Poesia dos 40 anos
EU:..
Será que finalmente,
me darei por liberta,
ah! quantos anos
vão, voam.
Minha primavera,
cheia de flores,
em aromas dócil
siguirei.....
Que será?... oiço o silêncio!
Penso...será?
acreditarei,
quando chegar...
a terra almejada.
Sentirás meu colo,
te darei o ninar,
tocarei as estrelas
sentindo o respirar.
Resta a simples forma,
olhar em seu olhar,
onde o poeta revela
no brilho oculto.
___A luz!
__Sem soberania,
as poesias que brotam
paz___ que vem d´alma!
04.06.218
Aos 15 anos achamos que nossas descobertas representam a única verdade possível.
Aos 30, acreditamos que as nossas sínteses - científica e historicamente fundamentadas - refletem a realidade inequívoca de todas as teses e antíteses que nos legaram.
Aos 50 começamos a descobrir o quanto nossas "verdades consolidadas" possuem de fragilidade em seus alicerces.
Aos 80 descobrimos o quanto estivemos enganados sobre tantas "verdades irrefutáveis", mas agora já é muito tarde para transformar tal constatação em algo útil em nossas vidas.
Com a sexta década começando a me pesar nas costas,
o slogan que elegi para mim nos últimos anos é o seguinte:
"Acredite em quem está sempre buscando a verdade; duvide de quem a encontre!".
Segunda idade
Se a terceira idade começa aos 60 anos, então podemos afirmar que a primeira idade vai de 0 a 29 e a segunda idade vai de 30 a 59.
É importante lembrar que é na segunda idade que o nosso corpo começa a sentir todas as dores do mundo (risos), mas a gente sempre dá um jeito de se divertir.
Amigos da segunda idade, ‘tamo’ junto!!!
Por favor, tempo,
não mudes —
nem queiras conhecer meus pecados vergonhosos.
Até os anos escaparam da minha estrada,
desviando da arrogância
que assombrou minha juventude.
Por misericórdia, compaixão ou piedade,
as dores vividas corroem meus dias,
em um caos amaldiçoado.
Cada instante é tortura sem fim,
sem limites,
no corpo insano,
esquecido pelo tempo
que não esperou por mim.
"A ausência dela feriu. A ausência dele, anos depois, curou."
— F.Fidelis - Psicanalista, Filósofo entusiasta e observador das relações humanas
ANOS 80
Era fraco e franzino
Menino de rua descobrindo sentimentos
Anos oitenta era assim:
Liberdade no peito
Meio sem jeito ele abraçara a esperança
Bonança em meio às tempestades
E os dias vieram melhores
Saltitante como as flores
Espalhando saudades...
O Menino Jesus vive há 2025 anos, e você ousa pensar que tudo acabou só porque passa por tribulações? Levanta-te, criatura de Deus, desengaveta a tua fé e celebra o Natal.
Benê Morais
"Passei anos decifrando a mim mesmo para descobrir que o mundo não muda quando o compreendemos, mas quando ousamos recriá-lo a partir de dentro. Meu ofício é nascer de novo — e convidar quem lê a fazer o mesmo."
F. Fidelis - Psicanalista, Filósofo entusiasta e observador das relações humanas
A menina de cabelos dourados e boca cor de melancia.
Certo dia ela se apaixonou e sofreu.
Anos depois ela se apaixou, sofreu, sofreu.
Não teve medo de amar de novo.
Em um dia lindo de prima-vera ela amou, amou e não sofreu mais.
✍️Hoje temos uma geração de pessoas pobres dos anos 70/80/90 em diante que sofrem da SÍNDROME DE REALEZA!
Acham que são príncipes e princesas.
Nessa altura alguns já se acham Reis e Rainhas do Reino lmaginado.
Os anos que já se foram guardaram suas alegrias e dores, levaram consigo pessoas, lugares e versões de mim mesma que já não existem.
Hoje, restam-me os anos que ainda posso florescer e isso me basta.
Há muitos anos num planeta longínquo,
Havia dois Seres Imortais poderosos
que viviam em constante conflito,
O Luar preferia a Escuridão
para sempre observar as estrelas
senti aquela calmaria no coração
Já Aurora, amava a Claridade
por revelar as belezas naturais
e fazê-la desfrutar uma aprazível simplicidade,
Então, durante um tempo lamentável,
a Claridade e a Escuridão lutaram
por domínio,
Enquanto, aos poucos,
aquele mundo ia sendo destruído,
Demorou, mas, felizmente, perceberam
que ambos eram importantes ,
que aquela disputa seria irrelevante
se tudo não mais existisse,
Depois, uniram-se, usando seus poderes para que tudo fosse reconstruído,
Finalmente, o objetivo foi alcançado,
num perfeito equilíbrio,
A Claridade e a Escuridão conseguiram
seus espaços,
E assim, voltou a reinar, naquele lugar,
a Paz e a Harmonia,
Luar tornou-se o Guardião da Noite
e Aurora a Guardiã do Dia
E desta União aguardada,
nasceu Crepúsculo, queseria o Guardião da Madrugada no Futuro.
Nossos maiores bens, não são aqueles amontoado de coisas que acumulamos no decorrer dos anos. E sim, o que conquistamos
com amor, afeto, carinho, responsabilidade e dedicação.
Esta é a minha história, uma jornada de descobertas e crescimento.
Ao longo dos anos, eu aprendi que a vida é cheia de desafios e oportunidades, e que é importante nunca desistir de nossos sonhos.
" Uma Flor no meio do Obstáculos
O Natal chega todos os anos, mas nem sempre encontra a gente no mesmo lugar por dentro.
Alguns chegam cansados, outros feridos, muitos em silêncio. Há quem sorria por fora, mas carregue batalhas que ninguém viu ao longo do ano.
Talvez este Natal não seja sobre mesas cheias ou presentes embrulhados. Talvez seja sobre perceber que, apesar de tudo, você ainda está aqui. Respirando. Tentando. Acreditando, mesmo quando quase desistiu.
O Natal lembra que a esperança não nasce em palácios, nasce em cenários improváveis. Nasce quando tudo parece pequeno demais para dar certo. E, ainda assim, algo novo começa.
Se este ano foi difícil, talvez isso não seja o fim, mas o intervalo necessário para um recomeço mais consciente, mais forte e mais verdadeiro.
Que neste Natal você se permita menos cobranças e mais sentido.
Menos pressa e mais presença.
Porque às vezes o maior presente não é mudar o mundo, é mudar o olhar.
Eu queria muito viajar, ir à praia e ficar em paz.
Viajei com meu pai, por muitos anos fora algo que sempre sonhei.
Porque não sinto nada? Me tornei vazia?
Minhas mágoas podem ter enrijecido meu coração e a minha alma.
Quero um dia poder libertar-me desse imenso vazio, me sinto um buraco negro.
Não quero me engolir mais.
Quero poder me permitir a sonhar.
Me permitir viver, a cada dia, mais e mais.
Momentos
A vida não se mede em anos,
mas nos instantes que tocam o coração.
Na mesa compartilhada, no riso solto,
no abraço que cura sem explicação.
Amizades chegam, outras mudam,
a família cresce, se transforma, se refaz.
Cada ano é um novo desenho do tempo,
nada igual ao ontem, tudo aprendizado de paz.
Tudo passa — é verdade.
As dores, as festas, os dias difíceis também.
Mas fica a força que nos sustenta,
e a fé que nos faz ir além.
O segredo da vida é simples e profundo:
saber estar inteiro no agora,
guardar momentos como quem guarda luz,
e agradecer — hoje, antes que vire memória.
Porque a vida é feita de momentos únicos,
e amar é o jeito mais bonito de viver.
A Nathalia chegou à faculdade. Aos dezessete anos, cursa o primeiro período em química. Nada a ver com o seu pai, sujeito subjetivo e sonhador, que planta letras e quase sempre colhe satisfações abstratas, de cunho estritamente pessoal. Às vezes alguns expedientes transversais, a exemplo de palestras educativas, convertidos em recursos econômicos. Até o emprego modesto, conseguiu por ser escritor também modesto. Vender livros, mesmo, é caso de algumas eventualidades como chegar aos lugares certos, nas horas certas, e ter a chance de mostrar o produto quase anônimo.
Porém, ninguém pense que a Nathalia escapou de minha rede sonhadora. E o melhor deste aspecto é que ela representa justamente a esperança da concretização do meu sonho característico de pessoa lunática: Tempos cada vez melhores, onde os filhos decidam mais e mais seus caminhos, ideologicamente opostos ou não aos de seus pais, porque terão sempre campo e liberdade para escolher. Conquistarão confiança e compreensão irrestritas, por se fazerem respeitar na sua individualidade. Minha filha futura química é, portanto, motivo de orgulho, além de representar um claro elogio a este pai poeta, cronista e visionário. Não apenas por sua escolha, ou por estar na faculdade, mas principalmente por ser uma filha amorosa, honesta, sincera e de postura moral que daria orgulho a qualquer pai.
Está quase criada, a Nathalia. Tenho ainda a tarefa de criar a Júlia, quatro anos, com o desafio de orientá-la para se tornar, igual ou diferente, uma pessoa especial feito a irmã. Com isso, ficarei cada vez mais lunático e sem apego a bens de consumo... Afinal, que mais pode querer da vida quem cria um, dois ou dez filhos que, por serem exemplos de humanidade, cidadania e talento, ajudarão a fazer do planeta o sonhado lugar melhor para viver?
É engraçado como, aos 19 anos, eu aparentemente já vivi mais romances do que um protagonista de novela das nove. Pelo menos é isso que dizem por aí. Segundo as fofocas, eu sou infiel, mulherengo e emocionalmente indisponível. Tudo isso sem nem sair muito de casa. Um talento raro, reconheço.
As pessoas falam de mim como se estivessem narrando um documentário. “Ele é assim”, “ele faz isso”, “cuidado com ele”. Às vezes eu fico até curioso pra saber em qual episódio eu perdi essa parte da minha própria vida. Porque, sinceramente, se eu fosse metade do que falam, eu estaria cansado demais pra responder mensagem.
O mais divertido é a confiança. Não é “acho que”, é “tenho certeza”. Fonte? Vozes da cabeça, provavelmente. Um viu algo, contou pra outro, que aumentou um detalhe, que inventou o resto. Quando chegou em mim, eu já tinha três amantes, dois corações partidos e uma fama que eu nem pedi.
Dizem que eu sou mulherengo, mas esquecem de mencionar que eu me apego fácil, fico ouvindo áudio longo e ainda mando “chegou bem?” depois. Infiel, então? Mal consigo organizar minha própria vida, imagina manter vidas duplas. Isso exige planejamento, e eu ainda erro até horário de compromisso.
No fundo, eu rio. Rio alto. Porque enquanto tem gente gastando tempo criando versões minhas, eu tô aqui vivendo a versão real, cheia de falhas, confusões e zero roteiro. Se falassem menos de mim, talvez sobrasse tempo pra cuidarem da própria bagunça.
Então deixo falarem. Que falem muito. Que inventem, que fofiquem, que cochichem. Eu viro piada deles, eles viram piada minha, e a vida segue. Afinal, se aos 19 eu já sou lenda urbana, imagina aos 30. Eu só espero que, até lá, as histórias fiquem melhores.
— Cyrox
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