Poemas Vinicius de Moraes de Mar
O amigo falso, é um anjo que foi lhe tirada as asas, um anjo que tropeça e cai com frequencia, e para não sofre sozinho te leva junto !
Há momentos em nossa vida que requerem calma e equilíbrio combinado com uma determinação austera... continuar seguindo em frente.
A poesia está na beleza dos olhos de quem vê, nas esquinas de pensamentos esquecidos, na fragilidade de um sentimento puro, nas cores da alvorada e no som da quebrada das ondas do mar...
Você acorda com tragedia é uma bosta, você passa o dia inteiro pensando... E se fosse comigo, um amigo meu, um filho, ou ate mesmo se fosse um inimigo... Não é porque eu desejo que paguem por todo mal, que quero que eles morram de uma forma tão desesperadora, sem fé e desesperados. Tem mortes que ninguém merece !
É dor e sofrimento mais que o nescessario para qualquer filho de Deus !
Nunca gostei de rotina, pra mim isso sempre foi um saco, todos os dias a mesma coisa... Depois que a gente cresce parece que somos forçados a ter uma rotina.
Eu só queria sair correndo, correndo mesmo !
E hoje meu pensamento é outro, quero alguém que caminhe na chuva comigo, que me tire sorrisos não lagrimas, que me faça ser feliz sempre, não momentos...
Alguém que faça eu entender, porque nunca deu certo com ninguém !
Hoje choro mar, amanhã navego por esse mar sem saber onde chegar, o importante desta viagem é só aqui não ficar.
Hoje eu acordei com um vazio que parece ser tão profundo que sou capaz de sentir ele deliberadamente dentro da minha alma, você se enraizou da forma mais linda dentro de mim e do jardim desse nosso amor fez crescer uma árvore linda e resistente, a cada briga e decepção contínua está árvore morria aos poucos, até que ela não suportou a estação do inverno que parecia não acabar e morreu, mas as raízes permaneceram lá e quando você se foi, o tronco daquela árvore caiu naquele jardim que já não existia mais cor e vida, deixando essa imensa cratera dentro do meu peito.
Me deixei levar pelas águas misteriosas do amor, e em uma grande e linda viagem fui pra longe do meu cais para atracar em um desconhecido, hoje este cais não existe mais depois que ele foi destruído eu perdi o norte da minha vida e o nordeste do meu cais, navego sem saber pra onde vou, a deriva da minha vida, as tempestades das decepções só me fazem morrer aos poucos o dia todo, todos os dias.
E aquilo que não sabia mais o que era, morreu hoje para sempre dentro do meu ser, e sei que jamais deixarei aquilo voltar a acontecer, do pôr do sol ao amanhecer, eu hoje me permitir voltar a florescer.
Devia ser maravilhoso permanecer em um grupo tão próximo, passar seus dias em companhia de irmãos a quem a quem confiaria a vida. Jamais conhecer a solidão.
Havia corrido a distância equivalente a uma maratona, mas não conseguiu se livrar de seus demônios pessoais e deixá-los na areia.
Tudo começou no dia do embarque. Embarcaram no navio acreditando que seria a melhor viagem da vida. Elas estavam erradas.
Mesmo sem sabermos, esta tinha sido nossa primeira viagem, mas não a última. Outro destino nos esperava. E quem sabe se também… outro mistério.
Monstros. Eles são reais? Ou as histórias só existem para respeitarmos os segredos sombrios do mar?
O desconhecido… É onde minha imaginação deseja se aventurar. E a pergunta continua a me atormentar… Como se pode conhecer o inconcebível?
