Poesia Felicidade Amor
Vivemos felizes com tão pouco, que quando conquista o muito não agrada como antes, talvez seja a paz ea tranquilidade que acabou.
Quando se trata de amor, muitos ainda esperam um conto de fadas onde o fim inevitável é o casamento “felizes para sempre”. Acontece que na vida real, o casamento não é o fim. Muito pelo contrário! É o começo da vida a dois. Eu pergunto: como alguém pode ser feliz acreditando que sua vida acabou?
Quem tem Deus no coração não precisa do pecado para ser feliz, pois aqueles que seguem o evangelho de Cristo com vigor não vive no pecado.
Estou seguro do que sou e to feliz com minha companhia, então qualquer sofrimento vou vivendo sem medo, sei que é passageiro e transbordo tudo dele, literalmente, em poesia.
Viver é ter consciência de estar feliz, independentemente do que esta passando, manter o foco e seguir, sorrindo, dançando, beijando, abraçando, dando risos gratuitos, isso eleva a autoestima e nos dá energia para continuar lutando.
Não acredito em celebração natalina cristã alguma em qualquer parte do mundo sem o amor incondicional ao próximo, muita oração pela paz, celebração da vida e a caridade.
Feliz por que a vida em plenitude nos oferta a verdadeira capacidade da justa revanche. Toda vez quando temos a oportunidade de intensamente pela lei do retorno dar em abundancia, o pouco que não tivemos, que não nos foi dado, foi omitido, sem o minimo direito permitido de ter, nem em migalhas. Em resposta por revanche, ofertamos bem mais, maior e melhor que sonhávamos um dia receber.
A cada novo aniversário ficamos felizes pois renova-se em vida novas oportunidades para darmos mais amor a muitos outros na pequena centelha do tanto que temos pra agradecer.
Felizes são aqueles que diante do novo se concebem e julgam se incompletos e ainda inacabados, sempre.
Que cada um seja sempre um amoroso pai e mãe atentos, misericordiosos e constantes para sua conquista da sublime paz interior.
Uma data feliz, vinte e um de agosto. Uma data muito feliz muito mais que eu sempre quis. Obrigado Vida.
Felizes são muito poucos de nós que a vida dadivosa nos dá o sagrado direito e oportunidade de repassarmos atos e fatos de nossa vida passada, à limpo.Não que vivamos entre maus projetos, rabiscos, contas mau feitas, rasuras e rascunhos mas nem sempre temos o devido tempo ou foco para reconsiderarmos todas às rotas precipitadas, as palavras desordenadas, os julgamentos sem por quês ou reflexões e as pessoas inocentes que vamos deixando magoadas e tristes inocentes pelos caminhos.Parece me como o se ouvíssemos o canto frio das noites de lua quarto minguante pelas praias com a brisa seca empurrada ao vento.Muito menos que um canto, entre um gemido e um acalanto assemelha se a um choro abafado monotônico das criancinhas que nunca existiram, como se fossem filhos órfãos nossos, filhos nossos que nunca nasceram mas foram expelidos pra fora sem o devido amor.Como é bom receber de quem se ama, de novo uma antiga lição pois sabemos que a vida, cedo ou tarde nos dará de novo sem o devido amor, carinho, consideração e apreço.Pode vir de qualquer jeito e teremos que aprender de uma forma ou de outra, sem tentativas perenes para aperfeiçoamento e busca de perfeição.
Têm dores que nenhum remédio ameniza. Para estas, somente um bom papo para adoçar o amargo da aflição. Feliz daquele que tem com quem dialogar.
Aprenda a ser feliz nos momentos bons mas também nos momentos difíceis, pois nos dois casos sempre há uma sabedoria para nos tornarmos pessoas mais fortes
Ser feliz à dois é como um jogo à dois. Você tem que ter um objetivo e cooperar para vencer as fases. Se um jogador falha numa fase e perde, fica mais fácil do outro jogador perder mais cedo e, se o jogo recomeçar, os personagens podem não ser mais os mesmos. Lembre-se: quanto maior a fase, maior a dificuldade para passar, mas uma hora você zera o jogo
Feliz Dia das Mães, que em minha humilde opinião deveria ser Dia da Maternidade, pois adoro a alegoria da mãe pata andando com os seus patinhos e entre eles segue, também seu um pintinho, que acabou de perder sua mãe. A maternidade é a grande celebração, a transcendência do amor na criação dos filhotes. Quantos pais, quantas irmãs mais velhas, quantas madrastas, tias, avos, mulheres, homens e animais fêmeas exercem por zelo e amor o principio da maternidade na renovação da vida e o extremo cuidado com os que acabaram de chegar ao mundo e precisaram do infinito amor maternal transcendente para sua sobrevivência e existência.
Felizes são aqueles que conseguem reconhecer os anjos que vêem em forma de gente, para iluminar, salvar e abençoar as suas existências.
A Grande Festa da Natividade, deve ir além da religião, é a celebração da vida, do amor universal onde todos os povos vivam em união.
Ninguém no mundo de verdade consegue estar feliz o tempo todo, pois as dores, as tristezas, as saudades, os ressentimentos, as incertezas e as fadigas envolvem a alma de repente, vindas do nada. Isto acontece com todos que são normais, sentimentais e humanos, pois os que estão sempre alegres são loucos, insanos, tem um esquecimento patológico e mórbido, só acreditam no agora e toda historia e pessoas de sua tola e bastarda existência ou insistência, apagaram, jogaram fora.
Linda flor que na chuva se renova realçando felizmente o seu primor, certamente, é um deleite da flora numa essência de amor semelhante a uma bela dama que usa as circunstâncias a seu favor.
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