Poemas sobre Si Mesmo
De nada adianta mudar o visual, mudar de cidade até mesmo de país para livrar-se dos problemas. Às vezes é necessária uma dose maciça de loucura para começar de novo. Invente novos trajetos, dê novos rumos a sua vida: faça como a água, desvie dos obstáculos e siga em frente; faça dos problemas soluções e comece, se preciso for, do zero.
Eu gosto mesmo é de pessoas simples, e humilde, que me faz transbordar de alegria. De pessoas gentil e educada, livres e sensível a dor do outro. Gosto também de pessoas que tenham atitude e caráter. Eh, eu gosto... e muito.
Amigos são como irmãos, aos poucos vão se descobrindo. E mesmo que muitas vezes brigam, sabem que podem sempre contar um com os outros.
Mesmo que a vida te dê uma rasteira, levante-se e tente outra vez. Pois é nas quedas que nos levantamos mais fortes.💪✊
Menina, aprende que as vezes tem que chover mesmo. Tem que deixar molhar, borrar a maquiagem. Não faz mal ficar feia de vez em quando, botar a careta mais horripilante e gritar aquela palavra que tá ali guardada faz tempo, aquela palavra que combina com a careta, sabe? Aprende que as vezes o trovão é alto, ensurdece e assusta. Mas aprende também que do mesmo jeito que molha, seca. Chove, mas passa…
Eu havia descoberto quantas nuances existem nos sentimentos, o quanto é difícil ser você mesmo e deixar os outros te aceitarem.
Eu sempre estarei com você mesmo sem estar por perto eu estarei sempre no teu coração.❤
e você no meu.❤
A prioridade de Deus em minha vida é guiar me com Ele à eternidade; mesmo que isto custe na terra minha felicidade!!!
Bom mesmo é conviver com pessoas falsas, porque assim
você aprende a lidar com elas sem se contagiar com suas ações...
Zumbis são menos superficiais que os humanos, porque eles não ligam pra beleza, gostam mesmo é de cérebro!
Minhas ultimas palvras foram “é que foda-se”, mais o que eu queria mesmo te dizer era “ainda sinto tua falta”.
Mesmo que, por uma mágica sincronia britânica de destinos, você se apaixone por alguém apaixonado por você, e ambos se alinhem grudentos na fila do cinema, com as auras cor-de-rosa, o tempo vem e destrói tudo.
(Contratempo)
Eu estava em uma profunda crise existencial. Einstein sabia o quão profundo, encantador e ao mesmo tempo impossível seria escapar do espaço-tempo. Eu era uma menina incomum. Estava bem claro, desde sempre, que eu não seria mais um pontinho no meio do pontilhado humano. Eu tentava, ao menos, ser diferente e não optar pelas mesmas escolhas erradas que outros haviam optado ao longo dos séculos. É magnífico estar viva, estar neste planeta redondo, achatado nos pólos, ter o livre-arbítrio e se incomodar, questionar, sobre o funcionamento das coisas e sobre a barreira moral que as dificultava e as impedia. Fascinante mesmo é ser curiosa em relação às coisas, e não às pessoas. Fascinante mesmo é olhar para cima sem medo de observar os planetas, as constelações, imaginar as galáxias vizinhas, sem o receio de se perguntar se existe vida lá fora. Uma vez eu li, uma frase de algum sábio, que dizia que o primeiro passo em relação às novas descobertas é se livrar, negar a verdade aceita. Se Arthur Eddington não tivesse se questionado sobre a teoria gravitacional, a fantástica e ao mesmo tempo errada “ordem das coisas” de Newton, jamais teria encontrado um jeito de provar a teoria da relatividade e dar sentido ao universo curvo de Einstein.
A luta pela sobrevivência é uma questão de persistência. Mesmo que pela desistência se entregue a dor e sofrimento a alma anseia pela luta.
Uma pessoa não pode fugir e aprender ao mesmo tempo. Ela precisa permanecer algum tempo no mesmo lugar.
Meu coração bate tão forte que o peito dói, e não consigo gritar ou respirar, mas ao mesmo tempo sinto tudo, cada veia e cada fibra, cada osso e cada nervo, todos vivos e alertas em meu corpo, como se tivessem recebido uma carga elétrica. Eu sou pura adrenalina.
(Divergente)
