Poemas sobre Si Mesmo
As pessoas que agem como um trem, que vão e volta para o mesmo lugar, se limita a não viver nada novo.
O Ser Humano é, ao mesmo tempo, as duas faces de uma mesma moeda, cunhada nas forjas da evolução. A primeira delas, simbolizando a inteligencia e a criatividade, é a responsável pela construção e pelo esplendor das nossas catedrais. A outra, responsável pelas gárgulas que se empoleiram nos beirais. Talvez, para nos lembrar que habitamos um mundo povoado por demônios, que compactuamos na criação. Tais figuras grotescas refletem os laivos de insania que, desde tempos imemoriais, percorrem a história da nossa espécie, indicando que, por falha no projeto inicial, erro essencial ou desvio na função do processo evolutivo, algo, insistentemente, predispõe a raça humana à servidão voluntária, à estupidez despropositada e à autodestruição.
Sabe por que algumas das minha resposta é o silêncio? Porque é a unica resposta a dar, mesmo não dizendo nada, o silêncio diz por mim.
AMIGO, JOIA RARA, ALGUÉM QUE NÃO SE ENVERGONHA DE CAMINHAR AO NOSSO LADO MESMO QUANDO ESTAMOS À MARGEM SOCIAL E EM CRISE PROFUNDA.
Se você já amou alguém, mesmo que tenha se arrependido, não se envergonhe, isso apenas demonstra sua humanidade.
Quando alguém te machuca muita coisa muda ' muitas vezes seu sorriso nunca mais será o mesmo que daria antes quando ele te fazia sorri ' nossos olhos talvez não fiquem mais saltando e trêmulos com aquele brilho ao vê-lo talvez a voz não será mais tão suave ao respondê-lo ' talvez o toque dela não será mais tão delicado ' talvez aquele abraço nunca mais a toque e a proteja ' talvez aquele Amor nunca mais seja Amor !
Os anos deixaram marcas sim, não sou hoje o mesmo homem desta foto, mas as marcas são as lembranças sempre bem vindas dos erros e dos acertos, as minhas marcas não são apenas marcas, elas contam a minha história.
NÃO se encante com lindo verde da natureza e o lindo AZUL DO CÉU,se encante contigo mesmo,eles só refletem o que teu sorriso transmite....
Não sei por quanto tempo ainda irei buscar - te nem mesmo se lembrarei - me de voltar, ou até mesmo se terei tempo para tal caminhada
Refeito o texto, o texto refeito, nunca o mesmo, jamais o mesmo, lembrança remota daquele que o escuro engoliu, que a Idade Média abafou, que o ecran apagou, um grande vácuo que a presença da lembrança exige preencher. Como reconstruir a emoção que se perdeu, se, depois de esvaziada e diluida na imensa tela azul, nada mais resta do que susto, fragmento e vácuo? Se a única coisa que realmente vale a pena é esse passo pleno que vejo, tingido de todas as cores, de todas as raças, de todas as pessoas, cruzando as ruas de Montparnasse?" (O último verão em Paris, 2000)
Abro uma champagne e, nessa noite de turbulência e festa, do mesmo escuro são noite e mar." (O último verão em Paris, crônicas, 2000)
O mesmo escuro engolindo o barquinho de papel, luminosidade de sonho resistindo ao tempo e à história, erramos todos nesses iguais mares gregos, mergulhados nas águas de todos os deuses, de todas as vertigens, de todas as profundezas, de todos os azuis e luminosidades, levando dentro de nós todas as vagas, todos os mares, todas as tempestades e todas as armadilhas, todos os cantos e desencantos, mas que posso fazer se não temos nem as amarras de Ulisses, menos ainda sua astúcia, se contraio nessa maresia de milênios todas as quedas e todos os limites do susto e do riso?" (O último verão em Paris, crônicas, 2000)
