Poemas sobre quem Realmente eu sou
Hoje, Eu sou mal, serei mal até o dia que Deus me resgatar de mim mesmo. Então Deus, livre-me de mim, estou cansado de falhar perante a missão que me deste e o lugar que me colocou, puts cara, porque é dificil assim, seguir a ti, eu queria perder a minha vida inteira e tudo que tenho por amor e ti e aos meus amigos, mas eu não consigo, corro numa esteira esperando chegar em algum lugar.
A verdade é que eu em mim mesmo não tenho provisão de esperança, nem mesmo que eu posso sair desta situação, o meu Eu me assombra dia e noite, me ameçando de aparecer cada vez mais forte. Não Deus, eu não quero ser como a mim, porque em mim não há nada de bom, deixa-me te amar mais uma vez, Deixa-me te honrar mais uma vez, Deixa-me chorar mais uma vez.
Deus, me livre de mim. Por favor...
“Já estou na estrada faz algum tempo e o vejo passar. Tudo que levo na bagagem sou eu mesma.”
#bysissym
#blogzoom
"Eu sou todas as emoções.
Eu sou a mistura de todos os sentimentos e de todas as emoções: eu sou o amor, eu sou o ódio, sou a mistura de tudo. Eu sou a chuva, eu sou o sol, eu sou a mistura de todas as estações. Eu sou o perdão, eu sou a condição, eu sou a mistura de todas as sensações. Eu sou a calmaria e eu sou a agitação, eu sou a soma de todas as motivações."
Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides
Sou um renascentista
Talvez eu tenha nascido fora do tempo,
mas minha alma caminha pelas ruas de Paris.
Não as ruas apressadas do turismo,
mas aquelas onde a madrugada ainda cheira a vinho, tinta e papel.
Onde os músicos tocam como se o destino dependesse de um acorde
e os poetas bebem a lua em silêncio.
É ali que existo — entre o som e a palavra,
entre o piano e o abismo.
Sou um renascentista: músico, poeta, pianista.
Vivo entre o sagrado e o profano, entre o vinho e o verbo.
Cada nota que toco é um pedaço de mim tentando renascer,
cada verso, uma confissão que o tempo não conseguiu apagar.
Não bebo para esquecer, bebo para lembrar —
que a vida, como a arte, é feita de breves eternidades.
Quando sento ao piano, sinto Paris me ouvir.
Os fantasmas de Debussy e Ravel espiam por sobre meu ombro,
e o Sena, lá fora, parece repetir minhas notas nas águas.
O poeta em mim escreve o que o músico sente;
o músico traduz o que o poeta pressente.
É uma comunhão silenciosa entre o som e o pensamento —
a forma mais bela de loucura.
Ser renascentista é não aceitar a indiferença dos tempos modernos.
É crer que a beleza ainda pode salvar,
que o corpo é templo e o amor é arte.
É brindar com o vinho e com o caos,
com a esperança e o desespero,
porque tudo o que é humano é divino quando há música no coração.
Sou um renascentista.
Poeta, músico, homem que vive nas ruas de Paris —
onde o tempo se curva diante de um piano,
e o vinho se torna prece nas mãos de quem ainda acredita
que a vida é, acima de tudo, uma sinfonia inacabada.
Nada me abala.
Eu apareço quando sou necessário e entrego excelência.
Dou liberdade porque confio — e observo porque lidero.
Se funcionar, seguimos juntos.
Se não, cada um toma o seu caminho, sem ruído.
O diálogo sempre estará aberto para quem vem com verdade.
Confiança é como casamento:
traição não destrói — ela apenas revela que nunca existiu.
O LINEAR DAS ESCOLHAS
Eu sou a linha que separa o gênio do louco; sou a linha, o instante que separa a vida e a morte. Sou um pequeno instante onde tudo pode acontecer; sou o segredo que define a realidade.
Tolo é o homem que passa por mim e não reconhece meu poder de destruir ou criar. Sou o fruto que nasce da ordem e do caos.
Não subestime o meu poder, pois me subestimar é subestimar a si mesmo; sou a encruzilhada que define seu destino. Não sou justo e também não sou cruel: sou o espelho de suas decisões.
Tudo passa por mim, e o que eu mais vejo são seres que não entendem o poder de suas próprias escolhas.
Sou aquele que guarda os caminhos que ainda não foram escritos, porém não sou aquele que escreve o destino. Mas eu sempre estou em cada escolha e em cada decisão.
Sou o observador do desastre humano que, mesmo divino, optou escolher o maligno. Estou presente em suas escolhas, mas você nunca prestou atenção em mim.
Muitas pessoas se perdem no eu sou…
No eu só quero…
Falta a conexão real com o nós…
O orgulho é parceiro de todas as horas…
A vaidade sempre guiando…
Muito talento para pouca empatia…
Na vida a felicidade se faz com o pouco do bem que fazemos ao próximo…
Focar em si é deixar de ser farol na vida das pessoas…
Patrícia Feijó
Eu não sou só o que ri.
Eu sei que muitos me veem como o cara leve.
O engraçado.
O que transforma o peso em piada
e o silêncio em riso.
E tudo bem.
Esse também sou eu.
Mas existe um erro silencioso quando acham que isso é tudo.
Porque ninguém vê o quanto eu penso.
O quanto eu observo.
O quanto eu seguro coisas que não viro brincadeira.
O quanto eu sei ser sério quando a vida pede seriedade.
Talvez o problema nunca tenha sido eu ser alegre.
Talvez tenha sido eu me esconder atrás disso.
O riso é confortável.
Ele aproxima, desarma, protege.
Mas ele também cria uma imagem fácil de engolir.
E eu não sou fácil.
Quando a situação exige postura, eu tenho.
Quando alguém precisa de cuidado, eu cuido.
Quando é hora de sustentar, eu sustento.
Só que isso quase ninguém vê —
porque quase ninguém fica quando a piada acaba.
Eu não quero deixar de ser leve.
Quero deixar de ser subestimado.
Não por arrogância.
Mas por verdade.
Ser inteiro dá trabalho.
Assusta.
Exige que o outro me veja além da superfície.
E exige que eu permita isso.
Eu não sou contraditório.
Sou profundo.
O riso não nega minha responsabilidade.
Ele convive com ela.
Quem me confunde com superficial
nunca teve coragem de ficar quando eu fiquei em silêncio.
E tudo bem.
Nem todo mundo precisa me entender.
Mas quem quiser caminhar comigo
vai ter que aceitar que eu sou mais do que pareço.
Eu sou leve —
mas não sou vazio.
Algumas vezes esquecemos de lembrar
que cada um, é cada um;
que o outro não sou eu;
que ele pode ter a opinião dele
e não a minha, e está tudo certo!
Que a felicidade, é algo que vem de nós,
não depende do que alguém
nos oferece ou não.
E, assim, seguimos equivocados,
frustrados, insatisfeitos;
crendo que o outro é o responsável
por vivermos infelizes.
Infeliz engano!
( Rosa Maria)
Sou apenas algo, procurando algo, através de algo, para virar algo.
Será que eu sou algo?
viver não é tão fácil,
todos os meus passos,
se tornam meu fardo.
Sou apenas algo, procurando algo, através de algo, para virar algo.
Não, eu não preciso ser salva.
Sou a minha própria salvação.
Não, não sou refém!
Não sirvo a ninguém!
Nasci livre, criei asas, quebrei minhas correntes.
- Marcela Lobato
Eu sou a vida dentro desse corpo;
Corpo dentro do planeta;
Planeta dentro do universo;
Universo dentro da vida;
Vida dentro desse corpo.
Tudo se conecta, de dentro para fora e de fora para dentro, como um ciclo que nunca termina, onde cada parte está dentro da outra, criando o equilíbrio que me faz ser quem sou.
Eu já passei por tantas coisas nessa vida, que alguns dizem que eu sou forte, ou algo assim, mas todo Homem tem pelo menos duas fraquezas.
Mulheres sérias, inteligentes, ponderadas e focadas em seus objetivos são uma de minhas fraquezas.
Eu sou o espaço, a imensidão que sustenta o que aconteceu, e ele é o impacto que mudou tudo de lugar. A colisão só acontece porque a dimensão permitiu, mas, depois do choque, a dimensão nunca mais volta a ser a mesma — ela fica marcada pelo rastro do que passou.
"Eu sou a dimensão imensa,
Ele, a colisão que me invade.
No rastro dessa entrega intensa,
O que era fogo... hoje é saudade."
Data 13/03/26
O sol continua quente.
A metáfora sou eu em você.
Tudo é riquíssimo, mas o tom é triste.
O lobo agora está na matilha.
Salve-me, até porque quero a luz.
A flor de lótus não trouxe a felicidade prometida.
E você, Lobo, olhando para o infinito…
Isso me fere, pois seus olhos estão frios,
o sorriso morre em sua boca,
e você não está em mim.
Essência Singular
Dar boa-noite à noite pode até ser clichê, mas eu sou assim mesmo.
A noite é sagrada, e continuo a respeitá-la, ela é minha amiga.
O telefone toca, mas estou anestesiada, porque o perfume que atravessa a janela e chega até mim é colossal… como você é para mim. Uma lembrança boa.
Às vezes, acho que o seu perfume é único, pois não o sinto em mais ninguém. Mas também penso: se um perfume, aquele que tem a fragrância do amor, tivesse o mesmo cheiro em todos, talvez não fosse tão especial. O melhor é aquele que, em muitos corpos, se propaga em múltiplas fragrâncias, mas ainda assim guarda sua essência singular.
Deliciosamente, você.
*
Eu desde que vim ao mundo, sou o meu avesso,
e por isso
uso o que existe no meu interior,
pra mostrar o meu melhor,
que é tão pouco,
pra este mundo louco
que cobra tanto da gente,
sem ao menos perguntar o que temos pra oferecer."
***
(*) ...aqui jas minha franqueza...(*)
Estranha Dança
Eu sou estranha, e o meu espelho sabe disso,
meus passos desenham labirintos
do meu modo de ser,
enquanto o mundo corre em fila indiana.
Minha música é feita de compassos
dos meus pedaços quebrados.
Carrego constelações desalinhadas,
tempestades que brilham, silêncios que ardem.
Meu caos é morada, não ferida
um fogo que aquece quando o chão some.
Eles dizem "seja reta", eu rio e giro,
minha dança é um mapa de cicatrizes vivas.
Ser diferente é como ter asas invisíveis
que voam mesmo quando o céu pesa.
Não me moldo, me reinvento,
sou feita de recomeços e perguntas.
Minha estranheza é minha armadura,
minha língua fala em raios, marés,
e idiomas que transformo em poemas.
Num mundo de cópias, ser original dói,
mas quebrei o molde antes de nascer.
Minha verdade é um animal selvagem,
não se domestica, só se entende.
Sou estranha, sim, e abraço esse abismo,
nesse meu lugar torto onde a luz é mais viva.
Aqui, onde os espelhos me reconhecem,
minha alma dança e nunca se despede...
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