Poemas sobre Pessoas Falsas
Eu viajo para encontrar pessoas diferentes, lugares diferentes, emoções diferentes. Às vezes, encontro comigo. E estou diferente.
Na maioria das vezes as pessoas levam uma vida de merda para que as outras possam aprovar e aplaudir.
Sim. Amadurecer é saber lidar com as próprias frustrações e não envolver outras pessoas apenas para o nosso bel-prazer. É difícil porque o nosso ego necessita constantemente ser polido e precisamos ser admirados, queridos, desejados, estimados... então o tempo todo fazemos coisas buscando essa estima alheia quando o correto seria estarmos em paz conosco mesmos e não precisarmos da aprovação nem do amor de outras pessoas, apenas do nosso próprio em primeiro lugar.
Aí o amor que as pessoas têm por nós seriam apenas um acessório porque o essencial a gente já carregaria que é a autoestima e o bem-estar em si próprio.
Observe as casas...São para os móveis e não para as pessoas. Observe os passeios...são para esnobar os outros, não para a diversão pura e simples.
Observe as roupas...deveriam ser para aquecer, proteger e vestir. Ponto. Mas são para vender uma imagem que sozinhos, só com nossos sorrisos e atitudes não conseguimos alcançar.
Minha vida parece um jogo, tem as fases difíceis, sorte que existe pessoas que compartilham vidas. Morri várias vezes.
Por vezes tive vontade de não existir, mas não existir também é difícil, é fazer pessoas sofrer, pessoas que você ama sofrer, é deixar pessoas que me ama sofrer, e pensar no fato de eu não existir é sofrer.
Por tudo que ele me fez, sem nem mesmo querer, houve vingança. As pessoas escolhem muitas vezes sua própria vingança ao me querer perto com o ódio na mesma medida
As pessoas irão ridicularizar você, por coisas muito simples, tão simples como o modo como te vêm, o modo que você é. Elas só esquecem que sofrerão por cada palavra desperdiçada contra o outro. Elas esquecem que o inferno todos vivemos. Todos envelhecemos, todos morreremos e viraremos pó. Elas esquecem que apesar de qualquer detalhe diferente, o nascer e morrer nos torna iguais.
Todas as boas pessoas estão partindo muito rápido e já não tenho mais lágrimas pra chorar. Eu já não consigo sentir o luto pelas boas pessoas porque derramei todas pelas últimas, até que entendi realmente, e já não consigo diante disso mais me surpreender. A verdade, é que os bons são eternos! E a partida já é um descanso, um alívio entre um eterno dormir!
É natural, pessoas extraordinárias acreditar em coisas extraordinárias, como é comum pessoas medíocres achar que tudo é medíocre igual a elas.
Existem pessoas dignas de pena, e isso é uma coisa muito triste. Quando alguém me olha com pena, sinto que perdem o respeito pela minha história e enxergam apenas a figura fragilizada. Essa “solidariedade” envenena mais do que auxilia, pois revela preconceito velado, acham que minha existência se resume ao sofrimento, e não ao ser humano que ainda resiste.
A intolerância chegará a tal ponto que as pessoas inteligentes serão impedidas de fazer qualquer reflexão para não ofender os imbecis.
Vejo no rosto das pessoas o desejo de julgar-me sem conhecer minhas lutas, qualquer pergunta sensata sobre meu estado gera desconforto, pois confronta uma realidade que preferem ignorar. Nesse cenário, minha busca por entendimento e diálogo se tornam silenciadas, o medo de “ofender” alimenta intolerância ainda maior.
Pessoas mal resolvidas andam destruindo outros seres humanos, vejo o reflexo dessa destruição em cada comentário disfarçado de “conselho” que recebo, como se eu precisasse de “dica de vida.” Reconhecer a dor alheia como um projeto de poder me faz repelir qualquer ajuda guiada por interesse, mas também me isola, pois me torna cético até diante de intenções genuínas.
As pessoas são cruéis, elas têm medo de tudo que é diferente, porque a gente revela como elas são absurdamente iguais e entediantes, meu corpo marcado pelas sequelas e meu discurso melancólico mostram a quem me observa que a vida é dura, e isso assusta quem prefere ignorar qualquer desconforto.
Ao me ver diferenciado, projetam insegurança, ofendem-me até que eu me cale, e só depois percebem o quanto a uniformidade que tanto prezam aprisiona todos numa ilusão de normalidade.
Algumas pessoas se vão e, quando voltam, não cabem mais; não é rancor, é tempo. Tempo que moldou novos contornos em suas almas, que escavou distâncias silenciosas entre nós, e fez do reencontro um espelho onde já não nos reconhecemos. Porque certas ausências não se medem em dias, mas em metamorfoses.
