Poemas sobre quem Realmente eu sou
Quando eu me deito, fico pensando em coisas tão bonitinhas...
Nem dou por mim...e já dormi!
☆Haredita Angel
"Dos amigos desejo lealdade.
Dos inimigos Eu Exijo competência...
Pois do contrário me sentirei diminuida!"
☆Haredita Angel
Se eu não tivesse cerrado meus ouvidos aos que não se atreveram a ir além das arquibancadas, talvez não tivesse sido exitoso na arena.
Existe um tipo de crítica que nasce da experiência, da boa intenção e do desejo sincero de contribuir.
Essa merece ser ouvida!?!
Mas há outra, muito mais comum, que vem daqueles que nunca aceitaram o desafio de entrar em campo.
Pessoas que observam de longe, analisam sem riscos e julgam sem se importar com consequências.
É confortável opinar quando não se carrega o peso da decisão.
Quem está na arena conhece o preço de cada tentativa.
Sabe que a vitória não elimina o medo, apenas demonstra que ele não foi suficiente para impedir o passo seguinte.
Também sabe que o fracasso não é um certificado de incompetência, mas uma possibilidade inevitável para quem escolheu agir em vez de apenas bisbilhotar.
Muitas oportunidades são desperdiçadas porque damos às vozes da arquibancada a mesma autoridade de quem (com)partilha o combate.
Permitimos que o ceticismo alheio se transforme em limite pessoal.
Esquecemos que quem nunca enfrentou a batalha dificilmente compreenderá o valor das cicatrizes.
Silenciar certas opiniões não é arrogância; é discernimento.
Nem toda voz merece ocupar espaço na nossa consciência.
Há momentos em que proteger a própria convicção é uma necessidade, não um capricho.
O êxito muito raramente pertence a quem agradou a plateia.
Geralmente pertence a quem suportou as vaias, ignorou os palpites vazios e permaneceu concentrado no propósito.
Porque, no fim das contas, a arena recompensa a coragem de quem entra para lutar, não a eloquência de quem escolheu permanecer sentado na zona confortável das arquibancadas.
Quantos Sonos eu deixei de dormir com medo do Sono Profundo me abraçar e alguém Precisar de mim?
Há pessoas que passam a vida em estado de vigília.
Não necessariamente só porque sofram de insônia, mas porque carregam a estranha sensação de que descansar é um luxo muito perigoso.
Vivem acreditando que, se baixarem a guarda por alguns instantes, algo dará errado, alguém chamará por socorro ou uma responsabilidade inesperada baterá à porta.
É curioso como o Amor, o Dever e o Medo podem vestir a mesma roupa.
Quem ama, cuida.
Quem é responsável se faz presente.
Mas, quando o medo de falhar se torna maior do que a necessidade de repousar, o cuidado deixa de ser virtude e passa a ser prisão.
O Sono Profundo simboliza muito mais do que o descanso do corpo.
Ele representa a confiança de que o mundo continuará girando mesmo sem o nosso controle.
Dormir é um ato silencioso de entrega.
É reconhecer que nem tudo depende de nós e que há batalhas que precisam esperar, sim, pelo amanhecer.
Quantas noites foram roubadas por preocupações que jamais se concretizaram?!?
Quantas madrugadas foram preenchidas por cenários imaginários, enquanto a vida seguia seu curso sem exigir a nossa vigilância permanente?
Talvez a maturidade também consista em aprender que estar disponível não significa estar esgotado.
Quem nunca descansa acaba oferecendo aos outros apenas os restos da própria força, da própria existência.
E ninguém sustenta uma luz acesa para sempre sem, um dia, ver a chama enfraquecer.
Permita-se dormir em paz.
Se alguém realmente precisar de você, que o encontre inteiro, renovado e capaz de estender a mão com serenidade.
Porque há um Tempo para Velar, mas também há um Tempo Sagrado para fechar os olhos, confiar e simplesmente Descansar.
Talvez, se eu não tivesse cerrado meus ouvidos para as Arquibancadas, a Arena tivesse me Sucumbido.
Há momentos em que sobreviver exige uma espécie de surdez voluntária.
Não porque toda voz externa seja inútil, mas porque, quando estamos no centro da arena, há sempre quem torça pela nossa queda, quem exija espetáculo, quem confunda coragem com imprudência e quem, protegido pela distância, tenha certeza de como deveríamos lutar.
Às vezes, as arquibancadas são muito barulhentas.
Julgam sem carregar o peso da espada, aconselham sem sentir o golpe e comemoram tanto a vitória quanto a derrota — desde que o espetáculo continue.
Aprendi, então, que nem toda voz merece chegar até nós.
Algumas palavras esclarecem; outras apenas confundem.
Algumas críticas nos aperfeiçoam; outras pretendem apenas nos diminuir.
E há aquelas que parecem preocupação, mas são somente a expectativa de assistir ao nosso fracasso de um lugar confortável.
Cerrar os ouvidos, nesse sentido, não foi covardia.
Foi preservar dentro de mim um espaço onde ainda fosse possível ouvir a própria consciência.
Porque a arena não destrói apenas quem perde.
Às vezes, ela sucumbe quem passa tempo demais tentando corresponder aos gritos das arquibancadas.
No fim, talvez maturidade seja justamente isso: saber quando escutar, saber quando responder e, sobretudo, saber quando permanecer em silêncio — não por falta de argumentos, mas porque algumas batalhas terminam no instante em que deixamos de lutar para convencer quem já decidiu o que quer enxergar.
E talvez eu só tenha conseguido atravessar a arena porque, em algum momento, compreendi que o que gira em torno da minha vida não precisava ser um espetáculo para ninguém.
"Pensando, eu consigo consertar o passado
Sonhando, eu vivo o presente angustiado
e com ela eu faço o futuro
mas longe dos meus braços."
"Dentro dos seus olhos eu vi refletir uma linda jovem de calça xadrez a sorrir.
Dentro do seu corpo eu sinto o universo em mim,
dentro do seu cheiro eu não quero partir
e ao seu lado tudo teve um fim."
"Andei pelas ruas tentando não pensar em você
Estava tudo vazio, num domingo, e eu queria tanto te ver
e os minutos nunca passavam das horas.
O tempo parou com sua face soprando na minha alma a sua memória."
"Me libertem, eu quero agora a liberdade
Não vou deixar para mais tarde
Não vou mais celebrar a ignorância da sociedade"
Ode ao Vinho Eu Ofereço
Ó vinho, sangue da terra e do sol,
líquido rubi que dança no copo,
filho da videira que o tempo moldou
e a mão do homem elevou a ouro.
Nasce no silêncio das colinas,
amadurece sob o olhar do céu,
guarda no seio o fogo das estações
e o sussurro dos ventos antigos.
Quando te abro, o mundo se dilata:
o tinto queima como paixão antiga,
o branco canta leve como brisa,
o rosé sorri entre o dia e a noite.
Tu és memória e esquecimento juntos:
trazes à mesa os amigos distantes,
apagás as feridas do dia cansado
e acendes no peito a chama da festa.
Ó vinho, companheiro dos poetas,
aliado dos amantes e dos sábios,
tu que fazes o tímido falar
e o solitário sentir-se povoado.
Levanto o cálice e te saúdo:
saúde à terra que te deu a seiva,
saúde às mãos que te cultivaram,
saúde a quem te bebe com respeito.
Que cada gole seja uma oração
à vida que passa e ao prazer que fica.
Viva o vinho,
viva quem o ama,
viva a mesa onde ele reina.
1432
"Para Mim, Livros estão entre os melhores Inventos dos Humanos. Mas, dependendo, eu não troco uma tarde deitado na rede por um livro. Dependendo do livro, que fique claro!"
TextoMeu 1432
1433
"Terminamos porque eu não ofereci o que ela queria, mas somente o que eu podia e que posso. Ela queria um 'Mar de Rosas', eu só tinha (e só tenho) uma Estante com Livros. Poizé!"
TextoMeu 1433
1441
"O que eu mais gostava quando criança não eram as Brincadeiras na Rua ou os Doces de Cosme e Damião ou as Festas Juninas. Sim, eu gostava (e ainda gosto de tudo isso), mas... Quando criança nada superava a Escola e as Meninas. Adorava ficar com elas o dia inteiro!"
TextoMeu 1441
1446
"É facto, gente! Eu já disse e repito: Pobre adora carne. E se for bife com fritas, ih... Tá feita a festa!"
TextoMeu 1446
1452
"Entre os clássicos que eu gostaria de ter escrito, destaco 'Memorias de um Sargento de Milicias' . Só que Manuel Antônio de Almeida chegou antes de Mim. Bom para ele, lamentável para Mim. E mais lamentável por ter morrido com 30 anos de idade. Ele, não Eu (nem 'Mim'). Foi assim!"
TextoMeu 1452
1483
"Não pensem que Eu estava dormindo. Eu Escrevia e Observava. Eu não durmo... Eu Escrevo e Observo!
TextoMeu 1483
1489
"Não deixa de ser 'interessante' alguém dizer que Escreve 'com o Coração'! Eu, quase sempre, Escrevo com o Teclado!"
TextoMeu 1489
1497
"Embora eu tenha aprendido algo com elas, na verdade não sei bem porque as Escolas de Samba são chamadas de Escolas. Exatamente eu não sei!"
1496
"Aos 14 Anos de idade, eu era adepto da 'Literatura do Cotidiano', com as obras do Grande Carlos Zéfiro. Até que um Professor me recomendou ler o livro que me fez conhecer Minas Gerais. Sou grato àquele Professor. Eternamente grato!"
1495
"Sou daquele tempo: Tirando uma certa explicadora pessoal, nunca estudei em Escolas Particulares. Toda a Minha Trajetoria Escolar foi em Escolas Públicas. Sou daquele tempo! "
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