dialoga, o 2º discorda ! O 1º se preocupa contigo, o 2º consigo! Uma coisa é certa, é melhor ser convencido do que ser enganado!
Qual a definição de amor? Bem, antes de qualquer coisa, temos que entender que a definição de amor no nosso idioma não é imprecisa, limitada ou mesmo resumida; na verdade são várias definições para um só termo, pois foram condensadas em apenas uma palavra a diversidade de tipos de amor. Os gregos antigos reconhecem sete tipos de amor; dos tais, quatro estão contidos nas Escrituras. (Se conhecidos, talvez isso explique os porquês das decepções)
Se "todo cristão" tivesse o mesmo ímpeto político na mesma proporção do evangelho, talvez o evangelho fosse visto com mais seriedade e não houvesse tanta apostasia!
A maior realização desta vida, para o cristão, não seria nem estaria em bens materiais, posições sociais ou formações intelectuais, mas somente Nele nosso redentor. Já que a criatura se realiza no Criador.
Sonhar é nutrir o terreno das esperanças, é o âmago da vida e a essência que nos faz crescer e ser; é, sobretudo, tornar possível o intangível e nunca envelhecer!
Estamos tão desacreditados dos nossos governantes e suas políticas que o cenário brasileiro é unânime em declarar que não votaria em lulinha, mas votará em nulinha!
Cogito eu na insignificância dos meus saberes que o visível revela o invisível. Que é a partir do finito observador que conhecemos o infinito idealizador! Logo, é através da criação que conheceremos o criador.
Sabemos que não somos, não podemos nem temos, mas temos um Deus que é, que pode e tem! Então, não desista de querer vencer, ou mesmo desista de querer desistir!
A verdadeira exegese consiste em entender os conceitos de denotação e conotação para não dizermos o que não foi dito pelo autor ou falar o que o autor não quis dizer. Isto é, a interpretação adjuntiva de causuísmos carrega, em si, o sentido eisegético.
Além do seu status de Escritura Sagrada, o Novo Testamento é uma magna obra literária das mais cativantes e valiosas por si só, um genuíno objeto digno de estudos intensos e incessantes. Quem estuda ou examina pode acreditar que nunca ficará só!
As figuras de Linguagem presentes, especificamente, na Literatura do Novo Testamento, foram utilizadas pelos escritores, propositalmente, para tornar a linguagem mais rica, clara e significativa; mantendo, assim, seu espírito vivo.
Podemos analisar o grau de importância que é a utilização das figuras de linguagem; elas podem expor ou revelar desde os aspectos históricos ou culturais até a sensibilidade do autor.
Qual a funcionalidade das Figuras de Linguagens na Bíblia? As figuras nos revelam ou mostram múltiplos aspectos do pensamento da linguagem no âmago figurativo-frasal-linguístico.
O eufemismo procede quando pretende encobrir determinadas expressões e/ou certas palavras pouco decentes, usadas, ora menos agradáveis, ou, até mesmo, mais grosseiras ou que, por delicadeza ou religiosidade, não devam ser pronunciadas.
