Poemas sobre quem Realmente eu sou
Meu suspiro
.
A felicidade de minh’alma
É estar nos braços dela...
Sou levado pelo vento
Aonde vai meu coração.
.
Meu sorriso,
Meu gemido,
O meu pranto recolhido
Do adeus a solidão...
.
Ela é o meu suspiro
E todo ar que eu respiro
Em meio a toda multidão...
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Ardor
.
Tenho nela
E a distância
O alimento deste ardor,
Sou dela nesse fogo
Em que flameja o nosso amor.
Quantos dias eu tiver
Sejam eles para ti,
Que de mim não se apartou
Nem me negaste teu amor.
Se com toda essa saudade
Me achego a ti no meu ardor,
Me transbordas o teu afago
Para viver o nosso amor.
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Infindo
Sinto essa saudada
Da metade do todo
Que sou com você.
.
Vivo agora
“O tudo” que me restou
Desse adeus...
.
Onde vou?
Nesse corpo perdido
Sem teu amor...
.
Na beleza da flor,
O perfume do amor...
Ou o espinho da dor?
.
Vou pro meu mundo
Onde vivo perdido
No meu infindo amor.
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Estou desencontrada ... Carrego no peito a dor de uma saudade. Não sou perfeita, nem fada, nem anjo. Estou a caminho de mim . Estou a caminho .... Com o coração disposto e um sorriso nos lábios. Talvez eu me encontre, talvez me perca mais um pouco. Mas não vou desistir de lutar por mim.
Lene Dantas
AMOR AO BRASIL
Minha terra é um paraíso
Verdes matas, céu de anil;
Sou feliz e não preciso
De outra, senão o Brasil.
Quem trabalha e tem bondade
Faz da vida uma canção
Com justiça e liberdade
Brasões da nossa nação.
Pois, com atitude rara,
Segue o rumo verdadeiro,
Resiliência é a cara
Do bom povo brasileiro.
Mesmo em tempos de porfia
Entre o bem e o mal hostil,
Deus protege, noite e dia,
Os destinos do Brasil.
PedrO M.
Será que sou um adulto que não cresceu ou uma criança que cresceu demais?
😁😄😉😂
Nunca deixe morrer a criança que existe dentro de vc!
👍🏻🙏🏻✌🏼
#MarcosOffrede
Suave como uma pluma, forte como um trovão
Sou brisa que toca a face,
silêncio que acalma o chão,
mas carrego em mim o eco
de um antigo trovão.
Caminho leve nos campos,
como quem dança no ar,
mas meus passos têm raízes
que sabem onde pisar.
Falo com voz de esperança,
sussurro feito oração,
mas guardo no peito o grito
de toda libertação.
Não sou só flor nem espada,
nem só ternura ou razão —
sou amor que não recua,
sou fé, sou transformação.
Sou luz que rompe a névoa,
sou sombra em contemplação:
suave como uma pluma,
forte como um trovão.
Suave como uma pluma, forte como um trovão
por Alex Zanute Dias
Sou feito de silêncio e tempestade,
de calmaria e contramão.
Carrego no peito a leveza do amor
e nos olhos, o peso da superação.
Já fui vento que acaricia
e também vendaval que desaba.
Já fui lágrima escondida no lençol da noite,
mas também riso que renasce na alvorada.
Minha voz pode ser sussurro
que embala a alma em oração,
mas também é clamor que rasga os céus
quando a dor transborda o coração.
Sou feito da ternura que acolhe,
mas também da força que não se curva.
A vida me ensinou a ser pluma no ar,
mas também aço na luta mais dura.
Não sou frágil, nem pedra bruta.
Sou flor que brota em chão rachado.
Sou fé que se ergue após o abismo,
sou grito de quem foi calado.
Suave como uma pluma que dança,
mas quando é preciso,
forte como um trovão
que acorda o universo adormecido.
Não sou adepta as filosofias que possam roubar meu sorriso,
esse meu sentir exagerado, sincero e descuidado
Não aceito filosofia de tipo algum que possa me causar infelicidade
Não aceito nada que roube o meu prazer
em poder viver as simplicidades da vida
Não suporto a presença de pessoas pessimistas
Escrevo para sair e ficar
Não faço muito
Desejo apenas libertar
Nutrir... Iluminar
Sou barquinho frágil
Que navega em correntezas
Às vezes embalado
Outras, arremessado contras as rochas
Mas sigo... Não paro
Não crio convicções
Gosto de sentir e tocar
Libertar
Derrubar preceitos
Derrubar regras
Estimular o pensar...
Gosto de ir e ficar
Escrevo porque sou livre.
Isso não significa que sou dona de mim ou dos meus sentimentos.
Mas sou livre o suficiente para transformar cada sensação, sentimento ou gestos em palavras.
Escrever o que sinto, sem precisar mascarar nada...
É isto que me torna livre...
E não há quem possa me dizer o contrário!
PRAGAS E MAUS OLHADOS
Rude destino
Este que só me deixou
Desde menino
Ser o que sou
Sem ser o que queria:
Ator de ganha pão,
Cantor,
Escritor,
Poeta maldito,
Sonhador proscrito,
Padre,
Frade,
Na madre
Mãe do meu grito.
Maldito destino,
Espírito atroz,
Sem letra nem hino,
Demoníaco,
Algoz,
Cardíaco!
Maldita praga
Aziaga,
Me rogaram!
Aterrador olhar me deitaram
Logo à nascença,
Ou talvez até quando espreitaram
A barriga de minha mãe,
Quando como uma prensa
Começou a inchar
A crescer,
A medrar...
(Carlos De Castro, in Poesia num País Sem Censura, em 28-07-2022)
RESISTÊNCIAS sei lá quantas já escrevi
Resisto,
Porque quero
E não por acaso mero,
Porque sou tão teimoso
Que até as pedras da rua
Quando me sentem mancando
Pelas dores negras e cruas
Que me vão martirizando,
E mostrando que nada valho,
Dizem em jeito jocoso:
- Que resistente bandalho!
Resisti,
A promessas de riquezas vãs,
Prometidas por gentalhas
Canalhas, com olhos de rãs;
Seres avaros, repugnantes
Com cartões de governantes,
Sei lá por graça de quem
Foi o santo que os pôs na cripta
De donos de tantas parvónias
Que mencioná-las irrita
E revolta até também
Algumas orquestras sinfónicas.
Continuo a resistir,
Ao meu relógio sem horas
Porque só me traz a desoras,
Sem saber que mal lhe fiz,
As notícias mais pandoras
Deste meu ledo País.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Triste Por Escrever, em 17-11-2024)
Sou de Câncer
Dos doze é o que mais gosto
Dizem que por isso muito sonho
Na sensibilidade eu me ponho
Muito forte na intuição
Irônico, mas de grande coração
Hoje, mais um dia de festa
Um ano menos que me resta
Velho não, apenas experiente
Cada dia, dia a dia mais consciente
Sim, eu sou do mês de julho
Mais um ano é o meu desejo
Sou do signo de caranguejo
Criatura Felina
Com um andar que fascina
Olhos de gata
Com autoestima
Sou assim feminina
Olhar que penetra na alma
Que despe sem tocar
Sem tirar a calma
Mas consegue provocar
Mulher de sete vidas
Gata, leoa, onça, pantera
Mãe, filha, amante
Efêmera dominante
Que o futuro da espécie
Nos garante!
Não sou competitiva
Não quero ser melhor do que ninguém
Só quero me superar a cada dia
Tenho essa expectativa
Não quero ser perfeita
Seria impossível, porém;
Não quero ser injusta com ninguém.
Não sou o que escrevo!
Lanço aos átomos as fórmulas.
Da alegria desintegrando desarmonias
Prolixos versos "mímicos"
Sou menina, adulta.
Não compreendi muita coisa...
Mas fiz e, ... o melhor que pude-r.
Então nem se (fala).
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