Poesia Carinho Machado de Assis

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No silêncio da pausa, o universo revela a força de sua própria eternidade. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon

Na pausa, cada escolha se multiplica, cada pensamento se torna infinito. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon

Quem domina a pausa no tempo não se apressa, controla o fluxo da realidade. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon

A pausa no tempo permite que a consciência enxergue o que a pressa esconde. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon

A pausa no tempo é a ponte entre o que fomos e o que podemos nos tornar. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon

Cada respiração conectada ao Pleroma revela uma camada do poder interior. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon

No Pleroma, não há reis nem escravos, apenas consciência pura em movimento. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon

Quem toca o Pleroma percebe que o tempo e a forma são meras ilusões. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon

Pleroma é o vazio que tudo preenche, a força invisível que sustenta a realidade. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon

A pausa no tempo não é ausência, é o poder de tudo se tornar visível. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon

O Pleroma guarda a luz que os Arcontes tentam esconder. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon

Na pausa do tempo, cada instante revela a eternidade que ignoramos. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon

Boa escrita nasce quando o pensamento aprende a respirar no presente. O amanhã agradece, mas quem decide é sempre o agora.

“Muitas vezes, entre amigos e colegas, me obrigo a sorrir para que ninguém perceba. Aceno, convenço — e desempenho bem o papel de um bom ator.”

“Que a vida não me encontre distraído quando o eterno vier me buscar; quero partir com os olhos cheios de mundo e a alma transbordando de consciência.”

No vazio da pausa, o poder se revela sem palavras, sem movimento, sem limites. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon

“Responsabilidade não é um conceito abstrato que se aprende observando a vida à distância; ela se constrói no peso das escolhas e no risco real de caminhar com as próprias pernas. Crescer exige enfrentar as próprias limitações, sustentar o próprio caminho e assumir as consequências do que se decide — inclusive o caos que isso provoca. Quem nunca atravessou esse território costuma enxergar o erro alheio com facilidade, não por lucidez, mas porque jamais se permitiu a vulnerabilidade de tentar por si mesmo. É simples parecer centrado quando não se administra a instabilidade da independência. Difícil, e raro, é sustentar a própria vida sem terceirizar decisões e ainda assim seguir adiante com consciência.”

⁠E a eternidade começou, mas o homem não nasceu para ser eterno. Nascemos para morrer, para nos tornarmos matéria orgânica. Para nos tornarmos memórias e esquecimento no coração dos homens.

Cem Anos de Solidão (série)
1ª temporada, episódio 4.

“O vazio se instaura onde antes pulsava a vida, não como um buraco, mas como um silêncio carregado de ecos. Inexistir não é apenas ausência: é o apagamento do nome, do gesto e da memória que sustentavam o real. O que foi fictício desfaz-se no ar como miragem; o que se extinguiu retorna ao cosmos em forma de quietude. No intervalo sutil entre o ser e o nada, pairam as cinzas luminosas de uma quimera — não mortas, apenas transmutadas. O fim não é escolha nem castigo: é o rito inevitável pelo qual uma existência atravessa o tempo e se converte em lembrança, antes mesmo de cessar.”

“Ultimamente, o segredo da minha tranquilidade é simples: não deixo que o julgamento alheio dite como devo me sentir. Escolho ignorar as críticas negativas e desejar a Luz de DEUS a quem me ataca com vãs palavras ao vento. Entendi que pessoas resolvidas e felizes não têm tempo para diminuir ninguém; elas usam sua energia para orar por quem enfrenta problemas e para encorajar e ajudar.”