Poemas Tristes
No abismo da minha alma, um pranto sem cessar,
Uma tristeza profunda, difícil de suportar.
A dor dilacera, como navalha afiada,
E o desespero consome, deixando a alma arrasada.
As lágrimas fluem, como rios de desolação,
Um oceano de tristeza, sem margens de consolação.
A solidão é meu único refúgio, meu triste abrigo,
E a escuridão envolve, como um manto sombrio.
Sinto-me perdido, um náufrago na tempestade,
Afogado em angústia, sem esperança, sem piedade.
As sombras me cercam, sussurrando palavras de aflição,
E a melancolia me envolve, em sua cruel canção.
Nas minhas veias corre a tristeza, como um veneno,
Envenenando a alma, corroendo o meu ser pequeno.
A tristeza me consome, deixando marcas profundas,
E a vida perde o sentido, nas suas voltas vagabundas.
Oh, como anseio por um alento, um raio de luz,
Para romper essa escuridão, essa dor que me seduz.
Mas por agora, mergulho nas profundezas do sofrimento,
Deixo as lágrimas escreverem, meu lamento no firmamento.
Na universidade, um mundo sem cor,
O caminhar solitário, um triste labor.
Mas o conhecimento, pode ser gerado,
Sem que a dor seja sempre seu fado.
A alma perdida, buscando seu lugar,
A solidão, difícil de suportar.
Mas no desafio, há uma luz a brilhar,
No encontro de mentes, o saber a desvendar.
A universidade, sem alma aparente,
Esconde segredos, saberes latentes.
O conhecimento, não precisa ser penoso,
Pode ser uma jornada de prazer generoso.
Encontre camaradas no mesmo intento,
Descubra juntos o sentido do aprendimento.
No diálogo, nas trocas construtivas,
Encontre alegria em novas perspectivas.
Que a universidade se revista de calor,
Que o conhecimento seja um manancial de amor.
No encontro de mentes, em harmonia,
Que o caminhar solitário se dissipe um dia.
Que o saber seja um processo compartilhado,
Onde a solidão se transforme em abraço afetado.
E que a universidade, com alma e sinfonia,
Seja um lugar de trocas, de amor e poesia.
No peito, uma coceira triste persiste,
Um vazio que a alma insiste,
A tristeza se espalha, me invade,
E a vontade de chorar não evade.
Perdido em meio ao mar de emoções,
Culpo-me por todas as ações,
A cabeça flagela, implacável tormento,
Sinto-me culpado, sem discernimento.
A estranheza permeia meu ser,
Uma vontade de gritar, de enlouquecer,
A angústia consome, sem piedade,
Nesta escuridão, perco a identidade.
Uma noite triste,
Um sábado qualquer,
As vezes olho para o céu,
E me pergunto se ela me quer.
Ando solitário neste mundo,
Perdido,
Sozinho,
Confuso.
Só queria que no meu peito,
Meu coração voltasse a bater,
Resplandecesse um ser,
Que a anos deixei morrer.
Dá-me pólvora pra vida,
Não renegue,
Você aceitou entrar.
Das tristezas que sinto,
Tão dolorosas comigo,
Nunca irei proporcionar.
Sou carne,
Sou vida,
Sou tudo.
Dá-me pólvora pra vida,
Não renegue,
Você aceitou entrar.
Se aceitar aceite,
E se deleite,
Um amor para amar.
Pois,
Sou vento,
Sou chuva,
Sou mar.
Dá-me pólvora pra vida,
Não renegue,
Você aceitou entrar.
Se não ama voe,
Pra bem longe,
Mas deixe-me voar.
Sou águia,
Sou raio,
Como também, sou lar.
Dá-me pólvora pra vida,
Não renegue,
Você aceitou entrar.
Que tristeza sinto em meu peito,
É ruim estar insatisfeito,
Quando você enxerga que nada é perfeito,
E seu corpo entra em rejeito.
Há pessoas que te encanta,
No fundo do poço te levanta,
Nos seus braços lhe sustenta,
Fazem da sua vida sua ferramenta,
E quando enjoam,
Desistem à toa.
Ainda quero acreditar,
Em um amor que me faz acordar,
Que de mim faça o seu lar,
E que possamos se somente se amar.
Que tristeza sinto em meu peito,
Quando vejo pessoas de todo jeito,
Que pelos sentimentos do outro não há respeito,
Brincam com eles e tiram proveito.
Que tristeza sinto em meu peito,
Por pessoas sem conceito,
Sujeitos,
Imperfeitos,
Cheios de defeitos.
Se aceitar ser moradia de alguém,
Não deixe que ninguém,
Tire o sossego,
Que vem do seu peito.
E tem que ser recíproco,
Correspondente,
Bilateral,
Mutual,
Retribuído.
Para alguns o tempo deveria ser a arte da maturidade, porém,
É triste observar que para muitos ao invés de evoluírem apenas regridem,
Deixe o orgulho de lado,
Deixe a vaidade e o autoritarismo,
Deixe de se achar melhor que os outros,
Deixe de pensar que é um ser superior,
Deixe de ser egoísta, invejoso, ambicioso, mal educado,
Deixe de se amar tanto ao ponto de excluir o próximo,
Deixe de pensar no próprio umbigo,
Deixe... Mais deixe mesmo...
Somente assim, poderás usufruir de boas coisas ao seu redor.
Somente assim, muitas coisas boas irão fluir.
Somente assim muitas coisas que estão dando errado na vida irão melhorar.
Quanto mais nessa vida se doa, mais bênçãos são recebidas.
É lei do retorno.
Destruição, rancor, vidro despedaçado,
um fio de moeda que, ao vento da tristeza, se corrói.
Esse fio de metal, queimado pela fúria do fogo,
torna-se fragilidade, quase papel.
O papel vira cinza, e da cinza retorna à natureza.
A natureza, polissêmica, guarda o rancor de ter perdido,
lança-se aos ventos, e sob os ventos encontra o mar.
Mas o mar não é consolo, apenas abismo.
Ele toma tudo e faz afundar.
A alegria da história se contrapõe ao mero resgate,
Pois alegria não se replica, se cria — com amor e cuidado.
A alegria da história se contrapõe à imitação,
Pois uma máscara não traz de volta a forma original, mas cria uma nova.
Conceber a imitação como verdade é acreditar
Que uma nova vida pode substituir a que foi.
Mas vida e alegria são preciosidades do tempo,
Nem o espaço-tempo consegue recriar.
Se o fizesse, seria uma lembrança regravada,
Que, como fuga, teme uma falha, um erro brusco que cometeu.
Assim, deve viver e o cuidado ser o guia, pois, na pausa do desânimo, pode-se perder
Algo belo como a vida: um simples sopro que dá fim a uma era que se foi.
O mundo é perverso, mas encantador.
É triste perceber que o antes se passou,
mas um novo amanhecer nasce,
jogando fora o que passou.
Apesar de utopia e invisível ao olho nu,
ainda permanece o ontem enquanto o hoje se faz presente,
mas o futuro já passou e também é futuro agora.
Tudo está entrelaçado e sufocante,
como as amarras da jiboia na presa,
que vê a última imagem do fim.
Mas também é lindo,
pois foi uma experiência única.
Nada pode ser jogado fora.
O mundo é feito disso:
entre desastres de cataclismo e de criação.
E a lição que vem em meio a tudo é:
tudo vai passar
e será uma parte do que virá.
Mas os rostos, os sacrifícios,
as alegrias, os costumes... passaram.
E talvez o fim de tudo já tenha acontecido,
pois o mundo é cíclico.
Civilizações desapareceram
e você desaparecerá.
Então, seja o ser único que veio ao mundo
entre tantas possibilidades.
Traga a unificidade
que a presa, nas garras da jiboia,
viu ao encarar seu último dia.
Relembre, entre suas memórias,
o momento de euforia
que teve ao sobreviver
em um belo dia.
Se amor um dia existiu no caminhar,
Não percebemos as flores morrendo.
O caminho alegre se entristeceu
E no horizonte ficou apenas o olhar.
Dos jovens que um dia nós fomos,
Ficou a presença nas tristes rugas.
Dos sonhos irrealizáveis sonhados,
Ficou a realidade do que somos.
Quem dera pudesse nesse meu cantar,
Reviver o canto alegre dos pássaros.
Adormecer entre sonhos de criança
E num leve sopro de mãe despertar.
Com Chaves ele abre as portas do céu.
No céu ele também alegra agora.
E agora o que será da Vila?
Ficará triste. Só restou o humilde baril.
Seja aqui. Seja lá. Seja aonde for.
Haverá sempre Chaves abrindo sorrisos de lembranças.
Revele seus sentimentos de paz, respeito e alegria
no contexto do amor conjugal e obterá do seu cônjuge
a sua admiração.
Não faça da fraqueza o seu ópio.
Acenda de alegria seu coração:
Apresente feliz o seu colóquio
Diante de Deus com gratidão.
O mundo necessita de poetas
Poetas esses
Que entende o amor
O ódio
O desejo
A tristeza
Para trazer assim
O conhecimento aos não poetas.
Meu nome é poesia
Às vezes, sou apenas sentimento triste.
A intensidade que rasga o coração de quem lê.
Sou prosa, conto ou verso.
Liberto muitas almas com minhas palavras.
Transbordo com alegria em forma de melodia.
Tenho começo, meio e fim.
Viva a minha poesia!
Amiga você é a alegria do meu sorriso.
Sentimento adocicado de meu coração.
A paz dos meus pensamentos confusos.
Ter te comigo me refortalece.
Tem gente que nasceu para o INFERNO
Pessoas que matam seus próximos de tristeza, para sobressairem em suas arrogância e em seu poder.
Mas, o destino do cruel é o próprio inferno que criou.
Canção / Samba
Descanse em Paz
Estranho e triste homem
Sempre a se arrastar
Fingindo ser forte
A não se emocionar
Doeu quando disseste
Que não me queria
Fez de mim tão pouco,
Por desconhecer a filosofia enlatada que leu
Virou-me as costas, eu prossegui.
Desistir do amor, nunca foi pra mim.
Ah... mas o destino, sempre correndo a brincar
Envolveu-me nos braços de um homem lindo
Sabe fazer amor, sabe conversar...
Estende-me a mão, me tira pra dançar
Estende-me a mão, seca meu pranto, sem me criticar
Essa canção é pra te avisar
Que o amor aconteceu pra mim!
Graças a Deus!
Descanse em paz, enfim!
Essa canção é pra te avisar
Que o amor aconteceu pra mim!
Graças a Deus!
Sempre acreditei que seria assim.
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