Poemas sobre o Mundo

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"Que a minha fome de buscar a Deus, seja maior do que o grande apetite que o mundo tem por mim."

.A mulher que pensa fora da caixa não é estranha. Estranho é o mundo que insiste em viver dentro dela.

Ser mulher e pensar diferente é um ato de coragem em um mundo que espera obediência.

Tem dias que o peso do mundo parece insuportável. A sensação não é apenas de tristeza, mas de um vazio absoluto e um cansaço que não passa por mais que eu durma. É uma batalha diária levantar da cama, colocar um sorriso falso no rosto e tentar fingir que está tudo bem só para não preocupar quem está ao meu redor.O mais difícil é a incompreensão. As pessoas dizem para 'ter mais força de vontade' ou 'sair dessa', como se fosse uma escolha. Não é. É como estar preso em um labirinto escuro onde você não enxerga a saída. Às vezes, a vontade é apenas de sumir, de fazer a dor parar. É exaustivo lutar contra a própria mente todos os dias. Mas, apesar de toda a escuridão e do medo, há uma voz bem pequena lá no fundo que ainda quer viver e encontrar a paz."

Crianças agora vão às escolas para "FARMAR AURA". Enquanto países de primeiro mundo formam jovens QUALIFICADOS para serem patrões, nós aqui no Brasil, continuamos criando jovens alienados e subservientes para servi-los no futuro!

O mundo seria bem melhor se o mesmo número de mãos que rezam pelo próximo, realmente fizessem algo pelo próximo.

⁠Ouça e tente aprender com tudo que as pessoas o mundo mostra a você, mais tenha sua própria opinião e controle de decisão.

Nos dias mais cinzentos, acordar parecia não fazer sentido. Nada importava e o mundo lá fora perdeu o valor diante da minha dor. Fui engolido pelo medo devastador — e o meu maior medo era simplesmente o de não dar conta diante de tanto sofrimento. Eu me sentia insignificante e carregava o peso do fracasso, preso em um lugar de onde parecia impossível sair. Não era uma questão de não querer sair dali, é que eu simplesmente não conseguia; eu não tinha forças. Eu precisava de algo que me puxasse, que me arrancasse daquele lugar, porque os meus olhos só conseguiam enxergar a dor. Um dia, em meio às lágrimas, eu falei com Deus que, se fosse para viver assim, eu não queria viver, pois não fazia sentido para mim continuar daquele jeito. Foi quando escolhi não desistir e pedi um motivo. E Ele me deu mil e um motivos para estar aqui hoje, para seguir adiante e para lembrar que existe um mundo lá fora esperando por mim.

Quando o mundo silenciou e tudo se desfez, descobri que a fé era a única coisa que não podia ser levada.

Amo os livros porque, enquanto o mundo faz barulho, eles me ensinam a pensar em Silêncio.

INSANO MUNDO!
Quem tudo pode fazer, nada faz! E quem nada pode fazer, busca fazer tudo!

Sobrevivemos num mundo que ataca o fraco e defende o forte! Diminui o pensante e exalta o ignorante! Viver é privilégio de poucos!

A maldade está no homem, e não no mundo; igualmente, a beleza está no olhar, e não na pessoa.

O mundo se revela nos interstícios do comum, onde ninguém olha e tudo se desfaz em rumor e poeira. O silêncio não é ausência, mas presença disfarçada; e a verdade, quando surge, não acende luz, apenas evidencia as trevas que carregamos como herança. Cada instante vivido é um fio que se rompe antes de ser tecido, e quem tenta agarrá-lo apenas sente o peso de sua própria falha.

A alma se curva sob o peso de suas próprias perguntas, e o mundo responde apenas com ecos que confundem mais do que esclarecem. Entre o que desejamos e o que somos, estende-se um deserto de escolhas não feitas, onde cada passo parece distante do chão e cada silêncio carrega a densidade de um grito jamais pronunciado.

O mundo se dobra sobre nós como papel velho, e cada escolha é uma dobra que jamais poderá ser desfeita. Entre o que sentimos e o que mostramos, há um abismo silencioso, e todo gesto que acreditamos simples é, na verdade, uma inscrição daquilo que jamais ousamos dizer.

O mundo não se revela em grandiosidades, mas nos detalhes que ninguém ousa notar: a poeira que dança no canto da sala, o tremor de uma mão que se pretende firme, o silêncio que recusa companhia. É ali, nesse território invisível, que reside a verdadeira forma do que chamamos vida.

O desejo de compreender o mundo é, muitas vezes, apenas o reflexo do esforço inútil de compreender a si mesmo; e nesse espelho quebrado, cada fragmento revela uma verdade que assusta mais do que esclarece.

O mundo se dobra sob o peso da indiferença, e mesmo o silêncio parece conspirar contra os que ainda ousam sentir; caminhar por entre ruas e memórias é perceber que cada gesto cotidiano carrega o espectro de histórias não contadas, e que a própria realidade é apenas um teatro onde os sonhos fracassam em segredo.

Há momentos em que o mundo parece ruir, mas, na verdade, apenas rearranja as paredes internas para que a alma possa caminhar em novas direções. Nada desaba por acaso: cada rachadura é uma frase que o inconsciente escreve para obrigar o ser a mudar de andar. E quem compreende esse idioma secreto deixa de temer o colapso — passa a tratá-lo como arquitetura do renascimento.