Poesia de um Coração Apaixonada
Vida adulta
Em terras distantes, sob o sol ardente,
Um jovem de dezoito anos, coração valente,
Deixou para trás o lar, a família querida,
Em busca de trabalho, a jornada sentida.
A cidade natal, com sonhos e memórias,
Ficou para trás, em lembranças e histórias,
A fazenda imensa, um novo desafio,
Longe da alegria, em meio ao trabalho rio.
Os pensamentos ruins, como sombras que rondam,
A saudade da família, ferida que não cicatriza,
Datas comemorativas, um vazio profundo,
Longe da diversão, em silêncio e sofrimento.
Mas a força interior, não se deixa abater,
A vontade de vencer, não se deixa quebrar,
Com passos firmes, segue em frente sem desistir,
Um futuro melhor, eu vou conseguir.
A distância física, não diminui o amor,
A ligação familiar, sempre será maior,
Em cada amanhecer, uma nova esperança,
Em cada estrela que brilha, uma doce lembrança.
Você chegou , meu raio de sol
E brilhou forte e provocante
Nas fendas do meu coração
Invadindo tudo de forma poética
Agora, vivo amanhecendo amor.
Contei-lhe minha história e para ti fiz nascer poemas...
Coração solto em terra ímpia a florescer...
Da ilusão por mim criada só tive algemas...
Onde aprendi a sofrer...
Todas as portas já cerradas...
Todas as ruas vazias...
Vejo as estrelas a chorar...
E até, quem diria...
Não é mais bela a lua...
É só uma luz fria...
No jardim das almas...
Ninguém acompanha meu caminhar...
Saudade ou aspiração?
Deixei minhas virtudes cair ao chão...
Cansei de tanto oferecer...
Do que não há de voltar...
Do tempo que há de chegar...
Castigo inexpiável...
Tamanho é meu parecer...
Para ter meus sonhos realizados...
A quem devo obedecer?
Para quê a busca das coisas?
Quando por fim tudo acaba?
Valerá a luta da conquista...
Onde ainda se crê e se ama ainda?
Sim, é certo...
Quem eu amo...
Agora zomba e ri do meu amor…
Em tudo o que fiz pus o cuidado...
Será possível mesmo o fim de tudo?
Restando-me só ausência e dor?
Sandro Paschoal Nogueira
são as estrelas no céu que iluminam meu caminho
mas é o amor em meu coração que lhes dá o brilho
aqui nesta noite em alto mar, eu busco o meu destino
são as pedras do mar que fazem os versos deste livro
Livro de poesia Novos Ventos
no fim eu estava indo pegar meu coração de volta
na imensidão das sombras além do mar que não conheço
ainda navegando muitas dores da memória
eu navego o caminho do mar que eu escrevo
meu coração vai escrever versos que vão trazer luz aos sonhos
vou escrever no horizonte mais uma chance de te ver de novo
pois meu coração venceu distâncias imensas
com a única companhia da esperança de um recomeço
eu caminhei tanto que parecia estar fugindo de mim mesmo
e minhas lágrimas foram acolhidas por todas as estrelas
oceano de lágrimas
onde vai terminar?
uma lágrima para cada sonho
cada batida de coração querendo te encontrar
Riz de Ferelas
se a cada batida meu coração escrever um verso
vou te alcançar mesmo do outro lado do universo
Riz de Ferelas
como um eco no fundo do mar
para alguém disposto a escutar
ouvi seu coração no horizonte de tudo
eu busquei sua mão no fim do mundo
Riz de Ferelas
A solidão da generosidade
Em mares de bondade, navego sozinha
com o coração aberto mas a alma ferida
Minha generosidade
é um fogo que arde
intenso e imenso
mesmo quando a vida é tarde
Caminho entre sombras onde o egoísmo floresce
Muitos se aproveitam
e a dor não desaparece
Vejo rostos vazios, mãos que só querem ouro
E eu, que dou tanto, sinto o peso do aporo
Ingenua e inocente
de mim sempre ausente
Muitos se aproveitam dessa doçura
transformando meu sonho em amarga loucura
É difícil ser boa nesse mundo tão frio
As vezes me pergunto se esse é meu destino sombrio
se mereço esta senda
Quando o bem que faço parece só uma ofenda
O karma que anseio se esconde na bruma
Enquanto os que fazem mal dançam na espuma
Os bons ficam à margem, com restos de esperança
Enquanto a vida brinda quem não tem confiança
Mas em meio ao silêncio que corta como faca
a luz da minha alma nunca se destaca
É um dilema profundo
um eco no peito
Ser luz em um mundo onde o amor é desfeito
Mas sigo adiante, mesmo com dor na jornada
Pois sei que a bondade é uma chama sagrada
Um dia as estrelas vão alinhar seu compasso
e a justiça divina encontrará seu espaço
Enquanto isso respiro e sigo a canção
Com a bondade pulsando no meu coração
Coração partido, mas o som tá batendo,
Procuro qualidades, sempre fluindo,
Os defeitos tão no espelho, que vão refletindo,
Mas espero alguém pra somar, o tempo vai ouvindo
minha saudade
Amor é meta, mas sem ostentação,
No morro ou na pista, sempre de mão em mão,
Saudade no peito, vira inspiração,
Dividir o café, nossa sintonia então.
O amor é simples, é dividir o café,
É ver manhã chegar com sabor e fé,
Reconhecer a saudade em todas as manhãs,
que guarda em pé!
É o funk no peito, junto ao que é.
Trap e batida, sentimento que invade,
Rimando sobre noites e nossas verdades,
Se for pra somar, aceito a metade,
Amor que é vivido, não pela metade.
Na favela ou no asfalto, paixão é pulsação,
Entre muros de concreto ou no vasto chão,
A química vibra, nossa conexão,
Procuro no comum, escrevendo canção.
O amor é simples, é dividir o café,
É ver manhã chegar com sabor e fé,
Reconhecer a saudade em todas as manhãs,
que guarda em pé!
É o funk no peito, junto ao que é.
Mesmo nas tempestades mais intensas eu carrego em meu coração a certeza de que a luz do sol sempre encontrará o caminho de volta
Acreditar que vai dar certo é semear esperança e cultivar sonhos pois cada passo dado com fé nos leva mais perto da realização
CURVA DO DESTINO
Sem rumo, sem direção, procuro a imensidão do coração.
Sigo o céu incerto, cada passo a vagar,
como nuvem que dança sem nada a pesar.
No silêncio da alma, ouço um clarão.
Perder-me nas esquinas do destino,
encontrar-me nas curvas do meu caminho.
As brumas do passado vão se dissipar,
no sopro do presente volto a amar.
No fim de cada estrada sinto calor,
o amor dá sentido à minha direção.
Cada passo incerto ganha uma nova cor,
e no fim do caminho vejo: o amor me faz feliz.
Te vejo dançar
Como uma constelação,
Abraçando o coração
Me faz te desejar.
Te vejo sorrir
Na noite é um farol
De dia é o meu sol
Me guiando para prosseguir.
Que floresta é essa que nunca se ilumina?
Mais uma vez meu coração se dilacera
Através do seu reflexo uma luz invade a mim
Você é o farol por onde passo
Se tu sabes quanto causa em meu ser
Por favor, se entregue
Oh floresta adormecida
Onde guardas teus segredos?
Uma vez onde a dor fica
Compartilho dos teus medos
Se procuras eu encontro
O que quer eu te desejos
De um tempo que foi bom, você
E então, em seu corpo tatuei meus beijos
Uma escultura, uma verdadeira obra renascendo
Pois seus olhos escondem tudo
Tudo que eu ando lendo
Tão confuso quanto estes versos, só as dúvidas em sua mente
A floresta agora se põe.
Um dia irá brilhar novamente?
"Amar é verbo infinito"
Amar é como pisar descalça no coração — onde cada batida é um passo em direção ao outro. É sentir com a alma desnuda, sem defesas, sem reservas. É deixar que o silêncio diga o que as palavras não alcançam e que as lágrimas, quando chegam, sejam preces de amor sussurradas ao vento.
É o instante mágico em que dois olhares se encontram e se reconhecem, mesmo sem saber por quê. É o mistério que embriaga a calma, o desconcerto doce que abraça. Amar é flor que se abre, mesmo nas tempestades; é o sopro leve de um vento que acaricia sem tocar, mas deixa marcas.
Não se conjuga "amar" como um verbo comum. Ele escapa às regras, vive fora do tempo. Amar se sente na pele, no peito, no olhar. É chama que aquece sem queimar; é luz que revela onde antes havia sombra. É a eternidade cabendo em um só instante — e esse instante tornando-se para sempre.
Quem ama não explica. Ama porque transborda, porque o amor é um rio que corre sem pedir licença. Ama-se porque o outro é abrigo, é casa dentro da alma. E, mesmo quando o corpo parte, a presença permanece — no perfume da memória, no eco de um sorriso que ficou no ar.
Amar é verbo infinito... Porque atravessa o tempo, sobrevive ao silêncio e permanece — mesmo quando tudo o mais já se foi, o amor ainda está.
O VENDAVAL DO MEU CORAÇÃO
No meu coração,
Muitas pessoas já passou.
Umas moraram por muito tempo,
Outras por pouco tempo.
Teve outras que tentaram ficar, já outras nem se quer tentaram.
Mas todas que por ele passaram,
Fizeram um furacão.
E nesse furacão sem fim,
Eu construí tudo que habita em mim.
E não culpo ninguém
Não culpo os que foram e nem os que ficou.
Tudo isso eu culpo a mim, por ter aberto as portas de um coração tão bondoso,
Mas ingênuo,
Um coração frágil,
Mas teimoso.
Um coração que foi quebrantado aos poucos.
Senti arrancarem metade do meu corpo, do meu coração, da minha razão, da minha essência e da minha alma.
Tiraram um pedaço de mim,
Com o perverso motivo de me desfazer,
Me recriar e me moldar.
Porque alegaram não suportar mais me vê pertencendo a tudo, mas não me fazer caber em lugar algum.
É isso que as pessoas fazem com o amor e com quem dizer amar, os moldam até caber no que desejam e quando não dá certo descartam e partem para próxima experiência.
– J.
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