Poemas sobre quem Realmente eu sou
Oh, Lua,
Divina obra de arte,
Tua simplicidade incentiva
A amar, a refletir sobre a vida,
Cativas com o Teu Luar
Deixando a noite ainda mais linda.
Sono profundo e tranquilo de uma criança amada sobre um colo que passa muita confiança,
cujo coração serve como um abrigo que é cheio de amor e uma abundância imprescindível de carinho, respeito, consolo e bons sentimentos,
uma prova do zelo do Senhor desde um simples momento que com certeza ficará guardado na mente,
parte de um mútuo contentamento, um laço singular que ficará cada vez mais forte com passar do tempo.
Imprevistos surgem, não se tem o controle sobre tudo que acontece ou deixa de acontecer a respeito de si mesmo, muito menos sobre os outros, sendo assim, faz parte não estar sempre disponível, disposto para qualquer ocasião, independente dos prejuízos e das atitudes inconvenientes
Consequentemente, seja compreensível com os demais e também não se sinta numa obrigação danosa e eterna, não se comprometa da boca pra fora, não prometa se não tenha a intenção de cumprir, mentir ou usar desculpas esfarrapadas é desgastante, uma afronta que contraria uma consideração genuína
E por mais que trazer uma justificativa falsa pareça ser a melhor saída, certamente, não justifica, pois ninguém é obrigado a nada, não adianta querer agradar de todas as formas pra no final das contas ser desagradável, causando rachaduras na confiança até chegar infelizmente ao ponto de ser irreparável
Prometer não é dar uma certeza de um cumprimento inevitável e sim de que se fará todo o possível para se fazer conforme o que foi prometido, ainda que seja através de um caminho árduo, de uma rotina atarefada e caso não se cumpra, será lamentável, mas a consciência deverá ficar tranquila, pois não será por descaso, nem será mentira.
O que o evangelho fala sobre dinheiro?
Não seja preguiçoso nem avarento, mas trabalhe a cada dia para ter o seu pão. 🥖
📖 2 Tessalonicenses 3.10
Não é sobre a quantidade de livros lidos, mas sobre o quanto cada um deles foi capaz de transformar você.
Sfj,reflexões
A Inércia do Forçado
A insistência sobre outra pessoa, quando se torna chata, pode provocar a sua inércia; pois a atitude que tanto se espera não vai acontecer de uma maneira forçada — talvez nem aconteça.
E, se houver alguma recompensa depois de muito esperar, de tanto insistir, ainda que a demora seja longa, virá na hora certa. Não adianta forçar a barra; obviamente, não compensa
Entretanto, felizmente, a espera dessa ocorrência não é obrigatória. É preciso analisar se realmente vale a pena insistir cobrando algo que não se cobra, esperando um sim imediato, exatamente agora.
O Romantismo entre a Chuva e a Flora
A emoção do amor divino refletindo sobre as pétalas de uma rosa, um símbolo de romantismo no esplendor de uma cor calorosa, ornado com algumas pérolas de água — joias caídas do céu —, visão charmosa ao romper o véu da escuridão de uma noite chuvosa.
Riqueza trilionária não é sobre ter tudo…
É sobre construir uma mente que nunca mais volta ao zero. 💎
— rede social X @isaqueramoncc
O que o outro faz é sobre ele.
O que você aceita é sobre você.
A gente nem sempre controla o que vem de fora, mas pode escolher o que deixa entrar.
Nunca esqueça que pouca coisa vale a sua atenção, e nada vale a sua paz.
Seja bom.
Seja humilde e principalmente honesto.
Mas por favor.
Deixe de ser trouxa!!!
😏
Não é sobre ler o que foi escrito,
pra alguns é só fazer por fazer como todos fazem. Mas lidar com o que é vivo exige mais que isso, exige escrúpulo… mesmo diante do desprezo.
DeBrunoParaCarla
Não é sobre
se libertar da dor,
mas do que
causa
a dor.
Há um equívoco muito comum em nossa maneira de lidar com o sofrimento: tratamos a dor como inimiga, quando muitas vezes ela é apenas a mensageira.
Passamos grande parte da vida tentando silenciá-la, anestesiá-la ou escondê-la, como se o problema estivesse no alarme e não no incêndio que ele anuncia.
Libertar-se da dor pode até oferecer algum alívio momentâneo, mas quase nunca transforma a realidade que a produz.
É como trocar o curativo sem limpar a ferida — por um tempo parece resolvido, até que a infecção volta a lembrar que o problema nunca foi realmente enfrentado.
O que realmente exige coragem não é fugir da dor, mas olhar com honestidade para as causas que a alimentam.
Às vezes são relações que se sustentam no desgaste, expectativas que nunca foram nossas, silêncios que acumulamos para manter aparências ou estruturas que aprendemos a aceitar como inevitáveis.
A dor, nesse sentido, pode ser um tipo muito raro de lucidez.
Ela revela aquilo que a acomodação tenta esconder.
E, por mais desconfortável que seja, ela também aponta para onde a mudança — de fato — precisa acontecer.
Libertar-se do que causa a dor exige mais do que resistência emocional — exige revisão de escolhas, rompimento com padrões e, muitas vezes, a coragem de contrariar as narrativas que nos ensinaram a suportar o insuportável.
Porque, no fim, não se trata de aprender a viver anestesiado.
Trata-se de aprender a viver sem precisar se ferir para continuar existindo.
A pressa em escolher um lado é tão grande que a maioria já consegue arrotar opinião sobre conteúdo que nem sequer consumiu.
Vivemos um tempo em que reagir vale mais do que compreender.
A velocidade com que julgamentos são formados supera, com folga, o tempo necessário para escutar, refletir ou até mesmo duvidar.
Opinar virou quase um reflexo involuntário — não porque temos algo sólido a dizer, mas porque o silêncio passou a ser confundido com ausência de posicionamento, e isso, para muitos, parece inaceitável.
O problema não está em ter opiniões, mas na superficialidade com que elas nascem.
Quando não há contato real com o conteúdo, o que se expressa não é pensamento, é apenas eco.
Eco de manchetes, de recortes, de narrativas prontas que dispensam esforço e recompensam a pressa.
E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando a própria capacidade de pensar.
Há uma falsa sensação de pertencimento em escolher rapidamente um lado.
Como se isso garantisse identidade, como se fosse suficiente para nos situar no mundo.
Mas o preço disso é alto demais: abrimos mão da complexidade, ignoramos nuances e transformamos qualquer assunto em uma disputa rasa, onde o objetivo não é entender, mas vencer.
Talvez o verdadeiro ato de coragem, hoje, seja justamente o contrário.
Seja admitir que ainda não sabemos o suficiente.
Seja escutar antes de falar, consumir antes de julgar, refletir antes de reagir.
Porque pensar dá trabalho — e, em tempos de imediatismo, tudo que exige tempo parece quase um ato de resistência.
No fim, não é sobre escolher um lado rápido demais.
É sobre não se perder de si mesmo no processo.
A sabedoria e a beleza
Discutiam caladas
Sobre a pequenez da grandeza
De ser mais bela ou mais sábia
Sobre olhares navegantes ilusões...
São prestes a harmonia virtuosa...
Clarividente são as brumas reluzente de Paranapiacaba...
Ar de mistério místico e maravilhoso dos artesãos que vende sua arte contemporânea...
Velha estação de trem carrega seus fantasmas do passado.
E um relógio que atravessa as épocas com encanto da bruxaria...
Cachoeiras desafia nossa imaginação e detalha, há águas puras da natureza.
Os eventos festivos movimenta a pacata cidade. A fruta que amor da cidade e o cambuci ate cachaça tem....
Doces de cambuci. Famoso sorvete de cambuci.
Sobre a Vaidade da Sabedoria
A sabedoria não leva a nada.
Como morre o tolo, morre o sábio.
Tudo o que o sábio sabe é, em última instância,
para alimentar a própria vaidade —
para poder se orgulhar do que supõe ter entendido.
É verdade que, às vezes, a sabedoria o livra
de certos abismos onde o tolo cai sem perceber.
Evita-lhe perigos, enganos, precipícios.
E o tolo, ignorante de tais ciladas,
paga caro — muitas vezes com a própria vida,
morrendo antes da hora,
ceifado pela própria inconsequência.
Contudo, nem isso é razão suficiente
para que o sábio receba honras imerecidas
por seu árduo trabalho em busca do saber.
Pois todo conhecimento, por mais vasto,
se perde no tempo e no espaço,
como areia que escapa por entre os dedos
do homem que acreditava segurá-la.
RIO DE JANEIRO
Evan do Carmo
Que poeta passaria sobre ti, adormecido
em tuas ruas estreitas, a um mar imenso?
Os meninos da Candelária
não se esqueceriam de ti
ao descreverem um paraíso.
Teus poetas atingem
ainda em vida
a perfeição.
Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Sol e Poesia,
hermética canção, bruxo de Cosme e Mil de Castro, Chico, Buarque.
Embarque, EMBARQUE à perdição.
Que estrangeiro não morreria
para que tu estejas sempre linda?
Todo carioca um dia vai ao morro,
caminho reto,
da queda à ascensão.
Qual dos deuses não desceria
do Olimpo
para viver
um dia apenas
em tua copa ou em tuas cabanas?
Os meninos da Candelária
não se esqueceriam de ti
ao descreverem um paraíso.
Teus poetas atingem
ainda em vida
a perfeição.
Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Sol e Poesia,
hermética canção, bruxo de Cosme e Mil de Castro, Chico, Buarque.
Embarque, EMBARQUE à perdição.
Que estrangeiro não morreria
para que tu estejas sempre linda?
Todo carioca um dia vai ao morro,
caminho reto,
da queda à ascensão.
Qual dos deuses não desceria
do Olimpo
para viver
um dia apenas
em tua copa ou em tuas cabanas?
Tese sobre o Caos e a Consciência
Antes da inteligência humana, havia o caos — não mero desarranjo, mas um abismo fecundo, um entrelaçar de forças indomáveis e silenciosas que pulsavam sem testemunha. A expansão do universo — efeito da grande explosão — moveu massas, gerou órbitas, incendiou estrelas; e ao longo de milênios incontáveis, dessas forças surgiu uma ordem apenas aparente: uma harmonia caótica, tão tênue quanto ilusória.
Os humanos, criaturas de um lampejo tardio de consciência, acreditam enxergar perfeição onde há apenas fluxo, perceber mistério onde existe apenas processo, e, com vaidade, tentam nomear o que escapa a toda nomeação. A inteligência, ainda jovem, nasce dos erros involuntários do próprio caos, e é com ela que se edifica a pergunta — não a resposta.
A consciência — esse clarão que se anuncia no “penso, logo existo” — produziu infindáveis interrogações. Mas que respostas poderia oferecer a criatura que emergiu de uma ignorância tão profunda? É impossível que uma mente tão jovem compreenda o abismo anterior a si mesma, o princípio inominável de onde tudo se ergueu, o silêncio primordial que, ao se desfazer, fez nascer não apenas o universo, mas também a angústia de quem o contempla.
— Evan do Carmo, 14-10-205
Sobre hoje, no café, e no mundo, escrevo para aliviar a tensão.
O café esfriava lentamente, como se também estivesse cansado de notícias. Ao redor, pessoas falavam baixo, riam por educação, mexiam no celular como quem procura abrigo. O mundo ardia do lado de fora, mas ali dentro o tempo ainda fingia normalidade. Há algo de profundamente humano nesse gesto pequeno de segurar uma xícara enquanto impérios se movem, fronteiras tremem e homens decidem destinos como quem move peças distraídas num tabuleiro gasto.
Vivemos dias em que o poder voltou a falar alto, sem pudor, sem metáfora. A força reaprendeu a se chamar virtude, e a violência se veste novamente de salvação. Enquanto isso, o cidadão comum segue escolhendo o pão, pagando o café, tentando manter a sanidade intacta. O contraste é obsceno: o mundo range, e nós respiramos como podemos.
Escrever, hoje, não é vaidade nem ofício. É necessidade fisiológica. É a forma mais discreta de resistência. Uma maneira de dizer a si mesmo que ainda há pensamento, ainda há silêncio possível, ainda há um intervalo entre o caos e a consciência.
Termino o café. O mundo continua.
Mas, por alguns minutos, a escrita cumpriu sua função essencial:
não salvou nada — apenas **impediu que tudo desabasse por dentro**.
Ela transpira o amor♡!
Escrever notas sobre ela não é tão difícil assim, pois nela residem sentimentos tão puros que seria uma raridade encontrar por aí...
Ah! Se o universo pudesse conspirar a favor dela, transbordaria todo esse amor guardado nela.
Ela se dedica ao outro como se o valor do outro excedesse os rubis... Ah, valiosa mulher!
Transpira "O Amor" e exala o perfume dele, ainda que seja esmagada como uma flor...
Não se poupou nem mesmo na dor, imagina quando recebeu amor!
Quem a conheceu acredita que tudo o que sente é sincero e tem vida, pois ela sorri mesmo com tantas feridas que o tempo deixou.
Ela é menina.
Moça.
Mulher.
É princesa, é fada e sabe exatamente o que quer.
Ela é intensa, não consegue viver em superfícies, pois, por transpirar, se proíbe de não transbordar. Somente se for raso o outro que aparecer, ela ainda tenta, mas sabe que vai sofrer. E, por vezes, desiste, mas nunca irão a esquecer.
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