Poemas sobre quem Realmente eu sou
A primeira e única rosa que eu te dei, singela e pura,
Guardava em suas pétalas um sentimento sem censura,
Era um gesto tímido, um símbolo de carinho,
Uma promessa de afeto, um laço que eu delineio.
Mas o tempo passou, e hoje eu percebo,
Que deveria ter dado mais rosas, como um enredo,
Cada pétala seria um pedaço do que eu sinto,
Um amor profundo, verdadeiro, sem nenhum tinto.
A primeira rosa, um começo, uma faísca a arder,
Mas a única rosa que te dei, agora me faz sofrer,
Porque vejo que deveria ter cultivado essa chama,
Com gestos pequenos, mas cheios de quem ama.
A única rosa que te dei, como um verso inacabado,
É uma lembrança das chances que eu não tive ao seu lado,
Me arrependo de não ter dado mais, de não ter ousado,
De não ter regado esse amor, como um jardineiro apaixonado.
Mas mesmo com apenas uma rosa, espero que sintas,
A intensidade das emoções, os momentos que ainda são tintas,
E se pudesse voltar atrás, te daria um jardim inteiro,
Um campo de rosas, onde nosso amor seria o primeiro.
A primeira e única rosa, agora é um símbolo de aprendizado,
Um lembrete de que o amor precisa ser demonstrado,
Que as palavras e gestos pequenos podem crescer,
E que é preciso regar o afeto para ele florescer.
Eu fumo por que a vida me sufoca,
E o fogo que arde, me acalma a alma.
Cheiro de pecado, cheiro de tabaco,
Máscaras para esconder minha dor profunda.
Fumo para esquecer, para me perder,
No fogo que consome, minha alma cansada.
O pecado é o preço, o tabaco é o vício,
Minha escolha, minha cruz, minha sombra.
Em cada tragada, sinto meu fim,
O pecado me consome, o tabaco me mata.
Mas ainda assim, eu não paro,
Porque naquela fumaça, eu encontro um refúgio.
Um refúgio temporário, uma ilusão,
Que me deixa esquecer, por um instante,
A dor, a tristeza, a solidão,
E o vazio que me consome.
Mas quando o fogo se apaga,
E a fumaça se dissipa,
Eu me vejo novamente,
Sozinho, com meu pecado.
O caçador de borboletas
Quando eu era pequeno com 6 anos de idade e morava em uma fazenda no interior da Bahia,eu caçava borboletas pegava elas e colocava em um pote e depois Soltava . Dizia voar minhas borboletas e elas voavam em bandos . Acreditava que elas voltaria para me contar sobre o mundo ,flores, amizade e sonhos . Hoje acredito que elas voltaram em formas de sentimentos, amor e cantos.
Amar
Amar ela ama tu
Amar ela amar eu
Amar ela ama vós
Ama ele ama
Amar ele ama
Amar ele ama
Tu como sua densa angústia
Tu que diz que me trouxe profundo sentimento.
Muitos olham o meu sorriso, mas poucos os que encheram as minhas lágrimas e as minhas dores.
Eu sou forte contra os ventos fortes e resistente contra os críticos e ingratos.
Oi tempo
Seria o tempo um benfeitor se me permitisse ao menos uma vez controlá-lo? Ou seria eu, uma falha incorrigível por si mesma, abusando de um mediador (nunca um terminador)?
Eu me desnudo sem medo de cair, sem rede de segurança, sem véus para esconder. Minha alma é um abismo, profundo e escuro, onde apenas a verdade pode respirar.
Eu me exponho, como uma ferida aberta, sem curativos, sem disfarces, sem medo de sangrar. Meu coração é um grito, um berro de silêncio, um sussurro que ecoa, sem palavras para dizer.
Eu sou a minha própria sombra, a minha própria luz, a minha própria verdade, sem filtros, sem disfarces. Eu me desnudo, para me encontrar, para me conhecer, para me amar. Sem máscaras, sem véus, apenas a minha essência.
Eu me exponho, como um rio que flui, sem margens, sem fronteiras, apenas a corrente da minha alma. Meu ser é um espelho, que reflete a verdade, sem distorções, sem sombras, apenas a luz da minha existência.
Eu sou a minha própria criação, a minha própria destruição, a minha própria redenção, sem culpa, sem pecado. Eu me desnudo para me libertar, para me soltar das correntes que me prendem, das sombras que me cercam.
Eu sou a minha própria liberdade, a minha própria prisão, a minha própria escolha, sem medo, sem arrependimento.
(“Nudez”, de Douglas Duarte de Almeida)
Eu comia e bebia como eles
Eu me vestia para eles
Tentei fazer parte
Sim, eu tentei ser um deles
Presa nas correntes das aparências
Passei desapercebida por eles
Quanto mais deles me aproximava, mas de mim eu me afastava
Tudo para ser aceita, tudo para ser amada
Onde estou? Quem sou?
Perguntas mágicas que quebram as correntes
Relâmpagos e trovões sobre o oceano
Um furacão arrastando as águas violentamente
Criando ondas gigantescas e imponentes
Enquanto do lado de fora eles brigavam entre si
Eu estava ocupada observando o caos dentro de mim
Tentei manter a casa arrumada
Tentei remendar os objetos quebrados
Mas contra a parede eu era arremessada
Cada vez que tentava impedir meu crescimento
Me deixei levar pela forte ventania, me permiti
Quanto mais longe deles, mais perto de mim
Sim, o vento me trouxe de volta para mim mesma
E me tornei um com o furacão, eu sou o furacão
O amor tá aqui também, tudo bem ser uma aberração
Deixa eles lá se são felizes assim
Deixe-me aqui, sou feliz assim
Daqui eu vejo tudo, inclusive a mim
Aqui há paz, aqui há amor, eu sou o amor.
O hiato e a ponte
Quero escrever algo com que eu me orgulhe mas no hiato entre um trabalho e outro nada sai, nem se quer uma gota de tinta e é insuportável. A mente está vazia, isso é um tanto preocupante e discuto comigo mesma tentando achar algo com que prenda, mas nada a interessa e procurar esta sendo cansativo. Não sei nem porque me doo tanto na escrita se quando não vem sinto tanta raiva que chego a quebrar o toco de lápis e rasgar os papéis que não tenho com tanta facilidade nesse mundo de meu Deus. Há quem diga que a escrita é um caminho sem volta. Bem como se o lápis tivesse passado a borracha na ponte do não saber e o agora. Agora que escrevo sinto a necessidade de escrever mesmo sem ter o quê, e isso irrita. Será que outros escritores se sentem assim ou só eu? "Qualé anne! O mundo não gira em torno de você..." Será que alguém se sente como eu?
Me olhe como as fotos
de visualização
única do teu Messenger.
Me deseje como se eu
fosse aquela fruta
raríssima que ti gosta.
Me tenha como se eu fosse
uma presa a um leão.
Me tenha por completo
Me pegue me arranhe
Me beije como se não existisse
Outro segundo, outro dia,
outro mês outro ano.
Me tenha agora
Como nunca ti teve
E me ame como jamais amou
Ou pensa em amar alguém.
Hoje ela veio !
Hoje ela veio, sem nem eu esperar,
invadiu o meu peito, me fazendo chorar.
Que sujeita malvada, é a solidão quando
invade a alma e despedaça o coração.
Sem pedir licença, na maior cara de pau,
ela chega e vai embora, nem se quer nos
dá tchau.
O que esperar da vida ?
O que esperar da vida, se eu não gosto de trabalhar, escrevo-me no CRAS, para o governo me sustentar. Da principal fonte de RENDA que é cobrado do povão.
O imposto federal não pode haver sonegação, eles plantam em doze meses, para que eu possa colher, pois trabalhar é para os otários, enquanto isso eu vou vivendo até ás coisas melhorar, como posso ter boa vida, se não gosto de trabalhar.
Miserável criatura !
Miserável criatura que eu era,
de Deus não queria saber, mas
Ele por sua infinita misericórdia,
e por me amar: Enviou seu único filho,
para morrer e mim salvar.
Hoje venho, através desta também lhe convidar; pra que abra o seu coração, pra queJesus; possa morar.
A vida !
A vida que eu queria,Deus já me deu,
chama-se Jesus Cristo, o galileu.
Morreu na cruz do calvário, dele não
tiveram compaixão, cravado pregos nos pés e nas mãos; e uma coroa de espinhos na maior zombaria, ferindo com a lança, mas sangue e água saía.
O véu do Templo se rasgou, os túmulos abertos foram; e o cinturão reconheceu que Cristo era o filho de Deus.
Hoje não é diferente, ainda zombam de Cristo, por causa dos falsos crentes.
Fazem campanha com Arca da Aliança, mandando os ímpios trocar; em troca de uma oferta; para Deus os abençoar.
Tremenda heresia, falta de temor e respeito, ao Espírito Santo do Senhor.
Arca traz a presença de Deus, naqueles que o amam de verdade; que em pleno século XXĪ não usam de falsidade.
Não desista dos teus sonhos !
Não desista dos teus sonhos,
eu vim de família pobre; sem pai
para mim criar.
Aos meus nove anos,
já comecei a trabalhar.
Fui jornaleiro, vendedor de picolé,
ajudante de mecânico e
também de armador.
O meu sonho de infância,
era ser um lutador.
Passei muitas tempestades;
fome nem é bom lembrar, mas
quando olho para trás; nem vejo
o tempo passar.
Sou servidor público,
hoje aposentado.
Mas sou grato a Jesus Cristo,
que sempre esteve do meu lado.
A arte liberta
Quero minha liberdade
Nada da futilidade me trará felicidade
Ainda que doa eu prefiro a verdade
Não tem haver com a idade
Eu me sinto como a lua
Em várias fases
Todo artista tem dor
Nunca encontrará um artista são
Não tem como
Ou vc é são ou tem coração
Um dos meus preferidos é van Gogh
Mais eu não quero que meu futuro seja igual o dele
Não quero me enganar até os 35
Me sinto assim :
No alto de um vulcão onde eu não posso evitar o inevitável , ou eu espero acontecer a erupção ou eu pulo de vez
Eu sou um vulcão, eu não posso evitar uma erupção .
A vdd é que de tanto vc rodear a borda uma hora vc cai ou pula
Chega ser estranho eu curtir estar melancólico
Nutrir falsas esperanças em mim é ilógico
Só para trazer leveza
A próxima surpresa que batera em minha porta
Ontem a noite eu vi uma sombra em meu quarto
Não sei explicar o que era aquilo
Mais sempre que iluminava ali sumia
Eu tentei achar algo que estivesse refletindo aquilo mais não tinha nada ali
E eu estava no meu quarto a noite TD e aquilo apareceu na HR que me deitei
Se isso significa algo eu não sei
As sombras estão ao meu redor
Elas estão saindo de mim através de mim
Estou me preparando para algo maior
De tanto olhar pro outro lado
O outro lado está falando comigo
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