Poemas Tristes de Amor
Pra você.
Ei, calma, relaxa...
vá vivendo que tudo se encaixa.
Até me assusto
vendo logo você,
que se encanta
com todo conto doce que lê,
que chora com quem canta o amor mesmo sem ter,
de repente se entristecer
com algo bobo que lhe acontecer.
Preste atenção,
não sofra em vão.
Corre pra felicidade,
pois a tristeza,
essa,
voa com destreza.
Talvez
Talvez não seja ausência
Nem seja dor
Pode ser medo do seu desamor
Talvez não sinta alegria
E nem queira minha companhia
E percebeu, se enganou
Talvez seja mentira
Tenho medo que demore
A declarar verdadeiro amor
Talvez nunca declare
Nesse caso não tem jeito
Quando perceber que existo
Já não saberá a meu respeito.
Eu xoro porque ?!
Porque tu me utilizaste brincaste com o meu coração...
E que mal tem ?
Tem que doeu e doi e continuara a doer a culpa é tua mas nao sabes assumir ....
Tambem já me dá igual por vezes só desejava não ter nascido nuncaa...
O amargo gosto dos meus dias
Esse vazio que eu sinto, não sei mais explicar.
Há dias que só fico na cama, sem querer levantar.
Dias mais cinzas que Londres, mais demorado que desfile de carnaval.
Não sei se da pra piorar, mas sempre me sinto mal.
Eu olho pra lua em busca de paz.
A mesma que você levou, e até hoje corro atrás.
Todos os dias fumo maços e mais maços de saudade.
Bebo da mais pura e forte realidade.
Sinto falta de sorrir atoa, de ver tudo da melhor maneira.
Não de ser um inútil como fogo sem lareira.
Meus poemas mudaram, antes era amor, paixão e felicidade.
Hoje me dia contém: indignação, vazio e saudade.
Eu não ando, eu vago. Eu não tenho medo, tenho pânico.
Não tenho estresse, tenho colapso. Não tenho preguiça, tenho desânimo.
Chuvisca lá fora, e aqui dentro cai a tempestade.
Daquelas intensas que destrói até cidade.
Uma cidade devastada que se chama mente.
Mente que era saudável e agora parece doente.
As costas não aguentam mais o peso do mundo.
Sozinho, desamparado, como um pobre vagabundo.
Me deixaram voar e depois me tiraram a asa.
e por isso continuo vagando pelo mundo sem ao menos sair de casa.
Copo- de- leite, linda flor
Como pode ser venenosa sendo tão majestosa,
Simboliza a paz e a inocência,
Muita incoerência!
Há também humanos...
Lindos, gentis e simpáticos,
Mas são venenosos e matam
Dois corpos opostos
Ocupando o mesmo espaço
Infeliz de quem cai em suas armadilhas
Serão amaldiçoados com muita dor;
Infeliz de quem se encanta com linda flor
Veneno, não amor....
Viviane Ulbricht
Todos se corromperam
Não se pode negar
Os bons já morreram
Quem vai se salvar?!
Mas eu digo meu irmão
Mesmo com o mundo assim
Ainda há um coração
Que ora por mim
Nem nosso abraço se encaixa como antes,
e por um instante,
penso que tudo está caminhando para o fim,
mas enfim...
Ninguém nunca viu seu mundo em mim.
Por que acreditei que seria diferente desta vez ?
Saudade...
É um sentimento que arde,
Todo momento,
Sem piedade,
E por pior que seja,
Faz lembrar algo,
Lindo, verdadeiro e mágico,
Que está perdido no passado,
Talvez exposto em um retrato,
Porém certamente tem seu lugar guardado,
No futuro e para todo o resto de uma breve eternidade,
No pensamento de quem sofre calado.
Seus olhos, olhos escuros,
turvos, pintados, borrados,
grandes, com ressaca,
com brilho,
com amor.
Seu olhar puro, sincero,
inocente (ou não)
Vivo, morto, solto,
sorridente.
Seus olhos e seu olhar, não lhe posso fazer cega, muito menos enxergar a tudo, mas é certo que eles não mereciam esse fardo, essa dor.
Mesmo com toda sapiência humana
Faltará ao homem sabedoria para traduzir
Tudo o que uma lágrima
Deseja realmente dizer.
Creio que valeu a pena.
E por que não valeria?
A cada experiência vivida,
A cada despedida,
A cada acolhida.
Por que não valeria...
Experiência vivida, amor e alegria!
Pensando depois de falar
Com minhas poucas palavras, tento descrever o que ouço sinto e desejo.
As vezes não consigo me expressar e posso parecer egocêntrica e mal.
Mais na verdade as palavras verdadeiras saem sem eu perceber podem ser cruéis, ou machucar e te deixar triste um pouco, como podem ser de extrema ternura e ser muito doce e te deixar feliz.
Não me leve a mal nem me queira mal, pois só tenho amor na alma, e não lhe desejo nenhum mal.
Se um dia te deixei triste foi sem querer, só falei o que tinha naquele momento em mente.
Se não que ouvir algo de verdade evite me perguntar pois nunca se sabe o que se pode ouvir. Talvez seja bom mais também ruim.
Me estrangule e me parta !!!
Ah... o olor imaginário de teus cabelos!
loiros como ti mesma , está a me afagar em um veemente debelo
como outrora , em que muitos homens se escondiam por tua carícia .
Ignorantes vermes de teu sorriso e mal interpretes de tua malícia.
Más, do imaginário , só pude no máximo ser abstrato ,
jamais viria tuas amostragens orais de tua voz , quão brandura!!
sequestrando meus alentos da abrasada e atroz chibata do mal trato
retorcendo tudo em urros.Ah feridas sem cura!!
Quero mais que tudo ,a foz de nossas bocas
em um choque sensitivo e revoltado das fatídicas línguas
resvaladias e de peculiar sabor dado ao tempero de minhas mínguas,
ascendendo minha vital inspiração e poesias de tuas curvas mais rotas
Gabriel Silva Corrêa Lima
No dia que a que a alma enxergou
A razão e irracional, os sentidos não sentem, o certo anseia pelo errado, a tristeza quer ser feliz, a solidão implora por uma companhia, o molhado anseia pelo seco, mas o molhado sabe que somente quando a razão der lugar para o sentido sentir e que ela deixará de ser irracional, e só nesse momento a tristeza se tornará feliz, e ai a solidão terá sua tão esperada companhia, nesse dia não haverá solidão que dará espaço ao molhado, o molhado se seca; se seca não mais pelo sol da obrigação de existir, mas seca por não mais ser desobrigadamente obrigado a molhar, se seca pelo calor que solucionou o problema da solidão. um ponto de fuga, um refugio em palavras não ditas, agora escritas, prontas a serem entendidas, pela visão de quem não as vê com os olhos do corpo...
Devaneios
Em minhas noites solitárias
Eu penso em você
Em meus devaneios e loucuras
Chamo teu nome
Mal posso respirar
Meus pulmões gritam por ti
Em meu último suspiro
Teu nome sussurraria
Em meu desespero
Clamaria por ti
A morte teria pena
Desse pobre amante
Que em seu último fôlego ainda te ama
E daria a oportunidade de te amar
E suspirar teu nome pela derradeira vez
Não permita que a mórbida Senhora
Leve-me ao Castelo de Hades
Sem ao menos dizer
Que sem ti não posso viver
Amo-te mais que posso conter
Não me deixes morrer
Sem que possa dizer...
Amo-te!
Uma das piores coisas que existem, é tentar enganar a si mesmo. Acreditar que alguém pode mudar, melhorar por você...
Quando alguém está disposto a te fazer infeliz, consegue.
Mas se questionado a fazer-te feliz, logo diz que não consegue ou não sabe o que fazer.
Sentimentos de aflição emergem em nós
Travesso serei, estou em chamas
Aquele sorriso, meu deus, é sacana
Zombando assim do meu coração
Ai de mim se perder a razão
Provocaste até minh'alma
Num ato certeiro de intuição
Ganhaste até minha paixão.
Reviraste até a mente amargurada
Salvando pensamentos numa triste madrugada
O frio conduzia a incerteza de um ser
E esta chama ainda queima
Ai de mim se derreter
Admito, já ganhaste este combate
Se o coração ainda existe
É por ti que ele bate.
Amanda abriu a janela do seu quarto repousando a cabeça sobre os braços, olhando o céu escuro se perguntou aonde estaria a sua estrela.
Tantas estrelas, passadas na vida dessa menina lua. Menina lua que é tão intensa a cada gesto, que ama eternamente cada estrela que se passa.
Corre corre pelo espaço e a sua estrela nunca vem. Menina Amanda, que se ama como no próprio nome te julga. Suspira fundo e fecha os olhos querendo uma constelação inteira só para si. Moça diferente, que veio ao mundo para mostrar que a lua também ama e mesmo parecendo tão grande, acesa e dominante, também é pequena, meio apagada e chorona. Amanda fecha sua janela com a decepção nos olhos, não encontrou sua estrela certa. Menina lua sorri agora, pois o espaço todo já conquistou.Repousa sua cabeça naquele velho pensamento do que já passou,do que já viveu. Suspira fundo e olha a lua la fora, que ao contrário do que dizem, nunca está solitária.Amanda lua, é como a lua que se julga diferente, que se julga tão sozinha, mas nem desconfia quantas estrelas se apagam na espera dessa lua as fazerem brilhar.
Episodio de hoje: Vai meio sorriso aí?
- Eita Renata, de onde essas crianças tiram tanta energia? Affff
- Da alma!
- Vixi, mas precisam gastar tudo de uma vez só? Economiza minha geeeente.
- Então se uma criança te der meio sorriso, ou meio abraço, tá bom?
(...)
Se observássemos o mundo com olhos de gratidão, veríamos que nada nos falta.
Se olhássemos o mundo com olhos de amor, veríamos que o ódio é apenas carência de amor.
Se sentimos o mundo com a alma, veríamos que nada esta fora de nós.
Eu, você os outros somos faces da grande vida, que se encara e que se encanta enquanto flui.
