Poemas sobre o Mundo

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⁠João 18.36: Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo... Muitas pessoas ainda não entenderam que o Reino de Deus não se amolda aos reinos do mundo, pois Jesus disse: Não é assim entre vós... Mateus 20.25-26. No reino dos homens temos o rei e os súditos; os súditos vivem para servir ao rei e a sua família; trabalham para eles, produzem para eles, vivem para eles, respiram para eles, dependem deles... Mas no Reino de Deus a relação não é de rei para súditos, mas de Rei para Filhos; Pois O Reino de Deus é um Reino de Filhos e filhas, todos que disseram sim para Jesus se tornaram filhos e filhas do Abba (João 1.12; Rm 8.14-16; Gl 3.26; Gl 4.4-6; 1ª João 3.1-2); nesse Reino todos tem acesso ao trono da graça (Hb 4.16; Hb 10.19-20), sem restrição, sem exploração, sem manipulação, pois é um Reino de filhos e filhas.

⁠As circunstâncias do mundo nunca vão determinar a vida daqueles que descobriram seu propósito.

⁠O mundo pede a cura, mas Aquele que cura pede arrependimento (2ª Crônicas 7.14).

⁠Todo mundo tem alguma medida dessa luz, algum raio tênue e cintilante, que mais cedo ou mais tarde, mais ou menos, ilumina todo homem que vem ao mundo. . .Assim que nenhum homem peca porque ele não tem graça, mas porque ele não usa a graça que ele tem.

⁠Oh! Quão livremente Deus ama o mundo! Quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu pelos ímpios. Quando estávamos mortos em nossos pecados, Deus nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós. E quão livremente com Ele, Ele dá todas as coisas! Verdadeiramente, a GRAÇA LIVRE é tudo em todos!

⁠Eu vejo todo o mundo todo como minha paróquia; desse modo eu acho, que em qualquer parte dele que eu estiver, julgo correto, próprio e meu sagrado dever proclamar, para todos os quiserem ouvir, as boas novas da salvação.

John Wesley
POTTS, J. M. Seleção das cartas de João Wesley. São Bernardo do Campo: Imprensa Metodista, 1991.

Nota: Carta para James Hervey.

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⁠Temo mais a mim mesmo do que os perigos desse mundo caído e das potestades do mundo tenebroso; por isso ó Deus, rogo-Te que me livre de mim mesmo.

⁠Deixe que o mundo zombe se quiser. Vale a pena ser um cristão, decidido e por inteiro.

⁠No último suspiro de nossas vidas nesse mundo caído o que importará é se os nossos nomes estão escrito no livro da vida.

O fim pelo qual Cristo vive, e pelo qual Ele deixou Sua igreja no mundo, é a salvação dos pecadores.

A maioria das pessoas não abandona a igreja por causa da decepção. O mundo as decepciona desde o primeiro fôlego, fere seus afetos e quebra suas expectativas; ainda assim, elas continuam caminhando por ele. A decepção quase nunca é o fim da jornada. Ela apenas revela a direção para a qual o coração já vinha seguindo.

A mentira se tornou tão normal no mundo, que a verdade inevitavelmente é chamada de ódio.

A cruz de Cristo não é um emblema da religião, mas o altar onde o mundo deve morrer para nós, para que vivamos inteiramente para Deus.

Deposite sua confiança na soberania de Deus, e a ansiedade do mundo perderá o controle sobre a sua alma.

O maior perigo para a Igreja não é a perseguição do mundo, mas o aplauso dele. Quando o Evangelho deixa de confrontar, talvez já tenha começado a se conformar.

Quanto mais extravagante a forma como alguém se veste, se maquia e se apresenta ao mundo, menor costuma ser o conteúdo que carrega por dentro. Normalmente essas pessoas não tem raízes morais, fé ou sentido maior de existência, assim eles tentam preencher o vazio com uma performance distópica.

A essência teológica da traição de Cristo nos lembra que o mundo é marcado por beijos falsos que mascaram intenções egoístas. Nem todo afeto é lealdade, pois o amor humano é falho; somente o amor incondicional de Deus é a base que não pode ser perdida.

O mundo atual aplaude escândalos e normaliza o pecado, e é por isso que o mundo nunca deixará de cancelar a Igreja de Cristo.

O cristão que se cala diante das trevas do mundo carrega consigo o terrível fardo da omissão. Todo crente é um mordomo da graça e responderá diante do Juiz Eterno não apenas pelo mal que cometeu, mas pela luz do Evangelho que, por medo ou comodismo, escolheu esconder do mundo.

A cultura desse mundo caído nos diz que o sucesso é fazer o nosso nome ser conhecido por todos. Mas o Evangelho subverte essa lógica. O verdadeiro sucesso não é a multidão gritando seu nome no topo do mundo; é a certeza mansa e humilde de ouvir o Rei do Universo sussurrar ao seu coração: 'Eu conheço você'.