Poesia Carinho Machado de Assis
Quem você tem alimentado mais, a sua carne ou o seu espírito?, à quem você tem mais amado e se dedicado mais?, quem você alimentar mais, este vencerá.
Tenha certeza que você tem valor, e que você é especial e importante na sociedade, lembre-se de que Cristo deu a sua vida por você e prometeu que enviaria o seu Espírito Santo para fazer morada permanente em você. Se você tem Cristo, és vitorioso(a) e invencível. Vá e conquiste.
Não ganhe dinheiro com a Palavra de Deus, Não tire proveito pessoal do dom e da graça de Deus. Você recebeu a vida, a saúde, a inteligência e os talentos de graça, portando trabalhe de graça para Deus.
E depois da morte, onde você acha que estará?, a alma é eterna, a sua alma vai para algum lugar, ou vai para o céu ou para inferno, não existe meio termo. Pense nisso.
Venha à Cristo pelo que Ele é, e não pelo que Ele faz ou pode fazer, venha à Cristo pelo seu imenso poder, majestade, glória, santidade, invencibilidade, amor, justiça, graça e perdão. Venha à Cristo não para pedir algo, mas para oferecer à sua vida, o seu louvor, a sua adoração e o seu serviço.
A teologia da prosperidade traz consigo uma falsa alegria e esperança, promete riqueza e vitórias sem fim, mas, onde está esta teologia nas Escrituras? Prove-me dentro das Escrituras que eu estou errado.
Se existe um muro entre nós e Deus, Cristo derruba o muro, se existe um véu entre nós e Deus, Cristo tira este véu, se existe uma inimizade entre nós e Deus, Cristo nos reconcilia com Ele. Cristo é tudo o que precisamos para entrar nos santo dos santos, Cristo nos aproxima e nos dar ousadia e direito para chegarmos na presença do Altíssimo. Basta você Crêr e aceitá-lo.
Chorar não é fraqueza. Chorar é o grito da alma para ser lavada. Liberte-se, chore, grite e esperneie. Porém, não deixem calarem a sua alma, seja livre, seja feliz e abra a sua alma!
Para termos novas lembranças, é simples, compareça, se não vier, vá! Se não tentar, tente! Se não chamar, chame! Se não as lembranças serão como água da chuva!
O sujeito achar que um diploma de filosofia pela USP faz dele um filósofo é uma idéia tão idiota quanto imaginar que um diploma de História da Pintura faz dele um pintor. Nem um único filósofo foi jamais formado pela USP ou por qualquer outra universidade brasileira e, pelo andar da carruagem, jamais o será.
No chamado 'debate nacional', a dimensão de verdade e falsidade não existe. Só o instinto grupal de ataque e defesa.
É bem certo que a natureza não dá saltos, mas também o ser humano deve sempre progredir em seus propósitos, para o alto e para frente. E isto não é arrogância, é a lei da vida, a ordem das coisas.
Quando você não sabe quem é e o seu propósito na vida, as pessoas te definirão e te darão qualquer lugar.
Não desperdice as presentes oportunidades, porque pessoas há que almejam alcança-las no futuro e esquecem que as bases para lá chegar, devem ser construídas no presente.
O tempo passa e a gente aprende que a pressa para alcançar um objetivo não é tão eficaz quanto a perseverança e a capacitação.
" O primeiro sinal da ignorância, é confiar no seu próprio entendimento,e reconhecer isso,já me coloca em destaque no pódio! Sobre àqueles que saíram em vantagem e sobre àqueles ficaram estagnados pensando que Sao luz ou que sabem alguma coisa."
"Você é refém do conhecimento que adquire e transmite, pois a conversação a respeito das problemáticas, geram ideias que trarão soluções intelectuais, dessa forma aumentando a quantidade do saber, tanto de quem recebe quanto de quem compartilha".
Tenho 50anos, sei ler,escrever,fazer contas,mas não tive o prazer de poder estudar.Aos 11 anos de idade, minha mãe me deu a notícia que não iria mais na escola, pois teria que tomar conta do sobrinho. Eu decepcionada respondi, eu preciso estudar,então ela disse, não temos dinheiro para comprar os livros. Impressionante é que eu nunca consegui retornar a escola, pois o trabalho estava sempre em primeiro lugar. Aos 7 anos andava 6 kilometros para chegar na escola num pequeno município. A moda era uma conguinha azul, meu sonho colocar uma nos pés, mas nunca realizei, ia com os pés no chão. E pelos caminhos, trilhas,haviam muitos espinhos de sapê, juá...subia e decia,era cansativo mas as vezes até divertido. A minha sala era no salão da igreja, tínhamos 5 minutos para fazer xixi atrás da igreja, não havia banheiros . Eu nunca pude levar merenda pra escola,antes de ir eu comia hiame que meu pai cozinhava também para os porcos . Minha mãe sempre adoecia e meu cunhado a levava para a cidade para ir ao médico. Com o tempo eu percebi que a doença dela era não ter o que fazer para comermos. Assim que ela saia eu ia pra cozinha preparar o jantar, abria o armário e só encontrava os restinhos dos alimentos. Eu pegava o restinho do arroz, que era um bem quebradinho, que meu pai comprava na máquina, era mais barato. Juntava com o feijão, ia na horta e pegava cheiro Verde,aqueles tomatinhos azedinhos,não me esqueço da enxadinha que eu usava para arrancar batata doce e hiame,resumindo ,fazia um belo sopaõ. Enquanto isso Meu pai dava seus pulos e minha mãe voltava aliviada, pois a sopa ainda sobrava. As 17horas eu colocava querosene nas lamparinas. A água esquentava no fogão a lenha, para lavarmos os pés rsrs . E a noite eu lia os romances Sabrina, dormia num colchão de palha, e a lamparina ficava sobre meu peito, é eu lia até tarde sem maldade alguma,sem noção do perigo.
Mad Max e Nexus, estão chegando de uma forma silenciosa dominando tudo , que a população do mundo não estão prestando atenção. .
E o tempo ia passando, as dificuldades aumentando, meu pai enfraquecido e minha mãe do mesmo jeito. Apesar de 7 filhos, apenas eu,a caçula de 13 anos convivia com a tal situação. Meu pai cortava cana para um fazendeiro, roçava os pastos ,era o dinheiro que entrava. Os frangos que tínhamos no terreiro era pra vender na cidade, os ovos, as bananas também. Eu procura no bananal algumas antes do meu pai ,lembro que amassava em uma caneca com água e açúcar rsrs ,saboreava como vitamina. Em setembro era a época de preparar a terra para o plantio, eu amava essa época. O canto do sabiá, ate hoje quando ouço, me vem a saudade. Quando o arado passava,eu achava batata doce. No plantio meu pai cavava a cova, e adubava,meu irmão colocava o milho e eu o feijão. Era legal! Mas quando a plantação brotava, aí sim eu sofria,eu passava dias no alto da colina com uma lata e um pau na mão, quando o bando de pássaros deciam eu batia na lata e gritava ,puuuuulêeee ,assim eles não conseguiam arrancar nossa plantação. Não era fácil. Minha casa era simples, os quartos era de assoalhos de madeira bruta, a cozinha era de chão. Toda sexta eu passava argila amarela nas paredes para cobrir a parte escura que o fogão a lenha fazia, e no chão também. As vezes passava cocô de boi,o chão ficava verdinho e quentinho. E eu fingia que era carpete. Na minha casa não tinha banheiro, a noite usávamos o penico, e durante o dia era no mato . Muitas vezes eu encontrava cuecas do meu pai penduradas nas bananeiras kkkk,acho que não dava tempo dele chegar num lugar reservado, então já cagado ele abandonava por la mesmo. Ahhh tenho muitas historias pra contar...
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