Poemas sobre quem Realmente eu sou

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Quer saber? Eu te amo. Amo mesmo, cansei de dizer que gosto muito de você ou coisa do tipo, é amor mesmo, pra que esconder? Eu te amo.

Eu não amo você, Tristan. Aliás, nem gosto mais de você. Você estava lá, só isso. Estava lá.

Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido.
- Jó 42:2

Eu acho que deveria continuar um segredo. Um segredo uma vez explicado perde todo o seu charme, e todo o seu perigo."

⁠Eu tô fingindo que eu tô bem porque não é culpa de vocês, mas... Eu não tô bem.
(Steven)

⁠No fim daquele longo sonho, eu enfim fiz uma escolha. Que mesmo se eu voltasse no tempo, de centenas de formas diferentes, eu escolheria encontrar você de novo. Gostaria de conhecer você e de me apaixonar. Eu faria essa escolha triste e perigosa todas as vezes.

Eu sempre supus que o amor era uma desvantagem perigosa, obrigado pela prova definitiva.

“Corações são frágeis,” disse Isabelle. “E eu acho que mesmo quando você se cura, você nunca é o que você era antes.".

Minha filosofia é simplesmente ser eu mesmo, e deixar a outra pessoa ser ela mesma.

Os livros são poderosos instrumentos de transformação. E quanto mais interesse eu tiver, mais interessante eu fico.

Ainda existem algumas pessoas nesse mundo com as quais nos importamos, então eu digo que devemos tentar ajudá-las a se tornar pessoas boas. Por que não? É melhor do que não tentar, certo?

A poesia! A poesia está guardada nas palavras, é tudo que eu sei.
Meu fado é não entender quase tudo; sobre o nada eu tenho profundidades. Eu não cultivo conexões com o real. Para mim poderoso não é aquele que descobre o ouro; poderoso pra mim é aquele que descobre as insignificâncias do mundo e as nossas. Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil. Fiquei emocionado e chorei. Sou fraco para elogios.

Você está me comparando a Deus? Quero dizer, isso é bom, mas só para você saber, eu nunca criei uma árvore.

Experimentei quase tudo, inclusive a paixão e o seu desespero. E agora só quereria ter o que eu tivesse sido e não fui.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Eu, viva e tremeluzente como os instantes, acendo-me e me apago, acendo e apago, acendo e apago. Só que aquilo que capto em mim tem, quando está sendo agora transposto em escrita, o desespero das palavras ocuparem mais instantes que um relance de olhar. Mais que um instante, quero seu fluxo.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

⁠Quando vejo você, me sinto forte, como se pudesse fazer qualquer coisa. Como se até eu valesse alguma coisa.

Eu queria tanto conhecer alguém. Talvez o tempo traga uma pessoa, uma pessoa especial. Talvez eu resolva isso aos poucos, sem sentir. Depois de resolver a mim mesmo.

Eu não quero ser o líder. Eu me recuso a ser o líder. Eu quero viver obscuramente e ricamente em minha feminilidade. Eu quero um homem deitado em cima de mim, sempre em cima de mim. Sua vontade, seu prazer, seu desejo, sua vida, seu trabalho, sua sexualidade a pedra de toque, o comando, meu pivô. Eu não me importo de trabalhar, segurando a minha terra intelectualmente, artisticamente, mas como uma mulher, oh, Deus, como uma mulher que eu quero ser dominada.

Um acaso te conhecer, um acaso falar com você e por esse acaso eu to gostando de você

Você vive fugindo de tudo, da intimidade, do carinho, dos domingos, de você e de mim. O que eu quero saber é: por que você ainda não saiu atrás do seu amor de plástico?
(Cactos)