Poesia de Mãe para Filha

Cerca de 7815 poesia de Mãe para Filha

MÃE A FONTE QUE INSPIRA


Poeta Brithowisckys


Mãe, tu és o sopro divino que me gerou,
o peito de amor que sempre me alimentou,
com suas santas mãos, meu corpo embalou,
sua proteção guiou meus primeiros passos.


Foi leoa ferina e guardiã que sempre protegeu,
a linda professora dedicada que me ensinou,
a médica que curava cada gotícula de dor,
Mãe, presença marcante que nunca se ausentou.


Em ti habita o amor divinal, incondicional sem medida,
força universal imensurável, que na lida diária nunca se fatiga,
ternura exemplar como a imensidão do mar que não se esgota.
Como raiz de uma centenária árvore frondosa que não se abala.
Que mesmo tendo asas, não impede que teus rebentos voarem.


a esplendorosa luz iluminando o longo e desconhecido caminho,
És o abraço forte que ampara e sempre consola,
És o impávido coração que nunca deixa de pulsar.
Mãe, que o universo a ti se curve, te reverenciando
Que o amor de Deus te credencie sempre a espargi virtudes,
Que a vida te cubra de bênçãos infinitas, pois em ti mãe,
se revela o milagre eterno, do amor sublime, sagrado e infinito.

MINHA MÃE


Minha mãe é alicerce
É a base, o meu pilar
É minha sustentação
Desde meu engatinhar
É o meu porto seguro
É a rigidez do muro
Que protege o meu lar

Carta à Minha Mãe


Hoje senti muito a tua falta, mãe.
Ontem também.
Os dias passam, mas
não apagam o reflexo do teu olhar protetor,
no caminho dos meus passos;
não esconde em mim a emoção
da tua eterna lembrança,
dançando nos espaços do meu relógio interior.


Suzete Brainer (Trecho do poema do livro: Trago folhas por dentro do silêncio que me acende).

Mãe, você já sentiu a incerteza rasgar o peito a cada decisão? Já passou noites acordada, encarando o medo do que o futuro lhe reserva? Já se arrependeu das verdades ditas em momentos de raiva?
Mãe… você é feliz?

“Nem toda mãe que entregou um filho deixou de amar; muitas foram obrigadas a escolher entre a fome, a vergonha e a sobrevivência.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica não precisa ser chamada de guerreira quando o que ela mais precisa é de rede, descanso e acolhimento.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica não é uma personagem heroica; é uma mulher real, cansada, amorosa, ferida e profundamente necessária.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Amar um filho imensamente não impede uma mãe de sentir cansaço, medo, raiva, saudade de si e vontade de descansar.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Nenhuma mãe nasce sabendo ser mãe atípica; ela aprende no susto, na urgência, na falta de apoio e no amor que não desiste.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O luto da mãe atípica não é pelo filho real; é pela maternidade imaginada que precisou ser sepultada sem testemunhas.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe pode amar o filho com toda a alma e, ainda assim, chorar pela mulher que foi ficando soterrada sob o cuidado.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A dor invisível da mãe atípica não é menor porque ninguém vê; muitas vezes, é maior porque quase ninguém testemunha.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica aprende a funcionar mesmo destruída, porque quase sempre o mundo só percebe quando ela para.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica se torna especialista por necessidade, advogada por sobrevivência e militante porque o mundo ainda não aprendeu a incluir.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Uma palavra dita depois de anos pode parecer pequena para o mundo, mas para uma mãe atípica pode ser um milagre inteiro.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A fé verdadeira acolhe a mãe cansada; não exige que ela seja inquebrável.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando uma mãe diz que não aguenta mais, ela não está dizendo que não ama; está dizendo que está humana demais para continuar sozinha.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O descanso da mãe atípica não é luxo; é condição mínima para que o cuidado continue sem destruir quem cuida.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica carrega documentos, laudos, medicações, alimentos, estratégias e uma força que ninguém vê.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A criança atípica não é responsabilidade exclusiva da mãe; é responsabilidade da família, da escola, da saúde, do Estado e da sociedade.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá