Poemas Voltando pra Casa
Quando você sente a morte fungando no seu cangote, sabe que nada voltará a ser como antes e que precisa fazer o possível pra sobreviver.
Marge: "Homer, como as crianças farão para voltarem pra casa com toda essa neve?"
Homer: "Eu sei lá, internet?"
Talvez um dia eu vá rastejar de volta para casa, exausta, derrotada. Mas não enquanto eu puder criar histórias a partir do meu desgosto, beleza a partir da tristeza.
Não precisamos que você nos salve. Não precisamos ser consertados. O que temos não é uma maldição. É um dom.
Ele morreu anos atrás. Então ou vimos outra pessoa, ou você está voando na escuridão para lutar contra um fantasma.
Quando interferiu no feitiço para esquecerem que Peter Parker é o Homem-Aranha, começamos a receber visitas de todos os universos.
Às vezes eu não sou eu mesmo. Sou… outra pessoa. E sempre que essa pessoa está no controle, eu não consigo me lembrar das coisas.
Volta logo, Jesus, vem, me leva pra casa
O céu é o meu lar, o céu é minha morada
Mas volta logo Jesus, tenho saudade de casa
Uma casa é para onde você volta (...). Se não tem uma, por que não arranja algo parecido? Foi o que eu fiz. Um lugar para onde voltar.
A gente, filhos de mãe solteira, aprende desde cedo a procurar o caminho mais curto para voltar para casa, nos permitimos a estipular as nossas próprias regras, nos tornamos os nossos protetores e, com o aprendizado da realidade, tentamos espelhar essa proteção para quem escolheu permanecer ao nosso lado, seja mãe, vó ou qualquer representante afetivo. A gente precisa amadurecer mais rápido, porque não poderíamos ter medo de bicho-papão, escuro ou trovões já que a única pessoa que tecemos confiança estava trabalhando para garantir a sobrevivência do filho que se tornou responsável. A gente é condicionado a fazer todas as coisas sozinho, o gosto da rejeição se desenvolve no nosso primeiro trauma e mesmo sem entender os motivos do fracasso conjugal, nos sentíamos profundamente incompletos. A gente se desequilibra, a gente cai, mas a gente não se quebra.
