Poesia de Mae para meu Filho Homem

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As crianças ricas brincam nos jardins com seus brinquedos prediletos. E as crianças pobres acompanham as mães a pedirem esmolas pelas ruas. Que desigualdades tragicas e que brincadeira do destino.

Só os covardes e os preguiçosos não sabem suportar o mal nem recuperar o bem. Limitam-se a desejá-lo e a energia de sua pretensão lhes é tirada por sua própria covardia

Se você só aceita a verdade quando dita com polidez e moderação, você não ama a verdade: ama o seu próprio bem-estar.

É melhor, ás vezes, lidar com quem diz não ter religião e ama o próximo, servindo-o, do que com aqueles que se dizem religiosos, não amando o próximo e explorando-o.

'Não vejo a felicidade como o lugar aonde desejo chegar, mas como cada pequeno pedaço de terra que piso ao caminhar'

Te amo pelo toque, pelo cheiro, pela palavra, pelo gesto, pelo suspiro, pelo beijo, pelo amor, te amo pela troca de sentimento, te amo pelo que somos e principalmente pelo que representamos um para o outro.

Não quero transformar aquele carinho em ódio, Aquele beijo em lembranças, aquele doce em algo amargo, A companhia em solidão.

Ser pessoa é ser dono de si mesmo, saber lidar com suas limitações, saber o que você pode. Quantas vezes você se dispôs a ser o que não era, dizendo "sim" onde era para dizer "não". Tenha coragem de dizer: no meu território mando eu, e não abro mão disso.

Há muitos homens de princípios nos partidos políticos, mas não há nenhum partido de princípios.

Não adianta se lamentar pelo que passou, apenas entenda que a saudade é a maior prova de que valeu a pena.

Dizem que quando lágrimas rolam pela face de pessoas puras, a vida está sendo injusta, mas que justiça há em nós? Pense em justiça apenas quando souber o que é justiça, não reclame se a vida lhe fizer chorar. Nas lágrimas está a felicidade de saber que você ainda tem sentimentos!

⁠A vida de uma pessoa tem valor quando ela atribui valor à vida das outras, seja por meio do amor, da amizade, da indignação ou da compaixão.

Simone de Beauvoir
A velhice (1970).

Se não damos valor nem reconhecimento às velhas amizades, com certeza também não o faremos com as novas. Basta acabar a novidade!

Quando penso nos meus amigos e familiares que continuam suportando no Brasil uma vida só de pequenos obstáculos e impossibilidades, esmagados sob milhões de probleminhas insignificantes e insolúveis, como que assediados por exércitos inumeráveis de mosquitos de ferro, sinto que não há em todos os olhos do mundo lágrimas suficientes para chorar tamanho desperdício de energia humana, tamanha celebração do insensato e do absurdo.

As mulheres que são apenas mulheres, choram, arrufam-se ou resignam-se; as que têm alguma coisa mais do que a debilidade feminina, lutam ou recolhem-se à dignidade do silêncio.

Somos muito pequenos. Como ratos que têm que ir pela vida fazendo buracos, porque não temos nem ideia de outra coisa para fazer.

Há uma diferença entre viver e existir, a primeira você curte e regozija-se com a vida, já a segunda, você é um número ou uma mera e ridícula estatística.

Em Brasília tem uma famosa rede de restaurantes: CPI - Chopperia e Pizzaria Impunidade - Onde circulam “colarinhos brancos” e onde “tudo acaba em pizza”.

Já vi uma moça, uma linda moça, que dos treze aos vinte e dois anos sonhava em ser mulher e, daí por diante, desejava ser homem.

Ter um “eu” é a mais alta dignidade que Deus concedeu ao ser humano. Os animais têm uma identidade, mas não uma consciência moral autobiográfica. Eles não podem contar sua história, confessar seus pecados e responder pelas suas ações.