Poemas para o Dia dos Namorados que encantam em cada verso
Atualmente só quero o extraordinário, ardente e, ao mesmo tempo, muito bem definido, principalmente pela sua intensidade. Sim, quero tags em toda e qualquer relação.
Eu imagino como deve ser seu perfume , como é o toque da sua pele , pode tocar seu cabelo , acariciar seu rosto , eu penso nisso as vezes... Uma reflexão de um sonho que talvez nunca aconteça, ou vejo esses meus sonhos pelo Espelho Osejed.
~ Nada de eternizar os sentimentos, se um dia o arrependimento chegou, lhe visitou. Não poderá tentar mudar os fatos, Pois saiba amor..Não existe ex passado, apenas ex-amor.
~ E quando minha boca pronunciar-se: não dá mais! Não significa dizer que não te ame, mas sim, cansar de levar esse amor sozinho.
Mas talvez um dia você perceba que é mais fácil se manter vivo quando se vive por alguém , quando se vive por algo além de você do que viver apenas por você.
Que todos falem "eu te amo" ou "eu te odeio" quando essa for a maior certeza de seu coração. Por isso digo-lhes, comecem a usar a verdade no seu dia-a-dia, sua vida se tornará melhor e não tenham medo de expressar seus sentimentos, por mais confusos, loucos, irreais, impossíveis que sejam ... ninguém fica triste por saber que outra pessoa no mundo o ama .
Tenho um Full House nas mãos mas não sei a hora certa de jogar. Quais serão as cartas do meu adversário? Entrei nesse jogo para ganhar e não sairei até conseguir. Corações na mesa, aumentem suas apostas!
Ainda sinto falta da ponta do teu nariz frio mesmo em dias de verão, e do seu pescoço sempre quente e pronto para esquentar minhas pernas no inverno. As tardes ainda esperam as gargalhadas despreocupadas com sorvetes, e as noites aguardam ansiosas pelo cheiro da pizza de calabresa e a admiração como meninos bobos por céu estrelado
Eu soletro teu nome no escuro. Treino textos sem sentido para me declarar depois. Ouço sua voz ecoar pelos cômodos da casa. Ascendo a luz, mas não há ninguém.
Nunca tinha vivido uma história tão intensa, nem tão bonita, de arrepiar. Nunca havia me doado tanto, acreditado tanto, como essa agora.
Então eu banquei o sincero e te disse que o que me sufocava era essa demora, esse seu medo de iniciar o que já havia começado.
E eu fico lembrando do seu jeito sério e suas palavras cuidadosamente escolhidas no momento em que o silêncio prevalece entre nós. Eu dou risada dessa sua cara porque essa coisa de melhor amigo, no nosso caso, nunca fez sentido dentro da minha cabeça.
Havia um pouco da gente em cada canto. Havia a gente. Era tanto, que eu não sabia distinguir você de mim.
Ainda sinto meus cílios dormentes, porque forço meus olhos, para que eu não adormeça, para não deixar de pensar em você.
E para que não doesse demais, deixei que o tempo resolvesse por si só. Não fazia mais o mínimo esforço para dar certo.
Às vezes passa só um pouquinho. Mas aí volta mais pesada, dolorosa, sem dosagem. Nenhum ser humano é capaz de aguentar. É uma dor desocupada, amargurada, infeliz. Me mata todos os dias.
Daí depois veio com aquele papo que eu apareci na hora errada, que eu era especial demais, que não queria me fazer sofrer. Mal sabia que eu já havia me entregado tanto, e que, a essa altura, não tinha mais volta.
Demorou, mas os ventos de maio chegaram. Espero que levem o que for contrário, desde sonhos quebrados até o que já se foi, mas insiste ficar. É preciso escancarar portas e janelas, reaprender a viver, a amar, a se doar com cuidado, com fé, sem angústia. É preciso aproveitar os ventos para se buscar, se renovar de alguma forma, ignorar quem não acrescenta. E, se não for pedir demais, é preciso comandar completamente a própria vida, começar esses dias se amando insaciavelmente.
Às vezes eu penso que você deve ler as coisas que eu escrevo, ao lado de alguém, e deve ficar rindo da minha cara.
E era quando estavam juntos que todos desconfiavam que aquilo era mais do que amizade. Todo mundo via uma química explícita e absurda naqueles dois. No toque, nos gostos, no abraço, no olhar. Os dois sabiam que era amor, mas cansaram fácil de tentar entender o motivo de não dar certo. Teve uma vez que, juntinhos e a sós, um deles fechou os olhos, para depois abri-los devagarzinho, na esperança que houvesse um beijo doce. Mas não tinha acontecido nada. Parecia que nunca iria acontecer. Alguém precisava urgentemente tomar atitude.
