Poesia Felicidade Fernando Pesso
Que a honra humana não se incline a bajulação, caso contrário poderá se converter em práticas de omissão e conivência! E tais atos mostrarão um cegamento idólatra e tendencioso.
Jesus pregou um evangelho que liberta e transforma, mas alguns hoje pregam um “evangelho” que controla e aprisiona.
Para o calvinismo Deus escolheu uma elite para salvação e o resto para a condenação. A escolha (ir)responsável e (in)justa é divina e não humana. E que Deus não amou o mundo(todos); que Jesus não morreu por todos, mas para elite; contudo, somente todo aquele (indeterminado) que nele crer não perecerá, mas terá a vida eterna por uma escolha pessoal e não por uma predestinação e aos que não crerem (qualquer um) serão condenados; enfim, um Deus que faz acepção de pessoas. Bênção para elite e maldição para quem não foi escolhido. Isso talvez seria possível se apagássemos: João 3.16; Romanos 2.11; Tito 2.11; Rm 11. 32; Gálatas 3.22; Efésios 2.8.
Se fôssemos predestinados poderíamos questionar o Criador de não sermos responsáveis pelos nossos atos. Tornando, assim, Deus culpado por nossas decisões. Já que o mesmo foi quem levou uns a salvação e outros a condenação. Isso seria uma tremenda acepção egoísta, imatura e insana. Longe desta mentalidade de busca de uma raça ariana, pois Jesus não veio para justos e sim para pecadores, até o mais vil pecador.
Não consigo ver justiça nem lógica em um Deus que supostamente predeterminou tudo e que predestinou cada um a um destino escolhido por Ele mesmo! Onde ficaria as responsabilidades individuais? Escolhas conscientes e não manipuladas? Ir ao inferno não por minhas escolhas e sim por que fui programado; isso é pagar uma conta que não seria minha, mas de quem me fez ir para lá, isso sim seria injusto e ilógico.
Diplomas podem até mostrar que a pessoa teve informação, formação e preceito, mas não garantem sabedoria, educação ou respeito como alguns adiplomados expressam.
Uma dica crucial para não se tornar um tolo: "Não confunda informação com conhecimento nem sabedoria com inteligência!"
Cristo é a revelação epistemológica divina da realidade metafísica; logo, Cristo é a chave hermenêutica para a epistemologia.
Para uma pessoa ateísta: "ver" é "crer", já para uma pessoa teísta: "crer" é "ver". Eis a diferença ideológica da crença! (Jo 11.40)
Santidade não é fanatismo, modismo ou dogmatismo, mas separação e renúncia do que é mau, impuro, profano e injusto, com base na doutrina teológica das Escrituras e por meio de uma vida aplicada à devoção e consagrada a Deus.
Imaginar que existe somente esta vida é limitar essa dádiva e milagre do existir. A vida se tornaria sem sentido, sem propósito e sem finalidade.
Somente através de Cristo, o Filho de Deus, é que podemos alcançar a salvação de nossas almas. A parte mais importante da vida (espiritual) começará somente depois do fim da vida material (biológica).
A preocupação do cristão não seria “como” morrer no sentido biológico de sua morte, mas no sentido espiritual, isto é, com “salvação”, pois sem “salvação” seremos levados à condenação eterna.
A maior preocupação do cristão seria com a sua alma e ter uma consciência de que ele não morreria, mas passaria desta vida efêmera, finita e limitada para a vida eterna, infinita e ilimitada. Portanto, a morte não é o fim literal.
A graça é irresistível no quesito “alvo”, não no quesito de “escolha”, uma vez que todos somos alvo da graça preveniente de Deus, mas poderemos escolher ou não, aceitar ou não, decidir ou não!
Você não é um pecador porque comete pecado, mas você comente pecado porque é pecador, ou seja, somos pecadores por natureza; logo, somos inclinados a pecar.
As duas naturezas de Cristo evidenciam um duplo propósito; se conectar com Deus e religar o ser humano ao Pai!
A graça é resistível na questão de "escolha", mas irresistível no quesito "alvo", uma vez que ninguém poderá isentar-se de ser alvo dela.
