Poemas sobre quem Realmente eu sou

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Sobre Meninos e Lobos é um filme que não se limita a contar uma história policial, ele abre feridas e expõe silêncios, e ao assistir senti como se estivesse diante de algo que não se conclui, como se o chão tivesse desaparecido sob meus pés, porque a trama de três amigos de infância marcados por um trauma e reunidos novamente pelo assassinato da filha de um deles não termina com justiça ou redenção, termina com silêncio e omissão, e esse silêncio me trouxe de volta lembranças da minha própria infância, de tempos em que a sociedade preferia calar diante da dor, em que todos sabiam mas ninguém dizia nada, e talvez seja por isso que o filme provoca tanto desconforto, porque ele mostra que o passado não desaparece, apenas retorna em novas formas, e ao mesmo tempo que acompanhamos Jimmy, Sean e Dave tentando lidar com seus fantasmas, nós também somos obrigados a encarar os nossos, e é nesse ponto que a obra se torna mais do que cinema, se torna um espelho, um convite à reflexão, uma experiência que deixa marcas, e por isso acredito que outras pessoas deveriam assistir, não para encontrar respostas fáceis, mas para sentir esse impacto, esse vazio que nos obriga a pensar sobre justiça, memória e hipocrisia social, porque Sobre Meninos e Lobos não fecha portas, ele abre, e quem se permitir atravessar vai sair diferente, talvez sem chão, mas com muito para refletir.


Fernando kabral



Olinda 15 de novembro de 2025

Confesso que, em cada texto que escrevo sobre saudades,

Na minha face, lágrimas quentes podem ser sentidas

Confesso que componho, pensando em nossos momentos,

E cada melodia é a voz do meu coração dizendo:

— PRECISO AMAR VOCÊ!

O que os poetas dizem sobre o amor que o mundo esqueceu?

O mundo anda apressado.
Os corações, rasos.
O amor — aquele de verdade — parece ter sido esquecido na última gaveta da humanidade.
Mas… será que foi mesmo?
Ou será que só se escondeu nos silêncios onde ainda mora a poesia?

Vinicius dizia que o amor não precisa ser imortal, posto que é chama. Mas pedia: que seja infinito enquanto dure.
Adélia nos lembrava que “erótica é a alma”, porque o amor não é só toque — é transcendência.
Rita Lee, ousada e genial, rasgava a falsa moral: “Amor sem sexo é amizade. Sexo sem amor é vontade. Amor e sexo é tudo.”
E Ferreira Gullar, sem floreio, dizia o que poucos têm coragem de admitir: amar não salva, revela.

Amar é isso:
É enxergar as falhas e, mesmo assim, escolher ficar.
É respeitar o tempo do outro, a nudez da alma, a bagunça da existência.
É saber que o amor não se compra, não se exibe, não se promete.
Se constrói.

E foi com essa certeza que escrevi um dia:
“Não se deixe levar apenas pela paixão, mas viva pelo amor, lute, acredite, tenha fé. O amor é a única razão de o mundo ainda existir.”
(Leandro Flores – Construindo Amor)

Sim, o mundo pode ter esquecido do amor.
Mas os poetas não.
Eles seguem escrevendo por todos aqueles que ainda sentem — mesmo em silêncio.
Por aqueles que olham e enxergam.
Que tocam e permanecem.
Que amam… mesmo quando o mundo já não acredita mais nisso.

Porque enquanto houver poesia,
o amor não morre.
Ele só se esconde — esperando ser lido.

Não é sobre o quanto perdemos. E, sim, sobre o quanto ainda temos.

— Anthony Howard Stark.

Deus não constrói promessas sobre areia.
Se o processo é demorado, é porque os alicerces estão sendo feitos para durar.
O que vem d’Ele não desmorona, não se perde, não se apaga.
Espere firme — o que está chegando é sólido como a rocha.

Com a força que Cristo me concede, não existe impossível.
Não é sobre força própria, é sobre força emprestada do Alto.
É sobre olhar o impossível e saber: com Cristo, não há barreiras finais.
O impossível é apenas a matéria-prima dos milagres.

Sobre ser…

Alguns dias a gente e forte,
outros somos cura
Não rá como ser igual
A vida não tem manual

E está tudo bem
Afinal eu não tinho manual,
também!
Afinal nunca é igual
Por fim nem o fim é o final.

Recomeços nascem do fim.
Recomeçar,
Refazer,
Ressignificarem tudo em mim.

Não é sobre dor,
é sobre ser, sobre o amor,
sobre sonhar e nunca,
jamais deixar a tristeza ganhar,
nunca ganhar de mim.
Tristeza tem fim!

Setembro chegando meio Amarelo

Fiquei pensando no tema.

Sobre - viver e morrer.

Que seja um mês de conscientização sobre a vida. A melhor forma de viver é querer viver.Sejamos inspiradores do viver, com todo afeto para quem um dia pensou em desistir.

É importante tirar um tempo de qualidade pessoal... Fazer reflexões e perguntas introdutórias sobre si mesmo!

Algumas respostas estão dentro de você... é só parar para analisar.

Sobre o Peso Invisível Que Habita os Ombros Mesmo Quando o Mundo Sorri


Há um lugar dentro de mim
onde os passos não se repetem,
mas continuam a ecoar,
como se cada som fosse a lembrança
de algo que nunca aconteceu.


A solidão não chegou como tempestade,
nem como rajada de vento
foi se infiltrando
nas frestas mais estreitas
da minha rotina,
ocupando o ar sem pedir licença,
até que respirar e tê-la perto
se tornaram a mesma coisa.


No princípio, imaginei que fosse ausência,
um buraco a ser tapado
com conversas, música,
ou o simples ruído de outros corpos passando.
Mas havia nela
uma densidade particular,
uma matéria invisível
que parecia moldar o contorno
de tudo o que me cercava.


Aprendi que a solidão não é
o silêncio ao redor,
mas o peso dentro,
uma pedra colocada onde antes
morava o impulso de chamar alguém pelo nome.


Ela é paciente,
ensina que o mundo se move
sem precisar de testemunhas,
que a respiração pode ser
a única prova
de que ainda se existe.


Falar comigo mesmo
deixou de ser confissão
e se tornou um rito
um pacto que mantém
o frágil edifício da mente
de pé no meio da madrugada.


Alguns dias ela me prende,
como corda atada à cintura,
puxando para um fundo que não se vê.
Outros, se espalha
como luz pálida sobre campos vazios,
onde cada passo que já dei
parece ter sido apagado pelo vento.


E sem despedidas,
permanece:
invisível,
inseparável,
uma presença imóvel
que me habita
com a mesma intensidade
com que o sangue habita as veias.

Palavras;
Mídia.
Status.


Nunca atitudes,nunca em prática nada daquilo que diz tanto sobre (amor).


- Amoral.

É sobre isso...
Os segredos da vida nesse universo de movimentos.
Preciso aprender lidar com tudo isso, para não colidir com novos erros.
É esse sentimento de que o tempo é curto, e a percepção da necessária correção da rota.
É sobre o tempo e o medo de avançar no vazio.

A Malica do Amor



Sentado aqui, perdido em pensamentos sobre tudo o que vivemos — as horas que nos pertenceram, os textões infinitos trocados, as brigas nascidas das minhas grosserias e das minhas queixas contra seus questionamentos insaciáveis e manipulações silenciosas — percebo que volto sempre à mesma pergunta: o que realmente importa? A minha vontade ou a sua? O seu capricho ou o meu? Será que é só isso o que importa?



As pessoas vêm, partem, algumas permanecem para sempre. E não falo da presença física, mas da companhia invisível, filosófica, imaterial e inesquecível. Sei que habitarei em você, assim como você habitará em mim, por toda a existência dos nossos seres. Enquanto nossas essências resistirem ao tempo, seremos eternamente parte um do outro.



Perdoe-me por ser o seu demônio mais cruel. Eu também te perdoo por, às vezes, querer cortar as minhas asas. Cresci em você, e você em mim, e nossas raízes se fundiram nesse universo malicioso e, ainda assim, divino do amor.

Mauricio Macedo

Não podemos ser atrádos por falsas promessas, devemos ter cautela e sobre-tudo um olhar amplo.


@PrinceGux

Sobre tudo…

Donos de tudo, de tudo mesmo, mas, tudo esvai-se, devaneio e me volto, tudo, é sério.

Tudo desejo, tudo quero, tudo posso, tudo espero, tudo é meu, tudo encanto, tudo vou, tudo encerro, tudo corro, tudo é pressa, tudo ordeno, tudo erro.

Num mundo em que tudo é nada, lá vou eu pintando a minha estrada, não sei ao certo pra onde vou, não sei nada do que encontrarei, não sei, só sei que me perdir.

Não sei, realmente não sei como vim parar aqui, ah, eu lembro, eu me trouxe, mas, não sei quando e nem como. Aqui estou, será que é sonho, uma quimera, é muito raro, muita miséria.

Um preço pago por linhas tortas, eu escrevi e Deus se importa, quer corrigir e eu proíbo, quer me unir, só eu consigo, assim pensando vou me perdendo de hora em hora, mais me prendendo, a um caos tamanho, um cais vazio, barcos partiram, ninguém me viu.

Puxo as correntes, nunca termina, a minha âncora enferrujou, olho pro lado, mais preso estou, ainda uma corda num cais me amarra, minha tristeza não se compara. Mas, me recordo, não sei, nunca naveguei, que barco é esse, eu enlouqueço, apenas eu.

Sobre adversidade

As vezes faço o que quero, as vezes faço o que tenho que fazer… Vocês já estudaram sobre a formação das pérolas ? Pois bem, O processo de formação das pérolas começa quando uma partícula estranha — um parasita ou um grão de areia — entra no molusco. Como mecanismo de defesa, o molusco libera várias camadas de nácar para envolver o invasor. As pérolas são resultado do acúmulo de nácar.

Nos momentos mais apavorantes de nossas vidas demonstramos desespero, agonia, raiva, e o que era ruim acaba muitas vezes ficando pior, ao contrário de nós, a ostra se defende criando algo mágico, algo lindo.

Precisamos desse exemplo nas nossas vidas, precisamos fazer coisas bonitas na inquietação de nossos problemas, precisamos parar, respirar e pensar, a solução na maioria das vezes é algo que vai mudar nossa vida, nosso estado, nosso futuro e acreditem para um lado lindo e pacífico chamado paz.

Setembro chega sem pedir licença,
derrama o amarelo dos ipês sobre o cinza das ruas,
traz consigo o sopro da primavera,
e nos lembra —
que há beleza até no que cai,
que o chão também floresce em meio às estações.

Ainda sobre o fatídico dia 28/10/25, no RJ.


Me impressiona alguém que, tendo filhos e netos, consequentemente nos sugere que saiba da importância afetiva deles na vida dos seus pais e de todos aqueles que os amam, apesar dos seus defeitos, e que se diz cristão, não hesita em comemorar a morte do filho de outro alguém.
Ninguém precisa ficar triste com a morte de bandido. Porém, ficar feliz me parece não ser o exemplo deixado, segundo a Bíblia, por Jesus.
Como reflexão, fica mais essa suspeita que esta figura divina chamada Jesus, no fundo, não tem potencial suficiente para ensinar aos seus "fiéis".


O triste é quando vem a vida e ensina.

Uma civilização se constrói sobre um conjunto de valores internalizados. Inúmeras civilizações desenvolveram visões radicalmente diferentes de como organizar as sociedades, e estas competiram num processo semelhante à seleção darwiniana para estabelecer qual ethos civilizacional permite o florescimento máximo. O excepcionalismo americano é um desses sistemas e produziu a maior sociedade que o mundo já conheceu. A empatia suicida vai destruí-la porque a tolerância ocidental é o seu calcanhar de Aquiles fatal. Lembrem-se das minhas palavras.

- Gad Saad

A dor é íntima.
Por mais que escreva sobre ela,
ela continua sendo sua
só sua.