Poesia Carinho Machado de Assis

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Luta-se e morre-se por um ideal. (...) mas não se deixam morrer, matar, assim, animalmente, pelos ideais alheios.

Antonieta de Barros
ILHA, Maria da. Farrapos de Ideias. República. Santa Catarina, 12 mar. 1933.

Os irracionais trabalham, lutam para a conquista do seu alimento. E a mulher? Inferior aos próprios irracionais, doméstica e domesticada, se contentará, eternamente, em constituir a mais sacrificada metade do gênero humano?

Antonieta de Barros
ILHA, Maria da. Farrapos de Ideias. República. Santa Catarina, 15 abr. 1934.

Dos grandes silêncios, daqueles que obrigam as criaturas a uma integralização perfeita consigo mesma, é que surge todo o maravilhoso da existência.

Antonieta de Barros
ILHA, Maria da. Farrapos de Ideias. República. Santa Catarina, 24 abr. 1932.

É no conhecimento das imperfeições próprias e na sua consequente correção que a vida se ameniza.

Antonieta de Barros
ILHA, Maria da. Farrapos de Ideias. República. Santa Catarina, 1 jul. 1934.

Só o conhecimento da ciência da vida, permite ao homem fugir das paixões negativas que proliferam lá fora.

Antonieta de Barros
ILHA, Maria da. Farrapos de Ideias. República. Santa Catarina, 14 jun. 1936.

O professor, tem que ser mais que instrutor: – o arquiteto apaixonado do futuro, o plasmador consciente das individualidades, um idealista impenitente. Trabalhar com a alma e o coração, postos no futuro, e ser, desse alvorecer deslumbrador – que se divisa, além, muito além, ainda, o sol, e a própria vida.

Antonieta de Barros
ILHA, Maria da. Farrapos de Ideias. República. Santa Catarina, 10 nov. 1932.

É a educação que transforma pigmeus em gigantes, dá aos homens força para enfrentar os mais sérios obstáculos.

Antonieta de Barros
ILHA, Maria da. Farrapos de Ideias. República. Santa Catarina, 14 mai. 1933.

Mulher, à proporção que mais penetro na vida, mais compreendo as responsabilidades que nos cabem na felicidade do mundo.

Antonieta de Barros
BARROS, A. (2011). Falando as mestras. ÁGORA: Arquivologia Em Debate, 11(23), 7–12.

Nota: Trecho de discurso dado em 26 de novembro de 1945, no Teatro Álvaro de Carvalho, na formatura das Magistrandas do Instituto Coração de Jesus de Florianópolis.

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Há flores e sombras em todas as estradas. Há música em todas as veredas. Não há, minhas queridas filhas, as mais das vezes, é sensibilidade, para percebê-las.

Antonieta de Barros
BARROS, A. (2011). Falando as mestras. ÁGORA: Arquivologia Em Debate, 11(23), 7–12.

Nota: Trecho de discurso dado em 26 de novembro de 1945, no Teatro Álvaro de Carvalho, na formatura das Magistrandas do Instituto Coração de Jesus de Florianópolis.

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⁠⁠Nunca veleje para teu filho! Entregue a ele o leme, para que ele possa desbravar seu próprio caminho.

⁠Mostre ao seu filho as inúmeras possibilidades que o mundo lhe oferece... para que quando crescido, ele não seja limitado com os limites que a sociedade impõe.

A luz iluminou o mundo, revelando tudo. Ela brilhou neste mundo belo, feio, amável e cruel, e no meu próprio eu, pequeno e mesquinho.

Lutamos cegamente na sujeira da escuridão, dia após dia. É tão errado assim procurar uma fagulha de luz?

⁠Dias cor de cinza e chuvosos,tempo frio e ruas em silêncio,o único som que ecoa é da brisa do vento,sublime paz me parece!

O sonho só começa a se torna possível, quando você se atreve a ignorar as dificuldades abraçando o sonho com todas as forças...

⁠⁠Que a nova história seja escrita no livro da vida, o que era velho se faça novo e o que foi quebrado seja reconstruído e abençoado por Deus em nome de Jesus.

Nada te impede de sonhar, mas saiba que o sonho sem Deus é apenas um devaneio. Quando se sonha com Deus, o impossível se torna realidade, perfeito e indiscutível.

Não adianta pensar sem agir: é como orar sem ação. ORAR + AÇÃO = RESULTADO. Pense, planeje e corra atrás dos seus sonhos

O amor não é apenas uma palavra que pode ser jogada ao vento, mas sim o comprometimento de duas vontades.

Encare a vida de maneira tão forte a ponto de torná-la inabalável, porém a têm como tão frágil a ponto de mostrar que somos humanos.