Poesias sobre a lua para iluminar pensamentos e corações
Almejo aquele dia de sol,
A brisa quente que encosta na pele como o calor de um abraço,
O gosto do sal no corpo,
O azul do céu encontrando o mar,
Do nascer do sol,
Até o alaranjar do entardecer,
E quando ele se pôr,
A lua cresce imponente,
Seu reflexo clareia aquele barquinho atracado na ilha,
Serenidade e paz,
Todo o bem que isso trás,
Coração quente,
Mãos dadas,
Nosso vinho, um violão,
Isso sim é um dia bom.
Calma, respira...
Vamos lá velho coração, hora de acorda
Você era tão vermelho e lindo...
Por que está cinza?
Igual as tv dos anos 90, preta com branca e falhas
Não iríamos mudar o mundo?
E sempre ser diferente?
Por fim, no mundo a vários corações,
eu aqui sofrendo por uma,
Lá vamos nós deitado no velho colchão,
Vendo o brilho da lua refletindo na janela,
Tentando entender o,
por que tantos arrependimento,
Sou apenas um cara tentando ser diferente,
não mereço,
O vazio anda me consumindo,
sinto que irei ter um colapso com a ansiedade,
Calma, respira...
Foram apenas dias ruim,
O meu velho cachorro está deitado na sala,
E eu aqui precisando de um velho abraço,
Nessa madrugada fria.
Vida Minha
A vida me deu tantas oportunidades
Todas deixei escorregar entre meus dedos
Hoje me pego a pensar
O que seria de mim
Se não tivesse deixado você ir embora...
A culpa é minha
Seu amor era meu, não dei valor
Agora pra não morrer de amor
Fecho os olhos
Sinto você na minha frente
Sinto sua mão sob a minha
Sinto sua boca me tocar
Sinto tanto amor...
Mais aí acordo desse sonho
Você não está aqui...
Deixei você ir embora
Só ficou a vontade de ter em meus braços
dá meus abraços
Te dar amor, vida minha.
" É, na tua nascente que eu preciso
Poder afogar a minha tristeza
E matar a minha saudade,
É, nós teus olhos coloridos
Que eu me visto em Picasso,
E pinto com as cores da realidade
Os meus dias imaginários,
É, do teu inspirar que eu respiro
É, de te sonhar que hoje eu vivo,
Háaa! mãe minha, Maria meu viveiro
Os meus dias longe de te perdem a luz."
O sol vai nascer,
em noite estrelada.
Mas por que o sol vai nascer,
se ainda é madrugada?
Amanhece de uma vez,
não tenho sereno para você.
É? O meu cigarro ainda tem chama.
poxa, aqui não tem fósforo!
E aquela lua espreitando?
espreitando não sei o que.
Ainda é noite?
olha o vermelho, não vês o sol?
Sol?, é apenas o que você queria ver, reluzindo.
A noite é ensolarada com você.
acabou o cigarro, e já se vou.
e o eterno se vai?
Se vai, dormindo.
Luz do sol que irradia o dia, do dia resplendia a vida, do caos o fim que anoitecia a madrugada com estrelas que nada iluminaria.
O amor morria como nunca tivesse nascido, como o sol que beija o mar e é engolido no horizonte no esplendor fenômeno dos olhos que se escrevia.
à lua que lacrimeja a noite no sereno de sua tristeza, ao sol que traz uma esperança morta, ao amor que se desistia, trago a luz do dia e a poesia de uma noite gótica
QUEM ME CONTOU?
.
Tamborilando nas folhas
Hoje, ela veio de mansinho
Sem raio e sem trovão
Passo a passo miudinho,
Mas cumpriu bem o seu papel
Houve até lua de mel
Quem me contou? Um passarinho!
Muitos querem usar da sua sabedoria para provar que Deus não existe, mas a existência da Terra, do Sol, da Lua e das Estrelas, mostra que existe uma Sabedoria Superior que criou e colocou todas as coisas em seus devidos lugares.
Eclipse e a luz!
Vi uma energia radiante que se conectou com a luz da estrela, fazendo um alinhamento com a vida, amor e felicidade.
O eclipsar de três forças do universo, sol, lua e terra em um encontro perfeito.
Pedi ao vento para me levar através do tempo no passado para rever ela, em cada lugar por onde passei, encontrava apenas seu rastro, durante décadas viajei em sua busca, um sorriso estampado em minhas lembranças me fazia ter forças para continuar...
Uma música sempre me alertava que estava chegando perto de encontra-la...
O vento me dizia que ela não estava muito longe...
Depois de visitar o passado o vento me conduziu ao ponto da partida e me disse: Olha aquele pôr-do-sol, espere um pouco mais para ver as estrelas brilhando no firmamento e, a lua que ilumina seus caminhos durante a noite e, o amanhecer que vem chegando trazendo um novo dia cheio de esperança e luz, é aqui no presente que está a felicidade.
Energia radiante
O pôr do Sol no horizonte de um rio ou no mar é um espetáculo que mexe com as emoções no fundo da alma
O espelho na água a refletir um esplendoroso encontro entre a luz e a água revigorando os sentimentos a cada entardecer
Ao anoitecer um outro espetáculo da vida nos contempla com o brilho das Estrelas e da Lua
No dia seguinte o Sol chega de mansinho no final da madrugada
Trazendo a esperança de um dia radiante de alegria
Para mostrar que nada é impossível
Quando esta energia radiante brilha dentro de nós.
Seja bem-vindo Setembro!
Com a natureza se fazendo presente com toda a sua plenitude no desabrochar das flores.
O vento do dia e a brisa da noite, anunciando o espetáculo da vida.
O Sol a Lua e as estrelas no céu em sintonia com a terra.
Com luzes cores e alegria.
Ele e ela, novamente juntos brilhando no universo e anunciando outros tempos...
O encontro que iluminou o céu, a Lua e Vênus.
LUZ DO ESPONTÂNEO
Encantadora magia
Já foi pandeiro de prata
Nos versos de um conterrâneo
Faz cessar esta afagia
Lua que a ideia recata
Traz tua luz ao espontâneo.
Os avós observando as galerinhas. Disputando espaço para ver a eclipse lunar. Uns falavam mais alto do que outro. Com celular de última geração para tirar fotos da Lua. Eles estavam esquecidos nos cantos da sala. Ninguém lembrou de levá-los para participar deste evento. Afinal, eles dão trabalhos. Não andam. Estão velhinhos gagas. E ninguém se propôs a interagir. Nem celular eles têm!
- Olha a lua q linda que tá hoje! Gritava alto uma das adolescentes, para que todos pudessem ouvir. Click. Click. Todos tentando pegar o melhor ângulo da eclipse. - Olha que linda! Esqueceram os idosos sentados e pensativos.
Mas, a lua... Os filhos, os primos e amigos estavam em festas. A Lua!!!!
Desatentaram-se. Ao que está tão raro. O Amor! Quase q extinto. Raro de se ver.Até existe sim. O "amor" pelo interesse. Tá até espalhado pelo mundo. Mas, o amor genuíno. Raríssimo. Tão extraordinário qto a lua distante. O amor. Tão lindo quando há entre os irmãos. Impossível ser registrado pelos melhores celulares.
A Lua passou!!! Os momentos foram registrados. As fotos. As melhores. Foram postadas. Quantas curtições!!! 👍👍👍👉👌 Ops! Dois últimos não.
Quando tudo acabou. Alguém se lembrou de levar, aqueles que tanto deram amor aos filhos e netos, para a cama. Um dos filhos fez q já não existiam. Impaciente. Tiveram de cuidá-los. Obrigação.
Enfim, muitos perdem tempo com algo tão distante. E que não aquece a alma da humanidade. Sendo objeto de exploração do homem. Enquanto, que o amor transforma o mundo. Combate o ódio, o preconceito, a desunião, a destruição. Inclusive, a ganância q está destruindo o planeta. O AMOR entre os q estão próximos. Que até há de preservar a lua da destruição humana. Pq a terra já está comprometida.
Até a próxima eclipse! O amor está aí do lado. Aproveite!!
"Antes de tudo; perdão pela carta.
Essas palavras, são minha carta, para eu velejar seguro, por suas águas.
Águas de ilusões, de palavras doces, e lágrimas amargas.
Eu sei o que me espera na sua enseada.
Eu sei que a cada mergulho, a cada braçada, eu hei de afogar-me, em suas palavras.
Mar de ilusão, suas águas, quando em lágrimas, ao meu eu, enxurrada.
Antes de tudo; perdão pela carta.
Eu sou o que sou, amo ela, amo-a muito mais que o fim de tarde, ou o primeiro raio da alvorada.
Eu sou uma única gota, meu amor por ela, uma cascata.
O que escrevo para você mulher, é apenas uma nota, o que sinto por ti, é serenata.
Declaro apenas o brilho da Lua, meu amor tem a luz de galáxias.
Escrevo palavras bobas em um pedaço de papel, que em papel não descrevem nada.
Perdão pela simplicidade e pela alma parva.
Antes de tudo, perdão pelos erros, perdão pelo amor e perdão pela carta..."
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o farfalhar das folhas, o doce e sereno bailar das árvores.
Odeio o bafejar do vento, que me assopra a face.
Odeio o pôr do Sol, cuja beleza sublime me remete a ela, minha beldade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o cantarolar dos pássaros e a balbúrdia da cidade.
Odeio tantas coisas, mas eu odeio mesmo é essa distância, nossa saudade.
Odeio a mentira, mas, por tantas vezes, também odiei a verdade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio ter que me reencontrar todas as vezes em que me perco no castanho dos seus olhos, meu mar de serenidade.
Odeio sua boca, pois, mesmo estando tão perto da minha, a distância que as separa vai daqui até Marte.
Às vezes, odeio amar-te.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio meu corpo, pois quando está deslizando sobre o seu, me queima a pele e an alma arde.
Odeio toda religião, pois fiz somente de ti minha divindade.
Odeio as estrelas e a Lua, porque o brilho e a palidez me lembram suas fases.
E por lembrar-me amiúde de ti, amada minha, é que eu amo o fim de tarde…
"Se um amor, só se cura com outro amor, por quê meus amores, não me curou do seu?
Talvez, o amor não seja uma doença, talvez uma maldição, criada por Deus.
Uma espécie de penitência, purgatório, pra quem em outras vidas, o pecado da indiferença, cometeu.
Dos prazeres da vida, amar você, foi o que mais doeu.
As mazelas de nós dois, faz com que, acerca do deus amor, eu me torne ateu.
Te vejo, te sinto, me torno outra pessoa, me perco em seus olhos, já não sei mais, quem sou eu.
Meu caminho, só se ilumina em sua presença; em sua ausência, é só breu.
Faço uma pergunta, pra uma fria Lua, que nem mesmo o Criador, respondeu.
Se um amor, só se cura com outro amor, então, por quê meus amores, não me curou do seu?" - EDSON, Wikney
"Hoje, ela apareceu do nada.
Veio me pedir perdão, com palavras ensaiadas.
De olhos lacrimejados e voz embargada.
Frases mal ditas, coisas não ditas, ideias entrecortadas.
Do que me dissera, não pude crer em nada.
Só acreditei no beijo repentino, na nudez e na pele suada.
Acreditei em cada suspiro e após cada gemido, ela dizendo que me amava.
Acreditei quando sobre meu peito, caiu uma lágrima.
Da boca dela, não acreditei no perdão em palavra.
Acreditei no desespero em cada beijo, parecia, que em meus lábios, se afogava.
Fui capaz de crer, quando despida, à luz da Lua, sua pele brilhava.
Refleti só, enquanto ela adormecia, por toda a madrugada.
Eu até queria, mas não poderei perdoá-la.
Não posso correr o risco e perdê-la de vista, espero que amanhã, ela apareça aqui, do nada..."
Me apaixonei por você e sabendo que não poderia te ter, destruí meu coração com um pequeno martelo pedaço por pedaço, mas nunca por inteiro.
Sabendo que não poderia te ter, me contentei com o reflexo da Lua no mar, mas se um dia a Lua descer, não sei se o mar a deixaria voltar.
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