Poesia de Amor pequena
Podemos até dizer que não acreditamos no amor, mais deixar de sentir não é simplesmente uma escolha.
Relutamos dizer amor eu te amo, nos afastamos realmente de quem realmente amamos, mas quando os perdemos vemos o quanto fomos desumanos, por negar o bem maior que armazenamos, o amor que Nunca mais aplicamos porque perdemos os que veneramos.
Maturidade é está convencido de que o amor sem segundas intenções permanece apesar de tudo e de todos.
Maturidade e saber que o amor só pode ser endireitado em duas pernas, a perna da atenção e a perna do respeito, então, se uma delas se perder, é amor coxo.
Isso é amor, eu te amo quando morro e quando te amo sinto que estou morrendo, mas eu morro de amor, em você, e por você.
Vou tirar do bolso meu sermão, em tom de prece e ilusão, declarar o meu amor e te entregar meu coração.
aos gritos clamo por você enquanto baixinho em seu ouvido conquistam seu amor ou ao menos tem o seu prazer...
infelizmente só damos valor quando perdermos mas um dia seremos o desvalor do amor que mereceremos...
amor tortura e contamina todo o ser e generaliza uma espécie de infecção de paixões frustadas e sentimentos inacabados
onde o amor nasce, há luz, onde o amor vive há trevas, há trevas e luz quando se ama, há nós de uma paixão introvertida dessas que não se expressam, apenas se sente e sentindo somente no silêncio das despedidas que nos induz pois quando se ama há trevas, há luz!
uns chamam de amor e outros paixão, quando de você não consigo esquecer e faz pulsar mais forte meu coração.
e minha voz se calou na sua e meu corpo encontrou o teu, não são núpcias serenando o amor ou um namoro tirando a sorte, são lágrimas de dor embelezando a morte.
Os ventos sopram o mar, o mar vai-se embora para o infinito, meu amor se abraça com o abismo, foi-se um amor que não soube amar.
O som parece um banda tocando em rua estreita, exageradamente, é como meu amor que sobejo por ti, amor jogado e só sobras, há uma estruição de meu amor e você ainda rir...
O amor que feneceu, morreu matado covardemente, e tudo que o nosso amor viveu, será amado eternamente.
O amor existe mesmo que surja dentre as pedras e poeira, às vezes incompreensível como a vida ansiando o horror, haverá de existir e de existência viveremos a procura desse amor...
O amor une tudo, muitas das vezes temos o mesmo sangue e nos odiamos, brincam de amar estoicamente, um dia quando amarmos de verdade encontraremos o sentido de tudo e a resposta para tudo.
... ah meu amor! deleito-me em sua voz poética e na palidez de sua vivência, hoje é mais só um dia que loucamente vou viver, no prazer incontido de sua entorpecente existência...
recomeçar, dá um novo passo, ousado e sonhador, um coração saudável, pulsando apenas o bom do amor...
