Poemas sobre quem Realmente eu sou

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A maledicência empobrece a alma; o elogio verdadeiro e sincero enriquece a quem fala e a quem ouve.

A delinquência é a fraqueza de quem busca o que não merece; a nobreza é a força de quem conquista o que honra.

A delinquência é o caminho de quem subestima a si mesmo; a nobreza é a escolha de quem reconhece o seu valor diante do Criador.

Quem busca a riqueza sem perder a sua humanidade torna-se uma fonte de luz para todos os que o cercam.

Toda vez que você pratica a maledicência ou a indolência, você está dando prazer a quem quer te ver destruído.

Não confunda a paciência de Deus com aceitação: quem serve ao mal está ativamente declarando guerra contra a própria eternidade.

Quem pratica o mal se torna servo do inimigo, e servo do inimigo é escravo de quem deseja a sua morte.

"O trabalho é uma celebração de valores nobres; quem o rejeita, acaba preso em propósitos ocultos, incapaz de provar seu amor através da prática."

"Cada trilhão gerado será um trilhão de novas oportunidades para quem mais precisa."

A paixão causa incêndio no coração e pressão na alma,
Quem já se queimou uma vez ou fica com medo ou procura viver o próximo incêndio desesperadamente.

Quem já andou nas trevas sabe flutuar entre raios e trovões em meio a um dilúvio.

"Mude o rumo de quem está embaixo e você mudará a economia de quem está no topo. A riqueza flui onde existe propósito."

O trabalho é a fronteira entre existir e conquistar; quem foge dele condena seus sonhos a morrerem no deserto da espera.

A nossa vida é comparada, a uma estrada para caminhar, mas quem lá no fim chegou, nunca mais voltou e nem voltará.

O homem se molda à sua realidade. Reclama de uma refeição repetida quem nunca sentiu o estômago vazio por dias. Reclama de seu amor quem nunca dormiu sozinho em um colchão duro, sem abrigo nem abraço. Reclama de acordar para o trabalho quem nunca sentiu o peso da porta fechada do desemprego e o olhar de desprezo da sociedade. Reclama da vida quem nunca enfrentou a violência, a injustiça, a miséria, a fome que corrói ossos e esperança. Reclama de existir quem nunca precisou lutar para sobreviver, quem nunca foi invisível aos olhos de um mundo cruel.

Elegantemente, vou ignorando tudo e todos, um gesto contido que guarda meu silêncio como quem preserva um relicário.

O silêncio da alma grita como trovão, é o rugido calado de quem sobreviveu ao impossível.

Nos doamos, nos sacrificamos, amores, empresas, amigos, entregamos partes inteiras de nós a quem raramente as merece. Muda o cenário, mas a indiferença tem sempre o mesmo rosto.

Nos desdobramos, renunciamos, por quem mal nota o valor do gesto. Seja amor, família, ou profissão, a recompensa costuma ser o mesmo vazio.

Caminhamos entre doações de afeto, suor e esperança, como quem deposita moedas num cofre alheio sem chave. Não cabe esperar reciprocidade, pois o coração humano é falho em devolver o que recebe. E quase sempre, como um reflexo cruel, a decepção retorna com o mesmo peso daquilo que oferecemos.