Poemas sobre quem Realmente eu sou

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As certezas de que Deus têm sobre a minha vida são mais importantes do que qualquer outra pessoa pensa sobre mim;

hoje é dia da Palavramiga e o sapinho mochileiro Gabiróba reflete sobre o tempo, talvez por ser hoje o dia do descobrimento do Brasil. Como o tempo voa, quando estamos cheios de alegrias e felicidades e conquistas, quando estamos sendo e vivendo o melhor de nós e até deixa a impressão que temos tempo para tudo e somos donos de todo tempo do mundo. Mas, quando as coisas não vão muito bem já começamos reclamar do tempo e ficamos com a sensação que não dá tempo pra nada e que os outros tem mais tempo que nós. Mas a questão é que alguns podem ter mais dinheiro que outros, mais saúde talvez. Mas o tempo é igual para todos, use bem o seu tempo...e sempre terá tempo para fazer o bem. Gabiróba, o sapinho viajante decidiu que sempre é tempo se seguir em frente...e seguiu...pulando e cantando alegremente.

A verdade é como uma ponte de cipó suspensa sobre o abismo do tempo — onde a margem que deixamos para trás é a única que fingimos conhecer.
Reno Fioraso

Que a luz do Senhor brilhe sobre o seu dia, iluminando cada passo com esperança e alegria. Tenha uma abençoada segunda-feira, repleta do amor de Deus que renova todas as coisas.

Tenho refletido sobre Ti e confrontado minha fé. Sei que não deveria recuar, mas permanecer inabalável naquilo em que acredito. Surgem inúmeros questionamentos, como se houvesse sempre algo empenhado em me distanciar da minha fé e da minha intimidade contigo.

"Tudo aquilo que os meus alunos dizem sobre mim, sobre a forma como lecciono e vivo o processo de ensino e aprendizagem da Matemática, é apenas a metáfora que a vida escolhe para falar de mim quando já não estou presente." (FURUCUTO, P. D., 2026).

O homem não evoluiu; apenas sedimentou camadas sobre aquilo que sempre foi. Sob a cultura, a moral, a linguagem e a própria consciência permanece um território mais antigo do que qualquer civilização. A consciência é apenas uma névoa tênue que paira sobre profundidades que nenhuma teoria psicológica alcançou por completo. Sigmund Freud chamou uma parte de inconsciente; Carl Jung falou em sombras e arquétipos. Mas há algo ainda anterior a essas formulações — uma região sem símbolos, sem linguagem, sem história. Se a pobreza das palavras permitisse nomeá-la, chamar-se-ia Primevo: não a primeira camada da alma, mas aquilo de onde todas as camadas emergem.

Aquilo que depende de validação externa nasce instável. Não se edifica sobre si, mas sobre o movimento do outro — e o olhar alheio, por natureza, nunca se fixa. Âncoras móveis não sustentam estruturas duradouras; apenas mantêm o equilíbrio provisório de quem já não sabe onde está o próprio centro. E assim, quanto mais se busca firmeza fora, mais se intensifica a instabilidade dentro.

O tempo não passa: dissolve-se. E nós, inconscientes, caminhamos sobre suas águas turvas, acreditando navegar. Cada lembrança é um navio naufragado que insiste em surgir na superfície, e cada encontro, um fantasma de nós mesmos que insiste em nos reconhecer.

O mundo se dobra sobre nós como papel velho, e cada escolha é uma dobra que jamais poderá ser desfeita. Entre o que sentimos e o que mostramos, há um abismo silencioso, e todo gesto que acreditamos simples é, na verdade, uma inscrição daquilo que jamais ousamos dizer.

O espelho não mente sobre nossa aparência, porém nossa alma possui reflexos que apenas os olhos da compaixão conseguem verdadeiramente decifrar e compreender.

O ser humano não se perde quando erra o caminho — perde-se quando cessa a interrogação sobre ele. A acomodação que se nomeia como chegada é, clinicamente, uma forma de abandono de si: o sujeito para de questionar para onde vai e converte qualquer ponto de parada em destino, economizando o desconforto da busca ao custo de uma estagnação que se disfarça de maturidade. O erro, ao menos, preserva movimento; a resignação travestida de sentido não preserva nada. E é curioso: a fantasia de ter chegado costuma emergir justamente quando o sujeito mais precisa caminhar.

O ser humano moderno proclama força, mas organiza a existência sobre alicerces frágeis: depende de dispositivos, oscila no íntimo, mendiga validação e evita a própria solidão. Teme a morte a ponto de esvaziar a vida — protege-se tanto que já não vive. Recusa o frio da realidade, tratando a lucidez como ameaça. E, assim, prefere a fantasia da invulnerabilidade — confortável, negociável — à verdade incontornável: a fragilidade não é falha, é condição. Negá-la não fortalece; apenas afasta do que se é.

Erguido sobre o peso do indizível, o silêncio de Baalbek não é a ausência de Júpiter, mas a sombra mística que o tempo projeta ao secularizar a absoluta ruína em pedra.
Reno Fioraso

"Há tanta gente falando sobre honestidade, respeito, amor, tolerância e lealdade que, as vezes, o mundo até parece estar se tornando um lugar mais bonito. O problema é que, a maioria dessas mesmas pessoas, só colocam o que dizem em prática, quando o alvo é o próprio umbigo".

Quando a minha mãe me disse que até pra ser ladrão precisa de estudo, ela falava sobre política

O tempo é um recurso que não se recupera. Pense com sabedoria sobre como irá usá-lo..

Não confunda riqueza com acúmulo; riqueza é ter autoridade sobre si mesmo e liberdade para fazer o bem.

O inimigo não tem poder real sobre você, a menos que você entregue as chaves da sua vida através dos seus erros.

"A nova era é sobre colaboração extrema. O seu maior ativo é o sucesso das pessoas que você mentorou."