Poemas sobre o Mundo

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O mundo é imenso..diverso..quase que infinito para alguns.
Mas ao mesmo tempo tão pequeno a ponto de se achar alguém tão especial dentro dele.

✻ FranXimenes ✻ 21/11/14

Quando o medo emergir, saiba:


Somos pequenos, mas gigantes.


O mundo é uma caixinha que, por infinitas caixas, somos incluídos.


Não podemos nos entristecer pelo mundo em que somos minoritários. Mas alegre-se: que mesmo pequenos, podemos transformá-lo.


Mesmo pequenos, somos grandes perante os pássaros que, ao contrário de nós, voam ao surgir no mundo.

E se um dia o mundo pesar
Lembra onde pode aterrissar
Te espero aqui, com céu nos olhos
E asas pra te amparar - Frase da música Permita-se Voar do dj gato amarelo

O mundo pesa, eu sei bem
Mas tem amor no caminho também - Frase da música dias melhores sempre virão
do dj gato amarelo

Seja leve, amor
Deixa pra lá essa dor
O mundo já pesa demais
Aqui é lugar de paz - Frase da música Não é só seu do dj gato amarelo

Mesmo que o dia escureça
Eu sou tua clareza
O peso é do mundo, não teu
Descansa em mim — sou céu - Frase da música Não é só seu do dj gato amarelo

Seja leve
Pois o peso do mundo
Não é só seu - Frase da música Não é só seu do dj gato amarelo

Te encontrei como quem cruza destinos
num episódio que não estava no roteiro.
O mundo ficou em silêncio por um segundo
e só o meu coração continuou falando.

Seu sorriso tem cor de pôr do sol
e aquece até os dias mais nublados.
Quando você passa, o tempo desacelera,
como se quisesse me dar coragem.

Eu não sei lutar contra monstros
nem salvar o mundo com superpoderes,
mas se for pra ficar ao seu lado,
eu enfrento qualquer final triste.

Se a vida fosse um anime,
você seria meu momento favorito:
a cena que eu repetiria mil vezes
só pra sentir de novo o que é amar.

E mesmo que eu não diga tudo em voz alta,
meu olhar sempre vai te confessar:
em qualquer universo, em qualquer história,
é você que eu escolho amar.

Ao devorar o mundo, com todos os seus tons sutis e amargos,
o vazio permanecia teimoso
no coração daquele que jamais soube beber a vida
como se fosse um vinho quente e doce que alegrara a alma...

Regras são o destino dos
que a sociedade
renegou.
Corroborar com o mundo é oferecer-se
à morte,
como quem se entrega ao náufrago
em tempestades.

Se no mundo fossemos a nossa única companhia,
a jóia mais valiosa perderia o
brilho e valeria tanto
quanto um ínfimo grão de areia
esquecido na
palma da
mão.


Mas um único curto gesto de
voz
custaria mais do que toda
riqueza guardada
no cofre da
existência.

⁠Quero a paz, não a falsa sensação que o mundo trás.
Quero descansar de tudo que não me apraz. Querer, querer e querer.
O que eu quero mais?

⁠És o centro gravitacional do meu mundo, a razão pela qual os meses passam e eu sigo com esperança de tocá-la novamente, ainda que respeitosamente, a menos que me peça para ser mais...


Peço-lhe que não apague a fusão nuclear que vive em seu peito por mim. Aguardarei como Plutão: mesmo distante, esperançoso por qualquer resquício de seu calor e brilho, para ainda ser considerado planeta — e eu, o seu amor.

Quem flerta com o mundo espiritual achando que tem domínio, já está dominado.
O que é chamado não debate, não faz acordos, não recua.
E quando o preço se revela, não carrega assinatura humana.

As cores que o tempo levou


Quando eu era criança, o mundo parecia pintado à mão.
O céu tinha cheiro de tarde quente,
e o vento parecia brincar comigo.
As cores eram vivas — não só nas coisas,
mas dentro de mim.


Agora, aos vinte e dois, olho o mesmo céu
e ele já não me devolve o mesmo brilho.
As cores continuam lá,
mas meu olhar parece cansado de reconhecê-las.
Talvez não sejam as tardes que mudaram,
mas a forma como eu as sinto.


Na infância, o tempo era eterno.
Hoje, ele corre — e leva embora o encanto das coisas simples.
Mas às vezes, quando o sol se despede devagar,
eu fecho os olhos e finjo ser criança de novo.
Só pra ver o mundo com aquele mesmo coração colorido.

Há um ruído constante no mundo.
Um zumbido de notificações, luzes piscando, vozes comprimidas em telas.
Chamamos isso de conexão.
Mas, quando o silêncio chega, percebemos — há algo que se perdeu entre um toque e outro.


Vivemos cercados de redes: sociais, neurais, digitais, afetivas.
Somos fios, dados, pulsos elétricos viajando por cabos invisíveis.
E, ainda assim, sentimos falta de algo que o Wi-Fi não alcança: o olhar demorado, o riso inteiro, o abraço que não depende de senha.


O perigo, talvez, não esteja nas redes — mas na mente que, sem perceber, se desconecta de si mesma enquanto acredita estar on-line.
Desaprendemos a estar sozinhos, e confundimos presença com visibilidade.
Somos uma multidão em silêncio, cada um falando com seu reflexo.
E, nesse espelho luminoso, o humano se desfoca.


Mas há quem perceba as rachaduras — professores, artistas, pensadores, sonhadores —
que ainda acreditam que pensar é um ato de resistência. Eles caminham entre as redes e tentam tecer novamente o fio do sentido. A reflexão é sobre eles — e sobre nós.
Sobre a mente que precisa se reconectar com aquilo que não se mede em bytes:
a empatia, a escuta, o amor, a presença.


Não é uma revolta contra a tecnologia, nem um lamento nostálgico.
É um convite à consciência.
A lembrar que a rede mais importante ainda é a que se forma entre mentes e corações vivos.


E, talvez, o primeiro passo para isso seja simplesmente pausar.
Respirar.
E se perguntar:
“Em que momento eu me desconectei de mim mesmo?”

Tem pessoas que passam
e deixam o mundo torto.


Depois delas,
as ruas não sabem mais ser só ruas.
O lago não sabe mais ser só água.
Os lugares viram armadilhas
para a memória.


Eu ainda te procuro
onde você não está.
Na igreja.
Na academia.
Nas esquinas da cidade
que aprenderam o seu jeito de andar.


Eu quase fui.
Quase deixei um bilhete.
Quase atravessei meu próprio orgulho
para te desejar feliz aniversário.
Quase me esqueci
de tudo o que me feriu.


Mas eu não fui.
Porque algumas pessoas
ensinam a gente
que amor também pode ser silêncio.


Eu lembro de coisas
que talvez você nem lembre mais.
De caminhadas sem destino.
De risadas que não precisavam de motivo.
De um jantar simples
que virou casa.
De um dia em que você acordou
nos meus braços
e, por um instante,
o mundo ficou quieto.


Eu sei que erramos.
Eu sei que doeu.
Eu sei que você não soube me cuidar.
Mas o que eu senti por você
foi limpo.
Foi inteiro.
Foi verdadeiro.


E talvez isso seja o que mais machuca:
ter amado alguém
que não soube ficar.


Eu carrego uma marca na pele
que não é vaidade.
É memória.
É prova de que existimos
em algum tempo do mundo.


Às vezes penso
que eu não significo nada pra você.
Que eu fui só mais um trecho da sua vida.
Uma página dobrada.
Um nome esquecido.


Mas eu sei o que eu vivi.
E isso ninguém apaga.


Você não está mais aqui,
mas tudo ainda sabe o seu nome.
Mesmo que eu não diga.


E dói.
Dói porque foi real.
Dói porque eu ainda sinto.
Dói porque eu não soube te esquecer...

Um dia bem agitado
Que eu pude vivenciar
Muita gente está de férias
No meio do mundo a passear
Mas como estou na labuta
Nesta minha diária luta
Sou grata por poder trabalhar.

Eu sei que a estrada foi dura demais
E o mundo pesa quando o amor se vai
Mas no silêncio, eu vi você
E entendi por que a gente tem que crer - Frase da música eu luto contigo do dj gato amarelo

Cada cicatriz me trouxe aqui
E em você eu encontrei abrigo
Se o mundo for lutar contra nós dois
Que ele venha, eu luto contigo - Frase da música eu luto contigo do dj gato amarelo