Poemas sobre Si Mesmo
É, talvez o amor seja assim mesmo. Uma montanha de sentimentos que a gente geralmente não entende. Tem medo, vontade, ciúmes… Amor é colecionar detalhes. É sonhar acordado e só saber que é verdade porque tem alguém do outro lado tendo o mesmo sonho que você. É dividir o dia-a-dia mesmo as coisas mais banais. É abrir mão de muita coisa. Amor é pertencer ao outro, mas não por submissão ou posse, mas sim por entrega. É contar segredos, sonhos e piadas sem graça também. Amor é quando ele te abraça quando você está de TPM, ou quando ela joga vídeo game com você, mesmo que não goste. Amor é muito mais que beijo na boca. Amor é quando você encontra em uma pessoa todos seus defeitos preferidos. Amor é quando ele não tira a barba só porque ela elogiou, ou quando ela procura roupas parecidas com aquelas que ele elogiou. Às vezes as pessoas confundem amor com paixão. E sabe qual é a principal diferença? É que no amor não há desistências, independente da dificuldade. O amor só você entende. É um sentimento maduro, aquele do tipo que você tem certeza que se a sua vida acabasse hoje, ainda sim você morreria feliz por ter conhecido a pessoa mais sensacional do mundo. É fechar os olhos e se jogar sem medo do que vai encontrar lá embaixo. Você apenas confia. Amor é acordar sorrindo ao lembrar do seu sorriso favorito. É ver filme junto e sentir ele te apertar nos braços ao notar que você está com medo, ou quando você sente o cheiro dos cabelos dela no seu ombro e se sente o homem mais completo do mundo. Talvez o amor seja algo inexplicável, ou talvez seja algo que você nunca sentiu.
Entender o Natal do Menino Jesus Cristo é o mesmo que entender a diversidade de pessoas sem acepção alguma.
Você notou que Jesus Cristo, mesmo sendo judeu, preferiu valorizar as pessoas ao invés de valorizar o dinheiro, o ouro e a prata?
Mesmo quando não quer dizer nada, toda arte fala; a poesia fala a linguagem das palavras, a música a linguagem do som, e a dança? A dança fala a mais perfeita das linguagens: a do equilíbrio; corpo e alma...
Mais triste do que a morte é viver uma vida inteira sem ter sido você mesmo... e só descobrir isso no último momento de sopro.
Mesmo que este seja o fim, se estivermos juntos eu sei que tudo o que passamos terá valido a pena, pois passei todos os meu melhores e piores ao lado da pessoa no qual eu admiro e amo que é você
~Lindo mesmo é você olhar para tráz e ver quanta coisa você superou e olhar pra frente e perceber que só as coisas boas de verdade continuaram ao seu lado!~
Talvez eu seja um caso perdido mesmo, como um daqueles livros no fim da estante. Aqueles com aparência mal cuidada e sujo. Um livro quase intocável e os que temeram, não passaram dos primeiros capítulos. Um livro difícil de se entender que foi obrigado a mudar suas páginas com o tempo e talvez tenha ficado interessante. Talvez eu seja mesmo um daqueles livros que ninguém ousa a olhar, tocar ou esfolhar as páginas sem sentido algum. Sim, sem sentido algum, inútil assim como eu.
É mesmo exagero... Mas a felicidade nunca é completa... Nada é pleno... Só o que eu ainda sinto por ti! E tua ausência me rouba a vida!
As pessoas vão querer mesmo é apontar os seus erros... Independente do tempo... O que elas querem mesmo é te botar para baixo! Mas o que importa não são tais julgamentos tão errôneos e descabidos... O que importa é o quanto você melhorou para chegar até aqui! O que importa mesmo... É a sua íntima avaliação sobre si mesmo... Quantas faces você povoou com o riso até hoje?
A minha poesia é isso! O meu sorriso. Aquilo que me faz feliz mesmo que o mundo me queira triste! Como sou grata a quem me apresentou às rimas.
Escolhi ser eu mesmo. Seguir meu coração. Em minha estrada, quero amplexos e ósculos. Não estranhe o meu jeito de ser ou de sorrir, quero desejar-lhe sempre o mais lindo afeto.
Aí tu sente saudade esperando que a outra pessoa sinta o mesmo quando na verdade a saudade que ela sente é por outro alguém.
Hoje já não compartilhamos mais nossos sonhos, planos, metas e nem mesmo dialogamos sobre músicas, livros, poemas, pensamentos ou textos que criamos ou lemos nos livros de nosso dia a dia, numa confabulação enriquecedora única, onde nossas almas eram cúmplices, onde não raras vezes, nos sentíamos completos, nos sentíamos bem. Mas você ainda continua de uma forma ou de outra comigo, onde vou e dentro de mim.
Ainda escuto aqueles sussurros… Eles me atormentam, mas ao mesmo tempo me aliviam. Eles são a minha companhia nas noites de domingo.
