Poemas sobre Ruas
Perguntei a um morador de rua como estava a vida: - A vida continua a mesma por aqui só que ela agora tá mascarada e nervosinha.
Como uma igreja dentro de quatro paredes vai transformar uma cidade? O que pode transformar uma cidade é uma igreja no modelo de Jesus, que se pra fora, nas ruas.
Quando será que os profetas que tem visão de anjos, bola de fogo, bandeja de ouro, porta aberta... vão ter visões de vidas morrendo do lado de fora, nas ruas da cidade?
Como era possível que vidas inteiras pudessem mudar, pudessem ser destruídas, e que ruas e prédios continuassem os mesmos?
Moça cuidado por onde anda o mundo não é seguro, infelizmente os monstros dos quadrinhos estão soltos pelos caminhos. Se proteja com os que confia e não dê atenção para os desconhecidos. Demos cordas demais para verdadeiros animais e obscuro o mundo ficou sem prognóstico de melhoria adiante.
Continuaremos perambulando por aí, falando nas ruas e sabendo que eles ouvirão. Sabe de uma coisa? Eles terão que ouvir.
Que novo Brasil dos motins é esse?O passado não reconhece o seu lugar.O povo vai as ruas em busca de quê?Era feliz nem sabia
Eu não me importo com o que as pessoas fazem, desde que elas não façam isso nas ruas e assustem os cavalos.
No futuro próximo já não haverá os direitos dos que vivem nas ruas. Terá leis que proibirá moradores de ruas em grandes cidades.
Estávamos com medo. E se não quisermos sentir medo amanhã, temos de sair às ruas e defender nossa posição hoje.
"Quando se sentir injustiçado, grite nas ruas. Por ali passa o seu algoz, mas também caminha por ela o seu socorro."
A transformação das políticas habitacionais começa com a eleição de quem conhece a realidade das ruas.
"Se não fosse os bons ventos que rotineiramente passam por nossas vidas, fazendo aquela varredura nas ruas de nossos corações, muita coisa ruim ainda estaria por aqui".
Pela dignidade, às ruas são tomadas. Pela paz, a guerra é declarada. Pedimos mais respeito ao povo, “saúde salarial” nas escolas públicas e “educação” nos hospitais. Queremos mais atitude nas promessas e menos eloquência nos diálogos. Exigimos o direito de termos direitos. Solicitamos aos nobres deputados a instauração de um processo contra si mesmo, avaliando a competência dada pelo povo, mas que é exercida de forma incompetente. Enquanto o ator principal ganha destaque com acusações, o coadjuvante aponta o dedo e finge que é santo na multidão dos hipócritas. Que desta vez, a moralização do Planalto não venha com status de celebridade, morô!?
