Poesia de Amor pequena
Em cada beijo há um poema
Em cada abraço uma poesia
Em cada saudade um verso
Em cada desejo um soneto.
(...)
Eu vejo como o verde.
De vida,
de ver
de viver
Eu vejo sem crer,
sem porque
sem mesmo entender,
apenas pra ver
E assim eu vou vendo
esse mundo viver.
E sem entender,
eu vivo pra ser.
Quando a saudade aperta
Chamo o vento, a chuva
Ao sentir a chuva e o vento
No meu rosto lembro-me
Das tuas mãos perfumadas
Acariciar-me o rosto
E das saudades que tenho de ti.
A minha alma repousa
Nos ramos despidos
Sem pudor no teu corpo
Na árvore plantada
Deste nosso Outono.
Cansada da tanta injustiça
De tanta maldade que me deixa
Com um nó preso na garganta
Porque não consigo engolir todo o mal
VIDA
A vida é uma simples aventura
Viva, cante, sinta
Ame, chore, brinque
Ganhe, perca
Caia, tropece, levante-se
Sorria, apaixone-se
Deseje sem medo
E siga em diante
Obrigada senhor
Por me mandares anjos
Que me guiam junto a ti
Eliminando todas as pedras
Do meu caminho.
Não se apaixone por mim
Pois meu começo ja tem um fim
Disistir nunca foi pra mim
Por isso não se apaixone por mim
O alívio, a cura dos males gerados, só depende do Bem praticado, o que ocorre dentro de uma ordem mantida pela Lei Maior que rege o Universo.
Sebastian Striquer
"Não tenha medo de envelhecer
Cada ruga no rosto é um capítulo de um livro
Que a vida foi escrevendo tudo que vivemos.”
Meu coração disparado ao olhar em teus olhinhos apertados!
Como desejo sua presença! E, na tua ausência, após as portas se fecharem, o sentimento mais lindo a inundar o peito meu!
Amo-te!
São nas vazias
Ruas da minha solidão
Entre prosas e sonetos
Dos molhados becos escuros
Que estão abandonados todos
Os poemas que te escrevi
Durante toda a minha vida
QUERO
Quero ter-te
Quero amar-te
Como se não
Houvesse mais nada
Deste meu querer
Que me torna submissa
Amando-te
Mais do que cobiço
Quero ter-te
Quero amar-te
Mais de mil vezes
Que vivi matei e morri
Desejando-te.
SIM
Cobre-me
Com teu calor
Revela-te a mim
Pois tenho sede
Tenho fome
Fome de ti
Invade o meu corpo
Deseja-me
Dilacera-me
Domina-me
Aquece-me no Fogo
Que me queima
Loucamente
Na Vontade de sentir
A tua boca na minha.
A MINHA
A minha alma está seca
De lentes quadradas
De soltas alegrias
De risos perdidos
De vazios insondáveis
De sonhos violáveis
Doi-me o corpo que mendiga
Perdão, perdão que não consegue
Alcançar de tanto procurar
Nos sonhos perdidos
De uma alma seca, a minha claro.
VIDA
Que a vida
Seja sempre
De seda _ Cetim
Chita _ Chiffon
Algodão _ Lã
Veludo
Não importa a textura
Mas sim que seja
Feita de retalhos
De alegria
Com a felicidade em mim.
Ensina-me a esquecer-te
Como me ensinaste a amar-te
Antes que a trovoada te leve
Para longe de mim meu amor
