Poesia do Preconceito Vinicius de Morais
Vivo em um lugar a muito esquecido, nesse lugar eu consigo ver uma beleza alheia aos olhos da grande maioria das pessoas, nesse lugar eu vejo a verdadeira vida que me foi dada, longe bem longe de coisas inúteis das quais jamais alimentariam a verdadeira vida.
Aquele que não dorme e acorda ouvido boa música sofre de um mal terrível, mau esse semelhante a ver um nascer de sou ou um dia de chuva e não perceber a beleza do momento.
VIVE. viver, a vida nunca foi dificel, nos è que complicamos, nunca foi dificel ser feliz, nos è que nao facilitamos. Aprender nao è falta de tempo, nos è que nao temos tempo para aprender tudo aquilo que ja descubrimos, logo eu apenas vivo, aprendo coma vida deixo o tempo me guiar, no dia da minha despedida serei o sabio da minha caminhada.
Quando o sol brilhante, o ceu azul, o mar calmo e a suave frescura do vento nao sao capazes de nos fazer sorrir, talvez seja hora para nos libertarmos, porque nunca seremos felizes exterieurmente enquanto nao foremos livres interieumente.
Muitas coisas deixaram de fazer sentido. E também as pessoas vinculadas se tornaram distantes. Porém, nada mudou do ponto de vista formal, essas situações e pessoas ainda são próximas. Este é o problema!
Me perdi em meus sentimentos, te desejei e me entreguei. Após muito tempo eu estava novamente em teus braços. Era meu sonho real, mas a realidade não era doce. Amarguei o acordar onde não havia você. Retomei a consciência e continuei como fizera tantas vezes dantes. Foi só um fraquejo...
Minha taça transborda angústia e me embriago em minha impotência de ainda te querer. Me esfacelo em revolta, não aceito essa fraqueza.
Alumiance essa é minha religião, e dela não abro mão... pois a luminosidade é o simbolo maior da realidade existencial...
Sempre tenho medo, de tudo normalmente, porém não tenho medo de ter medo, o medo para mim é como um catalisador, sinto medo, vou lá e faço, antes que ele me domine e me paralise de uma vez.
Vou dormir não querendo, acordo não querendo, me iludo não querendo, brigo não querendo, falo o que penso não querendo, chego a conclusão que não quero nada, e isso é perigoso!
Nasci da escuridão por séculos fui escravo do rei mais cruel do antigo mundo, mas em uma das noites mais escuras e terríveis já vistas por todos fui libertado e levado para as cavernas do vulcão depois da floresta dos mortos, lá no calor do fogo me foi prometido á destruição de meu inimigo, lá fui banhado no rio de fogo, lá me tornei a morte, lá me foi revelado o poder a magia dos antigos.
Um dia decide sentar-me só a beira do lago em um fim de tarde, o vento soprava forte e frio naquele dia, e as folhas secas me fizeram entender que o fim é na verdade uma vida nova que nasce da morte, vou continuar aqui por um tempo depois disso outros virão.
Essa será a ultima canção escrita da ultimo sinfonia do ultimo sopro de vida da maior das batalhas já travadas por mim, isso vai acontecer no inverno mais rigoroso já visto por olhos humanos, na terra mais antiga do reino, na noite mais sombria e escura, e que caia a tempestade mais fria e terrível, que essa congele minha alma e me permita passar os séculos no campo de batalha lá onde tive a vitória sobre mim mesmo.
Todo mundo teu seu País das Maravilhas. O meu se revela como uma biblioteca de estantes impossíveis, de livros indizíveis de histórias inimagináveis
A felicidade o é sempre, só não o é mais, pela ilusão de ótica dos olhos de cada um. - O amor da luz, apaga a escuridão!...
O círculo concêntrico da pedra sobre a água, é o exemplo de que tudo se espande, espanda-se no amor!
Sondo-me, profundamente, Quando navego suavemente como um barco de papel sobre às faces de um lago sereno...
Para quem pense que não precisa de ninguém para ser feliz saiba: A felicicdade somente estará em nós, se tiver outro por nós - por nossa felicidade, o outro, pela felicidade do outro...O outro!
Vingança, meus amigos, mesmo se for a conta gotas, é uma torneira pingado, a cada tempo enche-se a taça de fel, que fatalmente a beberermos!
Ao beneficio próprio, a mentira é uma forca, cuja a língua do anunciante, é o carrasco que o empurará ao calabouço.
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