Poemas Vinicius de Moraes o Lago
O final da análise consiste na queda do sujeito suposto saber, e sua redução ao advento desse objeto 'a', como causa da divisão do sujeito, que vem ao seu lugar. Aquele que, fantasmaticamente, joga a partida com o psicanalisando como sujeito suposto saber, a saber, o analista, é aquele (o analista) que vem, ao termo da análise, a suportar não ser nada mais que este resto. Esse resto da coisa sabida que se chama objeto 'a'.
O ato psicanalítico é, evidentemente, o que dá esse suporte, autoriza a realização da tarefa psicanalisante. É na medida em que o psicanalista dá a esse ato sua autorização, que o ato psicanalítico se realiza.
Quando foi a última vez que você parou na rua e olhou ao seu redor, um olhar observador, um olhar reparando em todas as pessoas que estão naquele mesmo ambiente que você?
Uma estrada que nos levaria a um ideal na vida, onde pudéssemos sonhar somente com vitórias e alegrias.
Estrada essa, com muitas curvas, pois são elas que nos levam aos imprevistos das curvas da vida.
Mesmo que as lágrimas atrapalhem a visão, que as pessoas digam não, que o tempo e o vento sopre para outra direção...Ainda assim, você pode reescrever sua história.
Ninguém é perfeito vinte e quatro horas por dia. E nem precisa ser. Errar é humano e, acima disso, essencial para nosso crescimento e amadurecimento.
“A vida é cheia de sabores. Tempere sua existência com as melhores cores. Use raras olências; sinta o aroma mais doce e delicado dos seus dias.” (Arfelli, 2014)
Assim como vaga-lumes brilham, coisas mágicas são esquecidas e fantasias de uma criança na infância, alguns livros de borboletas são esquecidos guardados em um lugar mofado e envelhecido.
“... O mundo fica mais perto de cada qual, não importa onde esteja. Cria-se, para toda a certeza e a consciência de ser mundo e de estar no mundo, mesmo se ainda não o alcançamos em plenitude material ou intelectual. O próprio mundo se instala nos lugares, sobretudo nas grandes cidades, pela presença maciça de uma humanidade misturada, vinda de todos os quadrantes e trazendo consigo interpretações variadas e múltiplas que ao mesmo tempo se chocam e colaboram na produção renovada do entendimento e da crítica da existência. Assim, o cotidiano de cada qual se enriquece, pela experiência própria e pela do vizinho, tanto pelas realizações atuais como pelas perspectivas de futuro..."
Transformamo-nos muito, adquirimos mais desenvoltura para tratar os assuntos que a nós interessa. Escolhemos as trilhas que devemos seguir, e com muito mais sabedoria... Por isso somos como o rio e o mar...Conquistamos a nossa tão sonhada autossuficiência, assim como o mar e rio Usurpam as suas...
O amor apenas consegue dar-se, e o entendimento de receber algo em troca nem vem à tona. Mas esse é o milagre da existência: Se oferecer amor, o amor lhe devolve o seu próprio amor mil vezes. Não é preciso mendigar. O amor faz de voce o melhor. Ele se dá e, estranhamente, descobre que o mesmo amor se desdobrou em todas as direções. Quanto mais voce oferecer, mais recebe.
A criança deve ser condicionada, de modo que seu amor esteja sempre direcionado para um objeto externo a ela. Isso torna o homem muito pobre, pois quando ama alguém que não a si mesmo, seja seus líderes espirituais, o papa, sua esposa, seu pai, seu marido, seus filhos, quem quer que seja o objeto de seu amor, torna-se dependente do objeto. Torna-se um objeto secundário a seus próprios olhos, torna-se um mendigo.
Mantenha sempre as esperanças, que é o que nos move a ser melhores, mas nunca deixe que a esperança se torne um objetivo utópico de uma certeza que será sempre duvidosa. Mantenha o foco, mais saiba que nada é mais real que o hoje.
Em toda escolha que fizer ao avançar, haverá riscos. Voce precisa se informar e tomar as próprias decisões. Não deixe ninguém roubar seus sonhos. Pessoas fracas demais para seguir os próprios sonhos sempre darão um jeito de desestimular os seus.
Assim como o experimento do “gato de Schroedinger” você apenas saberá o resultado se abrir a caixa. Antes disso você terá sempre as duas possibilidades.Então você se arriscaria a sair da sua zona de conforto para alçar voos mais altos?
As pessoas não podem ter um amor para um Deus sazonal. Como as flores, que dançam ao vento durante algumas semanas e logo somem. Esse “tipo de amor” a Deus não vem de dentro do ser da pessoa. Não é uma experiencia, é apenas um suborno.
As pessoas bem-sucedidas não pertencem a uma raça distinta: o que as diferencia é a atitude. O importante é perguntar a si mesmo: o que elas fazem que eu não faço? A sorte não é algo externo nem ligado ao acaso, e sim algo que só pode ser promovido pela própria pessoa, a partir da criação de novas circunstâncias.
Às vezes, a cura do nosso ódio pelas outras pessoas começa com um examesincero do que guardamos no nosso inconsciente. O ódio aos outros
frequentemente é sintoma de uma ferida interna em nós mesmos.
