Poesia de um Coração Apaixonada
AMARGURA
Um dia vou lembrar de você sem chorar.Um dia você vai estar fora do meu coração assim como está da minha vida.Um dia você não será mais minha dor,assim como não é amor.Um dia não lembrarei que você é meu passado.Um dia...espero que esse dia seja amanhã...
Das palavras loucas vindas do coração não se destinam em vã
Assim, ao amanhecer do dia o novo caminho do amor hão de ser bem vívidos
Belo e que sabe viver, tu me faz feliz, onda do mar e da arte do abrilhantar do teu irradiante sorriso que bateu em mim
És encantador ao nascer de modelo naquilo em que és invisível ao teus olhos de esmeraldas
Contigo hei de viver para completar os momentos de sonho e de paixão
Afinal, como explicar e sentir ao te olhar sendo uma pedra preciosa.
A Coragem da Esperança
Lembre-se que tu serias a melhor maravilha, pragma do meu coração
Fostes, tu, como algo mais que um amigo, aquele que me transmite luz, valoriza a individualidade e a sinceridade
Desse momento, nós passamos, urge no fundo da minha mente
Quando estávamos, tu estava exatamente do jeitinho que eu sempre sonhei e me encorajava, como philia
Tudo em ti és milimetricamente perfeito e detalhado, iluminado
Neste retalho que esta poesia impulsiva em forma de canção transmite
Retrata-nos de ter você aqui aos meus pés, oh, poetas para quê servem?
Era o fim de uma década, mas o começo de uma era ao te conhecer
Possível, era ficar sorrindo com facilidade ao te olhar com o rosto do luar
Refletindo uma noite de verão que são Philos das minhas pupilas ao teu enxergar
Que nada era em vão, ao fim, com o nascer do teu contentamento
Acredito na intensidade que a paixão me toma e chega cedo por aqui
Enfim, valorize seu amor, destino, acaso, sorte, ventura e sina.
Eu sou um poeta, coração
Você é minha inspiração
Ver sua beleza é admiração
Como uma obra de arte, fascinação
Nem Da Vinci faria algo de uma simulação
Essa moldura que você é uma perfeição.
Percebi o desejo de aceitar a minha vida como é e em meu coração quando, pela primeira vez, imergi numa busca de autoconhecimento.
O deleite estético e mastreia causou-me comoção. Sinto como se estivesse cada dia melhor, em progresso e revigorando.
Algumas conquistas da minha vida se instalaram no meu imaginário e lá fizeram morada, na busca pelo conhecimento, sabedoria, evolução e felicidade.
Nesse dia eu notei algo diferente em mim. Queria fazer algo assim; algo que fizesse outras pessoas contemplarem o mesmo.
A equação da vida deve ser usada para determinar importantes grandezas da nossa vida uniformemente linear e com aventuras ociladas quando não se sabe o tempo decorrido.
Deveras, é um tipo de força que está presente na minha vida quando a emoção, desejo e persistência entram em contato com meu sistemas endorfina e serotonina.
Progresso, ele é o vetorial que vai ser essencial na minha vida e ser calculado a partir da diferença entre outras duas grandezas vetoriais: a posição final que vou chegar e a posição inicial onde origina o desejo de crescimento e bravura.
Produzindo, por fim, seus meios de vida, produzir, indiretamente, minha própria vida material, intelectual, mental, virtuosa e espiritual.
Cada minuto contigo, um acorde suave,
Em meu coração, a vontade não cabe.
Amor e conexão, harmonia divina,
É a felicidade, em cada esquina.
Ainda é tempo de ser feliz, meu bem,
De viver cada momento como um refém.
Mostrar que o amor é a mais bela canção,
E que juntos, somos a perfeita expressão.
Repetir em cada verso, em cada melodia,
Que és tu quem dá cor à minha sinfonia.
És tu que, como uma nota, faz vibrar,
Aumentando o tamanho do mundo em meu olhar.
Reações Inacabadas
Na tabela periódica do meu coração,
Tu és o elemento raro, a essência da emoção.
Minhas moléculas vibram ao te ver,
Uma reação exotérmica, difícil de conter.
Meu amor, uma síntese de dopamina e desejo,
Neurotransmissores disparando sem cesseiro.
Serotonina diminui, na trilha do teu não,
Levando à melancolia de uma reação em vão.
Nossos encontros, experimentos falhados,
Misturas heterogêneas, destinos não alinhados.
Eu, hidrogênio, em busca de um oxigênio para ligar,
Você, um nobre gás, impossível de alcançar.
No laboratório do afeto, tento catalisar,
Esperanças, aditivos, para a reação avançar.
Mas o equilíbrio químico nunca vem,
A solução supersaturada apenas reflete meu desdém.
Ácido e base, tentamos neutralizar,
Mas cada titulação apenas parece nos separar.
Como reagentes em um béquer, sob a chama da paixão,
Só para descobrir que falta a estabilidade na equação.
E na balança analítica, meu amor pesa mais,
Um excesso de reagente, em desespero voraz.
Enquanto isso, tua ausência é o precipitado,
Que se forma no fundo, frio e calculado.
A cinética desta paixão, lenta demais,
Tempo e energia, consumidos demais.
No fim, talvez, devo filtrar meu próprio coração,
Separar o sentimento, recristalizar a razão.
Quimicamente falando, o amor é um estado instável,
Uma mistura de potenciais, bela, mas volátil.
Entre soluções e solvatos, meu amor não correspondido,
Persiste, um elemento isolado, em um frasco esquecido.
O Crepúsculo do Desejo
Nas sombras do meu coração, onde murmúrios ecoam,
Habita um amor sepultado, sob véus de luto e segredo.
Uma paixão fantasma, que nas trevas me assedia,
Um amor não correspondido, que como sombra, comigo vadia.
Nas tumbas de sentimentos, onde repousam os mortos,
Meu amor solitário vagueia, entre os esquecidos.
No jardim das almas perdidas, ele sussurra para a noite,
Promessas não cumpridas, num lamento sem açoite.
Como um vampiro, ele suga a essência de meu ser,
Deixando apenas a casca, um vazio a padecer.
Nas veias desse amor, corre não sangue, mas veneno,
Um elixir doloroso, doce e pleno de pequeno.
O céu de minha mente, outrora claro e vasto,
Agora coberto por nuvens negras, um tormento nefasto.
Cada estrela apagada, um sonho de reciprocidade,
Cada trovão distante, o eco de minha saudade.
Em noites de lua nova, quando a escuridão é completa,
A tua ausência é um espectro, na penumbra discreta.
Rondando os corredores de minha alma enclausurada,
Um amor zombeteiro, na escuridão encarnada.
Oh, como desejo libertar-me deste cárcere sentimental,
Quebrar as correntes desse amor brutal.
Mas como arrancar o próprio coração, motor de meu tormento,
Sem o qual a vida cessa, e com ele, só sofrimento?
Assim, na catedral do desespero, ao altar me prosto,
Ofereço meu coração, um sacrifício ao gosto
De um amor cruel, deus de minha devoção,
Que rege minha vida com mãos de perdição.
Esse é o crepúsculo do desejo, o ocaso do meu querer,
Onde amar é um inferno, um eterno padecer.
Entre sombras que dançam, e o frio que tudo consome,
Meu amor não correspondido, em trevas, encontra seu nome.
Amores Líquidos
Nos cliques e toques na tela,
Um coração pulsa na espera,
Uma curtida, uma mensagem,
E assim começa a viagem.
"Oi, tudo bem?" no direct,
Conversas cheias de afeto,
No WhatsApp, risos soltos,
Marcam encontros com planos tortos.
Um, dois, três goles de emoção,
A paixão ferve, sem razão,
Mensagens de bom dia, sorrisos,
Momentos doces e precisos.
Mas o tempo é cruel e sorrateiro,
Troca fervor por silêncio inteiro,
Palavras murcham, sem sentido,
Respostas frias, por obrigação, um gemido.
Sempre há um que se apega,
E outro que, sem dor, desapega,
Arquiva, deleta, segue adiante,
Próximo contato, amor inconstante.
Lágrimas caem, amor escorre,
Relação que pelo ralo morre,
Termina onde começou,
Na rede que tudo apagou.
Vivemos tempos de amores fluídos,
Sentimentos leves, nunca retidos,
Mas, no fundo, ainda anseio,
Por um amor sólido, verdadeiro.
Será que nada é feito pra durar?
Ou podemos, enfim, encontrar,
Entre cliques e telas brilhantes,
Um amor real, constante?
Estamos todos ligados pelo coração,
E pela amizade sincera que nos une.
Nos fios invisíveis de pura emoção,
Cada riso, cada lágrima, cada dia que surge.
Nosso laço é forte, feito de verdade,
De momentos partilhados e histórias contadas.
Na alegria ou na dor, na simplicidade,
Encontramos apoio, palavras amparadas.
Corações entrelaçados em harmonia,
Num compasso de vida que a amizade rege.
Em cada gesto, em cada sinfonia,
Reside a força que nos protege.
Assim seguimos, juntos, em comunhão,
Caminhando na trilha do bem-querer.
Somos todos, em essência, uma só canção,
Que a vida nos ensina a reconhecer.
Certas palavras, suaves como brisa,
Sussurram segredos ao coração atento.
Olhares falam, mesmo em silêncio,
Histórias que só a alma ouve, sem lamento.
Momentos surgem, eternos em sua essência,
Fazem o mundo lá fora parecer distante.
Gestos simples, porém cheios de eloquência,
Guiam-nos, como estrelas em noite constante.
Toques que tremem, alma em vibração,
Como sinfonia tocando no peito.
Detalhes sutis, da pura emoção,
Revelam seres especiais, perfeitos.
Você, presença rara e querida,
Deixa rastros de luz em nossa jornada.
Bela lembrança, eterna na vida,
Tesouro guardado, memória abençoada.
No Espelho da Reciprocidade
Entre as sombras do desejo,
o coração encontra abrigo,
mas é na luz do companheirismo
que o amor faz seu verdadeiro ninho.
Não é a promessa de um sentimento
que sustenta a ponte entre dois mundos,
mas o reflexo de duas almas
em dança harmônica, no tempo e espaço.
Por que amar alguém
pelo que sentimos,
quando o sentir do outro
é o que nos mantém?
No silêncio da noite,
a ausência de reciprocidade
canta sua melodia triste,
desfazendo os laços de um sonho.
Quando a presença não aquece,
quando o olhar não conforta,
é aí que o amor descansa,
na falta de resposta.
A verdadeira união,
não é só sentimento,
mas o ato contínuo
de dois corações em movimento.
Que possamos amar, então,
não apenas pelo que sentimos,
mas pelo que o outro nos faz sentir,
na dança da reciprocidade,
onde o amor verdadeiramente floresce.
Abrigo do Coração
A vida passa, não devolve
As mãos que um dia nos tocaram,
As palavras que o vento levou
E os olhares que se apagaram.
Não volta o abraço apertado,
Nem o riso que ecoou distante,
Mas cada lágrima e cada sorriso
Ficam guardados em um instante.
Nas dobras do tempo que voa,
No coração, um canto escondido,
Levamos conosco as lembranças
De tudo o que foi vivido.
E mesmo que o caminho mude,
Mesmo que o tempo corra em vão,
Há um lugar que nunca se perde:
O eterno abrigo do coração.
Metade do Meu Coração
Se você sorrir, eu vou brilhar,
Seu sorriso é chave que abre o paraíso,
Me resgata dos silêncios da solidão,
Nos seus olhos, esperança dança sem aviso.
E toda vez que nossos caminhos se cruzarem,
O arrepio vai lembrar o que é amor.
Aprendo, pouco a pouco, nesse encontro,
Que sem você, só resta o sabor da dor.
Foi você, a melodia e a razão,
De nascer esta canção sem fim.
Pois você é o amor que me habita,
O tudo que existe dentro de mim.
Você é meu doce mel,
Meu pedaço de céu na terra.
A paz que eu procuro pra sobreviver,
Depois de você, palavras são só espera.
Meu coração bate no ritmo do seu,
E a vida, sem você, perde cor.
Mas ao seu lado, o mundo floresce,
E cada instante vira amor.
Um dia, vou te levar comigo,
E a saudade, enfim, descansará.
Pra todo mal que ousar se aproximar,
Seu abraço é o remédio que me curará.
Amor não espera, ele insiste e chama,
Metade de mim só encontra sossego em você.
Com você, sou inteiro, vivo e feliz,
E por isso, amor, eu escolho nunca te perder.
Coração de Marte
Um dia, fui o romântico,
grudado em sonhos e desejos,
no outro, me tornei silêncio,
um céu fechado, sem lampejos.
Espero, na versão mais densa,
ser mais livre que jamais fui,
um ciclo que me molda e conecta,
um amor que acende e flui.
Sortudo será quem alcançar
esse coração de Marte,
uma cor, um fogo a arder,
um sentimento que não se parte.
Perguntei ao tempo, ao vento,
se algum dia o amor viria a mim,
mas percebi, num momento,
que o amor sempre esteve, enfim.
Como uma canção que faz corar,
ali soube que era para a vida,
eternos somos, a provar,
que o amor nunca finda.
Onde Está Meu Amor?
Diz-me, onde está meu amor,
Aquele que ao me olhar já sabe
Que meu coração bate por nós dois,
E que amar-me não é uma metade,
Mas um todo que preenche e refaz?
Será que está perdido na pressa,
Nos dias que correm e não esperam,
Ou em sonhos que nunca se cruzaram
Com os passos que trilhei até aqui?
É mais fácil amar quem já me ama,
Um caminho onde o toque é certo,
Onde não há sombra de dúvidas
Nem esforço para ensinar o afeto.
Mas onde está quem há de ser meu abrigo,
Que faz do amor não um peso, mas um voo?
Será que vagueia, distraído,
Ou sente, em silêncio, o mesmo vazio?
Se o amor é troca, por que ainda espero
Por um eco que me chame de volta?
Por que, ao invés de ser quem aprende,
Eu sou quem ensina, sou quem implora?
Diz-me, onde está meu amor?
Nas entrelinhas de uma vida que sonho,
Ou no peito de alguém que, em silêncio,
Também me busca sem saber meu nome?
Canções ao vento do tempo
Escrevi canções com o coração sangrando,
num tempo em que ele era sol nos meus dias.
Agora leio versos que o tempo desfez,
e me pergunto por que a estrada virou bruma.
Ficaram as notas, os ecos, os refrões,
mas ele...
foi embora como poeira no horizonte.
Talvez nem saiba que vive em cada estrofe.
Choro sozinho, como a chuva na varanda,
mas lembro do riso, do jeito de amar o mundo.
Ele era lindo —
não só no rosto, mas na alma que dançava.
Essa canção é confissão e altar,
é onda do mar que quebrou em mim.
Homem feito de céu e sal,
de estrela-do-mar e alvorada.
Ele era arte sem moldura,
jazz tocado por deuses errantes,
riqueza rara colhida em jardins de sonho.
E eu?
Fiquei com a beleza que restou:
a lembrança, o verso,
e o dom de ter amado alguém assim.
O Conto da Tulipa
Era uma vez um coração que, mesmo calejado, ainda pulsava com a esperança de um jardim.
Entre tantos espinhos, ele sonhava com uma flor - não qualquer flor, mas uma tulipa.
Singela, delicada, mas firme.
Nascida não por acaso, mas por destino.
A vida, com suas voltas silenciosas, traçou caminhos tortuosos.
O coração caminhou por invernos e verões, carregando em si a memória de algo que ainda não havia vivido, mas que, de alguma forma, já reconhecia.
E então, um dia comum ou talvez um dia mágico disfarçado de comum ela surgiu.
Como se o universo abrisse um portal breve entre o acaso e o eterno, ali estava a tulipa.
Não era extravagante, não era barulhenta.
Era sutil, como o toque do vento na pele.
Mas seu perfume atravessava as paredes da alma.
Ela não precisava dizer: o olhar falava, os gestos escreviam versos no ar.
O coração, antes desconfiado, se dobrou sem resistência.
Pois amar aquela flor era como respirar depois de muito tempo submerso.
Era como lembrar-se do próprio nome ao ouvi-lo pela primeira vez.
Juntos, criaram um jardim onde palavras se deitavam como sementes, e gestos brotavam em árvores de afeto.
Houve dias de sol e tempestades também - mas até a chuva parecia poesia quando caía entre os dois.
E se o mundo os viu como apenas mais um casal, o coração sabia: aquela era a sua primavera eterna.
A tulipa, que florescia até nos silêncios, era o amor com nome, pele, riso e alma. Era Alva Beleza Que Despertou - flor que nasceu para florescer no coração certo.
Não como parte do jardim, mas como o próprio motivo dele existir. A tulipa rara que, entre tantas, era a única.
E assim nasceu o conto - não o de fadas, mas o da flor que venceu o tempo, da alma que encontrou abrigo, do amor que não precisou de fantasia, porque já era milagre o bastante ser real.
Fim.
MINHA MISSÃO É TE FAZER FELIZ
Eu nunca deixei apagar
A chama do meu coração
De viver a verdadeira paixão
De amor correspondido
Eu sabia que esta história de cupido
Era verdade e que existiria
Era questão de tempo e de dia
Até você aparecer
Um dia me fizeram sofrer
Quiseram que eu desacreditasse
Que eu não ia achar quem me amasse
Que todo meu amo era em vão
Que eu me acostumasse com a solidão
Que parasse com esse drama
Que as pessoas que a gente ama
Nem todas nos dão valor
Quiseram que eu não acreditasse no amor
Que eu vivesse uma vida inútil
Rodeado de gente fútil
Que não acrescentariam nada
Na minha história na minha jornada
E que meus sonhos não iam se realizar
Que eu poderia tentar amar
Mas jamais seria amado
Mas como eu sou teimoso
E tenho uma fé infinita
Achei a flor mais bonita
No jardim da esperança
Realizou meus sonhos de infância
Me deu tudo que eu sempre quis
E graças a ti minha nega eu sou feliz
E te fazer feliz, é a minha missão
DIÁLOGO DO CORAÇÃO
Oii nega!
Até pensei em escrever um poema ou uma poesia, mas preferi apenas citar algumas palavras que pulsando em meu peito estão; são palavras de amor e gratidão, de carinho e emoção, de alegria e realização.
Sabes nega!
Sei que parece clichê, vim te falar tudo isso de novo, que EU TE AMO mais que tudo, que tu desperta meu sorriso mais bobo ao longo de todo dia, que és o motivo da minha verdadeira alegria, que és minha maior motivação.
É meu Amor!
Eu Te Amo verdadeiramente, foi Deus que em meio a toda esta gente, te fez se destacar, e na harmonia do teu dançar e meu cantar, mesmo que desafinado, deixasse o melhor momento marcado, na minha vida e no meu coração.
NEGA!
Eu amo tudo em você, amo teu jeito de ser, amo até tuas repreensões que me despertam emoções e enxergo que estamos vivendo direito, pois nos amamos intensamente com todo amor e respeito, onde só queremos fazer feliz um ao outro e não ser um casal perfeito.
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