Poemas sobre música
Senhorita
musica que mais parece um poema de autoria do cantor Zé Geraldo
Senhorita
Minha meiga senhorita,
eu nunca pude lhe dizer.
Você jamais me perguntou
de onde eu venho e pra onde vou.
De onde eu venho
não importa, pois já passou.
O que importa
é saber pra onde vou.
Minha meiga senhorita,
o que eu tenho é quase nada,
mas tenho o Sol como amigo.
Traz o que é seu e vem morar comigo.
Uma palhoça no canto da serra será nosso abrigo.
Traz o que é seu e vem correndo, vem morar comigo.
Aqui é pequeno, mas dá pra nós dois,
e, se for preciso, a gente aumenta depois.
Tem um violão que é pra noites de lua,
tem uma varanda que é minha e que é sua.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo.
Aqui é pequeno, mas dá pra nós dois,
e, se for preciso, a gente aumenta depois.
Tem um violão que é pra noites de lua,
tem uma varanda que é minha e que é sua.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Comigo, doce, meiga senhorita,
vem morar comigo.
Senhorita: Zé Geraldo
Nos primórdios do antigo Egito, ao que se tem registro, a música era reservada aos sacerdotes, não a toa. A música era tida como sagrada, um instrumento de aperfeiçoamento humano, utilizada para a expansão da consciência, contemplação e estudo esotérico. Quando consideramos os conceitos da física, lembramos que tudo é energia... E quando falamos em som, falamos da geração e propagação de uma energia que se dispersa, as ondas sonoras irradiam essa energia até nós. Daí se entende porque a música altera o aspecto dos ambientes, o estado de espírito, faz chorar ou sorrir, conduz certas reflexões, transporta o pensamento a momentos passados ou projeções futuras, traduz idéias e sentimentos que textos não mensuram. Toda religião tem seus hinos, mantras ou cânticos que aproximam o humano ao Divino. De tempos pra cá fala-se em 'musicoterapia'. Até mesmo a natureza age diferente dependendo do som que se produz, experimenta colocar um Heavy Metal da pesada em alto volume próximo a uma casa de abelhas, brother... Ou então observa a diferença nas imagens que as moléculas de água formam ao som do mesmo Heavy Metal e depois ao som de música clássica, por exemplo. É impressionante.
Sem falar nas campanhas publicitárias, já observou que todas têm um fundo musical sugestivo? Especialmente as de maior repercussão, aquelas que querem ganhar seu coração despertando os melhores sentimentos... A coca-cola é campeã no assunto.
Há que se falar em respeito pelo que cada um curte ouvir, somos livres, agora mesmo to aqui escrevendo ao som de U2. Mas quando (ou se) o ser humano despertar pra conhecer mais a própria essência e o que lhe constitui em termos de energia fluente e condensada, imagino que teremos pessoas com um gosto mais apurado. Tudo que se transmite, se atrai. Toda atenção que se dá, é uma abertura. Toda energia que a gente compartilha, também fica de alguma forma.
A MÚSICA?
Minha inspiração...
Traz a paz que
invade a alma.
És bálsamo que irradia felicidade todos os dias.
Vou por aí...
quero um gole de felicidade
para me divertir...
música boa ecabelo ao vento
para me distrair...
Vou sorrindo...
vou por aí...
A música mais linda;
O som perfeito…
Me traz no peito
Uma batida a mais.
A distância mínima entre nós;
Seu olhar no meu…
Me traz no peito
10x batidas a mais.
O calor do seu corpo
Do abraço que me deste…
Me trouxe no peito
Infinitas batidas a mais.
Pensar em ti
Em cada segundo…
Me traz no peito
…
A música é vital, e tem um poder absoluto em nossas vidas, principalmente para quem compõe com a alma. Ela tem um jeito único de nos fazer, em momentos decisivos, naqueles mais difíceis, onde estamos mais bagunçados emocionalmente, de nos impedir de afundar em nosso próprio abismo. De naufragar em nossos oceanos internos. De sufocar com as palavras não ditas.
E mais do que isso, a música, muitas vezes, nos mostra o que nem mesmo nós sabíamos haver no nosso peito. Nos revela a nós mesmos. É a ferramenta mais poderosa de autoconhecimento quando você se permite desnudar através dela, sem censura, apenas deixando fluir. Ela escancara o que machuca, o que dói, o que não superamos, não suportamos, as mentiras que nos contamos, o que mais nos importa, e até o que mais amamos. Tira a nossa máscara e fotografa sem que nenhum filtro possa esconder as marcas, cicatrizes e feridas abertas ainda sangrando. Ela nos leva em uma viagem interna, ao centro do nosso coração. Nos vemos no espelho em carne viva, e descobrimos tudo o que somos e sentimos quando ninguém pode nos ver ou ouvir. Nesse momento, gritamos ao universo, e nesse grito mudo, até as estrelas tremem.
O artista não pode fugir de si mesmo, pois vive a beira do abismo, nos raros momentos onde não está imerso nele. Há sempre um lembrete para nós, de que jamais seremos iguais. Jamais seremos de plástico. Jamais nos encaixaremos! Jamais viveremos a mentira, pois a nossa arte sempre jogará em nossas caras a verdade nua e crua, sem dó nem piedade. Isso é ser um artista de alma. O preço é a nossa alma. A recompensa é a mais pura e cruel realidade, escondida em uma pedra que lapidamos sangrando até se tornar um diamante, sem pintar, esconder ou enfeitar o que foi antes, assim como o nosso sangue, se fundindo ao brilho transparente da matéria prima. O tesouro escondido na escuridão da noite mais escura.
- Marcela Lobato
"Quantas vêzes, a gente fica a ouvir a mesma música só porque lembra uma pessoa ou um momento da nossa vida...!"
☆Haredita Angel
Você.
"Você o meu verso, a minha prosa.
O meu sonho cor-de-rosa...
A minha música preferida,
que hoje eu não canto mais..."
☆Haredita Angel
"Saudade, um instrumento de cordas a tocar em meu coração a música da sua ausência,
a canção de um amor perdido...!"
Haredita Angel
28.11.25
não existe música antiga,
o que existe são pessoas novas,
que não sabem o que realmente
é uma música de verdade!
(Letra de música)- O grito da alma
(Verso 1)
No silêncio da noite, um grito ecoa,
Alma ferida, a dor que me açoita.
Coração em prantos, aa lágrimas caem,
Em busca de paz, a alma que se revolta.
(Verso 2)
As sombras dançam, a escuridão me abraça,
Memórias vêm e vão, a saudade que traça.
Um turbilhão de emoções que me desmonta,
Em cada verso, a alma que se desfaça.
(Verso 3)
A voz que clama, um lamento profundo,
Em cada nota, um grito do mundo.
A esperança some, em um instante infundo,
Em busca de um novo, um novo segundo.
(Verso 4)
Mas a chama arde, a fé não se apaga,
Em cada verso, a alma que se afaga.
A luta continua, a vida que se alaga,
Em um grito eterno, a alma que se propaga.
Os desejos e a solidão ( letra de música)
(Verso 1)
No silêncio da noite, a dor me invade,
Um passado dominador, em almas que ardem.
Sonhos desfeitos, em luta constante,
Amor perdido, num mundo distante.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.
(Verso 2)
As palavras se perdem, na voz que clama,
O violão chora, a melodia inflama.
Em cada acorde, a saudade persiste,
Em cada verso, a esperança resiste.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.
(Ponte)
No horizonte, a luz que se esvai,
Em cada lágrima, o adeus que cai.
A guitarra chora, a voz se eleva,
Em busca de um novo amanhecer.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito
Destinos (Letra de música)
(Verso 1)
Em destinos traçados, na jornada a seguir,
Um encontro marcado, onde o amor vai surgir.
No desengano, a busca, em lugares a sós,
A essência perdida, em segredos e nós.
(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.
(Verso 2)
No lamento desnudo, a profundidade a sentir,
Perdido no vazio, a verdade a descobrir.
Barreiras desmoronam, o óbvio a se mostrar,
Em cada olhar, a alma a se encontrar.
(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.
(Ponte)
Em cada verso, a melodia a ecoar,
Em cada nota, o amor a se firmar.
(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.
Viver o intenso ( Letra de música)
[Verso]
Planos que o vento levou
Aplausos ecoam
Mas quem ficou
Chegou pintado de glória
[Pré-Refrão]
Fogo que arde
Inacabável voz
Uma sinfonia que nunca se desfaz
[Refrão]
Viver o intenso, sentindo os momentos
Ventos e correntezas com suas urgências e tormentos
Contemplar as nuvens com seus indomáveis desejos
Lágrimas caem os tempos são mágicos
[Verso 2]
Glória que pesa mas não me prende
Fogo no peito que sempre acende
Correntezas que levam e trazem
[Refrão]
Viver o intenso sentindo os momentos
Ventos e correntezas com suas urgências e tormentos
Contemplar as nuvens com seus indomáveis desejos
Lágrimas caem os tempos são mágicos
[Ponte]
Desejos guardados indomáveis e gritantes
Lágrimas que contam histórias distantes,
Tempos que passam mas deixam um brilho constante.
Oitavo ano (Letra de música)
(Verso 1))
Oitavo ano, sem expectativas ou preocupações
Focado em viver até as últimas consequências
Doces paixões, um poder dominador paralisa as razões dando sentido à história
(Verso 2)
No quadro negro, a sensação de medo e vazio
Viagens que moldam o tempo que escapa paixões aladas
Lutas travadas, sonhos que se tornam reais relembrando amores de verão
Valores que nos guiam as sombras do passado que dança com o presente
(Verso 3)
A chama que arde em nosso peito são histórias reais implorando o retorno aos pedestais dos desejos
Escritas com coragem a estrada continua, sem temer a miragem de tantos rostos e tantas vozes a ecoar cada segundo
(Verso 4)
A cada passo dado as viagens nos levam a novos horizontes desenhando sonhos constantes, com o coração em chamas lutamos juntos, sem soltar as mãos valores são âncoras, amores são asas
Em cada momento, encontramos nossas causas o tempo não para, mas seguimos em frente, o começo é eterno o passado é presente.
Coração bêbado
(Verso 1) Letra de música.
Os abraços que não dou se engraçaram com o tempo que já voou
A saudade não para de pulsar e Nunca parou,
Coração tropeça mas sempre ficou de pé nesse ciclo sem fim de inocência e amor
Na neblina me perdi com o abraço na ponte da saudade, gritos são ouvidos perdidos no horizonte da indiferença sem piedade
(Verso 2)
No Impacto do vazio o capuz da solidão me cobre
O eco me conduz bêbado de memórias a mais um gole de saudade Aventureira minha mente busca por liberdade mas se mantém perpetuamente rodando nesse labirinto faminto por mais um encontro de corações sadios
E mesmo perdido no frio da vergonha, as lágrimas caem quebrando a distância de um coração vadio e bêbado mas cheio de esperanças
(Verso 3)
E quando a caneta se perdeu, os sentimentos deixaram seus efeitos colaterais espalhados fazendo valer o poder da sua voz
Sufocado pela saudade a minha versão no futuro foi engolida e deixou de ser um presente na realidade
Um iceberg passou flutuando entre as ondas e nele estava preso a última imagem do meu coração.
Perturbador e puro
A tua voz ainda é música, ela preenchi,
Se esconder no jardim do talvez foi uma doce mentira de outras próximas vezes,
O intenso é perverso e se deixa escapar quando o impossível repousa,
O tentar desistir apenas ensina "que aquilo que não volta é porque nunca foi seu",
sendo assim, no amor a confiança tem um ritmo perturbador e puro.
Foi de coração quando pedi para lançarem aquela música no rádio,
A matemática é simples, quem planta coragem colhe alguma riqueza da ação e nesse progresso a conexão cria raízes.
Uma Música não precisa ter Mil Palavras, mas que suas frequências sejam bem sintonizadas com os nossos ouvidos.
(Kelvin Mateus Maciel)
IDENTIDADES
Como cordas tensionadas entre pontos fixos produzem música, também nós precisamos de limites para dar voz à nossa singularidade. É precisamente através das nossas fronteiras que descobrimos a vastidão do que podemos ser.
