Poemas Vinicius de Moraes Patria minha
"Naquele momento, tudo o que eu queria era atenção e companhia... Ignorando a minha falta de carisma, cheguei a até acreditar que eu tinha seguidores ou até mesmo admiradores dentro de um cenário montado. O tempo passou e vi que muito do que expus, mal interessava a mim e longe de suprir as minhas necessidades (Eu me tornei um mero serviçal a vontades alheias); Pouco retornava e as recompensas sempre me deixaram constrangido, mas esse não era o problema. Como eu era tolo... Confuso quanto a merecimentos, muito daquilo não eram recompensas e sim migalhas. Essas foram me atraindo, conquistando e iludindo. Fugindo do mundo imaginário, eu me via destilando uma pobre versão minha... Eu era o bufão em um reino de cegos e surdos. Caminho estreito... É assim que um homem encontra a ruína. A perda da identidade nos rouba de si... Quando comigo me vi sozinho, entendi porque eu não tinha companhia."
Seres pensantes chamam a minha atenção. Seres extremamente pensantes conquistam a minha mais autêntica admiração.
Senhor, preciso de fé para não me curvar!
Deus meu, se atenta pra minha alma que clama pelo seu amor.
No vasto mar da minha vida, ainda tem algumas sereias que me encantam com a sua voz, mas só nos teus braços, encontro a minha foz.
Entre o céu e a terra está a minha fé. Meus inimigos podem conhecer as minhas deficiências, mas não sabem o tamanho nem a intensidade dela em relação a Deus.
"Meu coração, minha alma, meus pensamentos, sendo eles intangível, foram tocados por um simples "eu te amo" seu."
Se a minha boca é uma arma eu tenho tanto a capacidade de machucar quanto de evitar,tenho apenas que saber controlar.Sei que no fundo nem toda arma é apenas para machucar.
Dizem que vida é uma caixinha de surpresa. A minha está mais para um contêiner e daqueles bem grandes mesmo. Aja surpresas.
Me espere porque vou comprir minha promessa, Leticia Cabral, porque quero conhecer a sua mãe seu pai seu irmã sua família e seu novo namorado
Ele é o tempero que falta na minha comida, o cobertor que falta na minha cama, ele é todo o complemento que falta na minha vida.
O cão late, o portão continua aberto e a equação matemática não sai de minha cabeça. Encontra-se o animal em um dilema entre fugir em disparada ou aguardar o remate da expressão numérica.
"Compreendia muito bem que as pessoas me esquecessem depois da minha morte. Já não tinham nada a fazer comigo. Nem sequer podia dizer que me custava pensar em semelhante possibilidade. Não há, no fundo, nenhuma ideia a que não nos habituemos"
“Então é isso... Minha intenção precípua jamais foi constranger o Professor — se é que assim posso chamá-lo. Quiçá em uma próxima oportunidade — e, por certo, haverá tantas outras, dada o tamanho abissal de sua ignorância — prometo que vou admoestá-lo com a suavidade de um rinoceronte faminto e a sutileza de uma jubarte em dieta.”
