Poemas sobre Você

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"O pensamento é a ferramenta onde você busca o carinho dedicado ao próximo que te segue"

Coloque uma coisa na sua cabeça: as pessoas só gostam de você enquanto você é útil. Quando você deixa de servir aos interesses delas, você se torna desinteressante. Pense nisso.

Cure-se em silêncio, porque nem todos que perguntam como você está realmente se importam com a sua dor. Mas Deus, que Vê o que ninguém vê e Conhece cada detalhe do seu coração, é quem lhe Oferece o cuidado e a Paz que o mundo jamais poderá dar.

Jamais subestime a sua importância, pois você é um fragmento precioso do amor de Deus.

Reconheça a energia das pessoas. Tem gente que anda com você, convive com você, mas não torce por você.

Quando você decidir a esquecer algo,exercite o não querer,com certeza você acabará esquecendo o que tanto quer ou o que tanto quis.

Desejo a você uma Páscoa cheia de alegria, renovação e doces momentos para guardar no coração. Feliz Páscoa! 🍫🐣

Enquanto você escolhe o que vai comer, houve um homem que não teve escolha — engoliu dor, silêncio e abandono… e morreu com sede, para saciar uma alma que talvez hoje nem lembre o nome dele.

Faça sempre o seu melhor, dessa forma quando alguém quiser falar mal de você, terá a certeza de que essa pessoa está mentindo.

⁠Quando você conhece o caminho, é porque entendeu e enxergou aos pormenores e quando você apenas percorre, é porque passa sem perceber o ambiente e suas especificações!

⁠Você conhecerá verdadeiramente uma pessoa quando não tiver mais utilidade para ela.

⁠Quando alguém te desrespeitar achando que tem intimidade com você, corte o mal pela raiz.

O silêncio que você busca não é a ausência de som ou pensamento, mas a ausência de conflito interno com o que está acontecendo. É um silêncio que coexiste com o movimento da vida, que não depende de condições ideais. Quando isso é compreendido, a prática deixa de ser um esforço pontual e se torna um estado disponível em qualquer circunstância.

A ideia de progresso espiritual pode se tornar um obstáculo invisível. Quando você acredita que está “chegando a algum lugar”, você reforça a noção de separação entre onde está e onde deveria estar. A percepção mais profunda surge quando essa busca relaxa, e você começa a investigar diretamente a experiência presente, sem projeções.

Aquilo que você evita tende a persistir, não porque seja forte, mas porque não foi totalmente visto. Quando você se permite sentir sem resistência, até mesmo os estados mais densos começam a se transformar. Não por esforço, mas porque tudo o que é plenamente consciente perde a necessidade de se repetir.

Existe uma inteligência natural operando em você que não depende do pensamento analítico. Ela se manifesta quando há espaço interno, quando a mente não está constantemente interferindo. Confiar nisso não é um ato de fé cega, mas o resultado de observar repetidamente que a vida se organiza melhor sem excesso de controle.

O medo de perder o controle muitas vezes impede que você experimente um nível mais profundo de entrega. No entanto, ao investigar esse medo, você percebe que o controle sempre foi parcial e ilusório. A entrega não é um risco real, mas a liberação de uma tensão que já não se sustenta.

Quando você observa sem interferir, começa a perceber padrões que antes passavam despercebidos. Não apenas padrões de pensamento, mas padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo do tempo. Essa visão clara é o que permite uma transformação real, não baseada em esforço, mas em compreensão.

No nível mais profundo, não há separação entre você e a experiência que está acontecendo. A ideia de um “eu” separado observando o mundo é útil funcionalmente, mas limitada em termos de percepção. Quando essa separação começa a se dissolver, o que resta é uma experiência mais direta, mais viva e menos fragmentada da realidade.

Você nunca esteve preso, apenas acreditou na ideia de um “alguém” que poderia se perder e depois se encontrar. Essa crença sustenta toda a busca. Quando isto é visto com clareza, a busca simplesmente acaba. Não há libertação, porque nunca houve prisão.
O desapego genuíno revela apenas aquilo que sempre este evidente: o Ser, intocado, sem centro, infinito e inabalável.