Poemas sobre quem Realmente eu sou
Não sou escravo de ninguém e nem muito menos ninguém me domina com intuito de pisar-me ou desdenhar-me, mas sou o ouro ou sou a água que mata sua sede;
Quase acreditei nas suas certezas que me levaram ao lado imaginário no qual eu pudesse me perder;
Mentiras sinceras! Não me convêm pela inocência da piedade clamada pelo descaso em momentos de medo e nunca pelas verdades;
Hoje sou teu, não sou da vida nem sou das responsabilidades que me assistem só quero... Sou teu;
Hoje sou teu no qual contes os segundos para está junto a mim em meus braços absorvendo o meu calor e satisfaça o teu prazer;
Hoje sou teu... Ah mulher formosa és tão fogosa que desarruma os meus pensamentos... Ah minha pequena santa... Opa santa? Perdoe-me rainha do meu coração;
Sou o meu próprio alvo em provar que não devo provar nada a ninguém e que o meu dialeto não é equivoco da incerteza do invejoso de mim...
Não espero nada de quem nada tem a me oferecer, sem verdades... Somente ilusões que satisfaça e sim disfarça a origem banal da incapacidade sem valor...
Não busco guerra, mas também não me entrelaço com o descaso de ser quem não sou...
Der repente não sei armar o que pensei para imaginar que sou o que não sou... Agente não queria se amar, mas no silêncio sim... Ah no silêncio nos queríamos...
Possuir um ao outro sem razão que siga alguma regra eventual, apenas nos entregarmos para o prazer carnal... Disso eu sei... É gostoso e meu corpo precisa;
Ó vida perdoai-me por pecar de forma tão intensa, mas sou homem e nada sei para com o amor que tanto me desatina...
Em tua intimidade sou conforto, em teus braços o que queira, em sua boca sou o sabor e em teu corpo a sua saliência... Provoco-a tocando em teus lábios, te excitando e te provando no qual desperte as suas essências...
Desfaleço em insanos gemidos, entrelaçado com os desejos que acompanham os teus sussurros...
Surpreso eu estou pelos suaves tormentos que me desatinam com pequenas loucuras e me levam onde jamais pensasse ir... Pela magia do domínio matando a sede por mim...
Sou a escolha errada de um verso vivo mal-entendido, porém verdadeiro escrito em algum instante por qual quer filosofo não menos importante;
Posso ser a fúria do acalento que se mostra pelo silêncio cortante que emite a pureza da inocência... Ah as tuas manhãs de felicidades me inspiram para escrever a tua história;
Desejo ser o teu sorriso mais perfeito que já se desenhou em tua face e com a definição de gostoso...
Sou a música que muda de tonalidade conforme a melodia... Sou a nota dominante que soa em uma semibreve com a batida do meu coração...
Pois na minha realidade os volumes não distorcem o compasso em uma escala dissonante entre a modernidade...
Não me escute, mas sim me sinta... Deixe que eu flua em teu sangue e me defina em teu coração;
Sou melodias simultâneas no qual se equilibra em acidentes sentimentais... Acidentes sentimentais! Como pode ser acidente dois corações que se encontram?
Então se tornaria mórbido os sentimentos dos seres ilusórios, por quê? Pra que? Valeria a miséria do coração...
O coração não se alimentaria de vertigens ou solidariedade passiva com intenções subjetivas;
Não sou um brinquedo que você brinca, enjoa e joga de lado... Os meus lares gritam pela minha capacidade em me valorizar;
Não é um piscar de olhos que você definirá... A minha relação para se tornar uma questão de opinião...
Mantenho o meu coração calmo antes que ele viva uma liberdade que magoe a outro coração... Dou-te um pedaço do curto espaço da minha felicidade, mas quero a retribuição;
Morda-me, me maltrate e diga-me que sou o teu alimento mais que gostoso... Satisfaço-te como ninguém... Diga-me!
Feche teus olhos e me imagine entrelaçado pelo teu querer... Pelo teu gosto de amar e ser amada;
Saboreia-me com toda vontade que te faça enlouquecer ou que faça o seu corpo estremecer...
Se perca em mim que eu te encontro por entre o seu prazer, excedendo a tua vontade de me beber ou me comer;
Não é me desdenhando que você conseguirá me superar...
Sou muito mais que os olhos possam me enxergar;
Vou além do que você possa apostar!
Diga-me olhando em meus olhos, que é a mim que desejas...
Que sou o responsável pelos teus sorrisos e pela
Esperança suficientemente sonhada
Por você!
Não sou o melhor para te ter
Preciso apena olhar para você...
E você provar todo o meu poder;
Poder te falar, declarar, te felicitar...
E todas as minhas verdades
Te conquistar;
Perco o meu chão, mas não me perco dos meus objetivos...
Caiu em meus obstáculos, mas sou derrotado pela covardia;
Reinvento os meus passos beirando os teus
Abraço a minha determinação
E com a minha coragem
Refaço o meu caminho
Pois a glória me espera;
Jogo-me por inteira perco-me no ar
Entrego-me a você para muito te amar;
Sou coragem no amor e reverso da dor
Não me ame pelo que tenho, mas sim pelo que sou;
Veja que não me doou pela metade
Tenha-me por inteira ou nem tente
Viver as minhas verdades...
Escrevo o amor dos outros, mas ainda não aprendi a amar...
Cresci e ainda sou criança, levando a vida a me inspirar e versar;
Eu sou poeta e busco me respeitar...
Não controlo o tempo e nem sou o dono das verdades que tanto me perseguem
Mas sou o dono do meu coração que comporta todos os meus sentimentos
Dos mais sinceros aos mais indecentes... Então se queres tê-los
Permita-se em deixar-me habitar em seu coração;
Ainda há corações que se refugia das palavras dadas de bom agrado
Fui... Sou e sempre serei exagerado ao me refugiar à tua porta
Para que sua importância seja despertada a mim
E gritaria no meu silêncio... Conforta-me!
Mas, contudo você não vieste me estender as mãos
Mesmo porque espero que estenda o teu coração
Para me acolher na proporção de um amor;
Mas pelo-lhe me disperse a solidão
De mim o quanto antes de uma
Natureza morta em ermos túmulos;
Sou rebelde da vida e não recebo ordens de ninguém
Meus domínios são de mim e não tem refém
Busco agir da forma que defenda o meu coração
E o meu valor somente eu tenho a me fazer;
Voo por entre a minha imaginação
Para endoçar o meu coração
Mas ainda sim ando carente;
E é pela paz que fazemos guerra
Nossa vida é um tanto desleal;
Pelas lutas sem sentidos
De fardas e brasões;
Quando escrevo algo intenso não sou vulgar
Mas sim artista da sensualidade para
Completar a mente e o coração
Como um instrumento
Lúcido e criativo;
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