Poemas sobre Mim
Adolescência é uma coisa engraçada
Isso, pra não dizer outra palavra
Você olha, sente e se adapta
Isso mesmo, nada se destaca
Que saudade de pirraça
Eu queria escrever uma coisa bonita
Daquelas que dá gosto de ler só pela escrita
Com pensamentos coerentes e no lugar
Mas isso fica dificil quando minha mente
Não consegue parar
alinhar....
respirar......
concentrar......
“Tá tudo acelerado na verdade
Oi de novo ansiedade.
Coração disparou comecei a tremer,
Por que não consigo respirar?
Meu Deus, é agora que você vai me levar?
Pessoas querem ficar à vontade
De pouco a pouco vão tirando a bandagem
Será que vao ficar quando verem a verdade?
As bagagens viram ancoras,
E não é daquela pra te manter no lugar,
Sim, é daquela pra te afundar
Adolescência é uma droga, e tá cada vez mais difícil de continuar
QUEM SOU EU?
Hoje eu sou eu, uma garota, talvez um garoto,
Hoje eu me reinventei, e me tornei diferente de quem eu era ontem.
Hoje eu renasci, porque eu ontem eu morri, e todos dias eu morro e renasço mais uma vez, em busca de ser alguém melhor de quem eu era a cinco minutos atrás...
Hoje eu sou alguém que quer sonhar tão alto sem medo de cair.
Hoje sou carne e alma, repulsante e forte.
Hoje eu sou uma das minhas várias versões.
Hoje, eu sou eu.
Tenho tanto medo de não viver bem.
Medo de estar fazendo tudo errado, de estar perdendo um tempo que nunca mais vai voltar.
Crio inúmeras coisas na minha cabeça, metas, objetivos, listas, etapas. Mas dificilmente cumpro, dificilmente consigo.
Penso que deve haver um porquê, de ser quem somos.
Deve haver uma explicação pra tudo, uma explicação que não temos acesso ainda, e que talvez esteja fragmentada ao longo da nossa vida.
Deve haver. Ainda está por vir.
Quem sou eu??
Alguém que deseja ver as pessoas felizes.
Alguém que acredita que as coisas boas existem.
Alguém que crê piamente que sempre existe uma porta destrancada, só esperando que a destranquemos.
Alguém que tem um coraçao de familia.
Alguem que acredita na amizade, no amor, na fraternidade.
Alguém que tem muito pouco a pedir a DEUS, e muito para agradecer...
☆Haredita Angel
Quem eu sou…?
Que tipo de filho de Deus eu sou? Será que eu realmente conheço o coração do meu Pai, ou apenas vivo à sombra do Seu nome? Será que já me acostumei tanto com Sua graça que já nem sinto mais o impacto dela? E se Deus me olhasse nos olhos agora... Ele enxergaria um filho que O ama ou alguém que só O procura quando precisa?
Que tipo de cristão eu sou? Será que Cristo realmente é o centro da minha vida, ou eu só O coloco onde me convém? Será que minha fé me transforma, ou só me conforta? E se um dia me tirassem tudo—minha igreja, minha Bíblia, minha liberdade de crer—será que ainda assim eu permaneceria firme? Ou será que minha fé depende mais do que eu tenho do que de quem Ele é?
Que tipo de pessoa eu sou? Será que minha palavra tem peso? Será que meu caráter tem profundidade? Será que sou alguém que as pessoas podem confiar… ou apenas alguém que fala bonito, mas vive raso? Quantas vezes eu disse que era alguém… mas minhas atitudes disseram o contrário?
Que tipo de brasileiro eu sou? Será que me importo com a verdade, ou só com a versão que me agrada? Será que luto por um país melhor, ou apenas espero que alguém resolva o que também é meu problema? E se um dia esse país quebrar de vez, será que eu terei sido parte da mudança… ou parte da indiferença?
E no fim, quando tudo se cala, quando ninguém mais me observa, quando só resta eu e Deus… quem eu sou? De verdade.
" TRISTEZA "
Não consigo ser diferente da pessoa que fui habituado a ser
Até parece que o meu sofrimento no tempo está a entreter
Odeio este sentimento de pensar em vir-a-ser
O fracasso habita na minha pessoa não consigo rejuvenescer
Nunca confiei nos meus cinco sentidos
Preciso de um outro me sinto mulher
Comprei inúmeros quereres da vida com delitos
Hoje em dia só penso em devolver
A infinidade do céu só sabe me deixar de rastos
Suas cores vagas me tratam como seu enteado
Nele só enxergo nuvens que trazem tempestades, parecem o meu passado
É como se a vida quisesse que Eu presenceasse algum holocausto
Estou deitado no cansaço de nada ter
O quem me dera nos meus pensamentos só sabe corromper
O silêncio me guia num caminho de embrulhos para me conter
Ideias minhas não alcançam o estatuto para constar no paper
Adoptei os princípios dos santos
Não quero ver-me preso em prantos
Minha vida foi sempre uma história e tanto
Nunca colhi das plantas que planto
O horizonte ofereceu a esperança para as estrelas
Deixando a distância visibilizar todas as minhas sequelas
Sou apenas polém ao vento desejando se tornar uma pétala
Nunca fui bom com as palavras, não fui feito para ser tagarela
Como as ondas do mar
Meus sentimentos apenas criam turbulências
Que caminho rumar?
Quando as trilhas só dão as inconveniências
Sorriso nasce em rios de más vivências que leva
Lágrimas secam em goladas molhadas de cerveja
A solidão me seduz diante da saudade que me beija
Que romance o meu, no dia dos namorados em mim só amanhece a inveja
" NADA! "
Passaram-se já alguns anos e nada, permaneço igual
Tal igual as ruas esboracadas do meu bairro
Já fui tanta coisa mas nada, arranca de mim o que Eu tenho de racional
Como a dita fantasia dos sonhos acordados
Ás vezes me sinto tão insuficiente para mim mesmo
Eu tenho medo de fechar os olhos e abri-los quando velho
Meu pensamento tornou-se insignificante como todo o resto
Perdi meu ser crítico para este senso comum modesto
Ainda ontem tinha catorze e hoje celebro os meus vinte e três
Passei por tantas transformações e lições dos quartéis
Não sei se estas palavras surgem da embriaguez
Mas nada produz um sentimento como se Eu tivesse alguma invalidez
Não me arrependo de ter sido Eu mesmo
Mas de cada acto meu que foram tão pequenos
Quando precisei ser grande fui sereno
Como se Eu fosse as gotículas de águas que chamam sempre pelo o inverno
Os sonhos desgastam-se quando nos desapontamos
A paciência e a persistência ás vezes nos abandonam no combinado
A coragem segue os fracassados
Pois nada ocorre conforme pensamos
" Eu queria poder ser diferente!"
Eu queria poder ser diferente
Sem pensar em que penso, agindo normalmente
Um homem com bom censo,
Não escondendo o que sente
Eu queria conhecer a lealdade verdadeiramente
Seguir os seus propôsitos, ser humilde realmente
Um homem bondoso,
Com uma personalidade transparente
Eu queria mesmo ser você
Sem defeitos e com qualidades para se convencer
Ter acções independentes,
Viver a vida e poder se compreender
Eu queria mesmo ser encantador
Não mulherengo mas paquerador
Acreditar em Deus, ser crente e fiel
Imprudentemente sou um ateu infiel
Eu queria amar um belo sorriso
Em uma só pessoa encontrar o paraíso
Um homem com sentimentos submisso
Eu queria mesmo se apegar nisso...
" OS SANTOS, VIVEM NOS CÉUS... "
Eu sou um homem comum se afogando no próprio defeito
A modestia é a qualidade que vês neste homem feito
Deixei que as pessoas construissem uma ideia sobre a minha pessoa totalmente diferente
Não sou o que aparento pois a aparência é o verdadeiro veneno da serpente
A calmidade é o casaco que uso para proteger-me da frieza do mundo
Me escondo da falsidade deixando as minhas lágrimas cairem por dentro, não me importo se com tempo inundo
O mundo é realmente maldoso por isso me guardo no meu cantinho
A futilidade é tão sedutor que chama a atenção dos meus olhinhos
Aprendi a ser o que sou nos quereres que o mundo queria que Eu fosse
Deixei de viajar em fantasias desde os meus 14
Larguei os vícios na caltela de evitar a maldita tosse
Pois Eu não consigo seguir a regra de cada dose
Eu decidi ser doce ao invés de amargo
Eu tenho o meu mar de lágrimas escondido mas meu sorriso estampado
Por ser honesto me chamam de santo
Já notei que não gostam no entanto
Talvés os tenha acostumado mal
Ocultando os meus erros de suas visões
Deixando-lhes imporem em mim as suas posições
Mas esquecem-se que a humildade tem as suas próprias restrições
Eu apenas sou recíproco dou o que recebo
Nas reveladas fustrações acabei por dominar o meu ego
A quem diga que os vencedores se passam por cego
Eu apenas reconheço os meus limites nas ranjadas de ventos
Quem fala muito acaba por se cansar
Eu me canso na luta pelos objectivos que tenho que alcansar
Pés tão bem firmes no chão só acaba por retardar
Uso a ironia como a ignorância para me resguardar
Querer o que não se quer é realmente contraditório
Quando se é humano aprende-se a ser irónico
Não olhem para mim como se Eu fosse o que Deus prometeu
Os santos, vivem nos céus
NÃO ME PERGUNTE QUEM SOU. SÓ SEI QUE MEUS CONCEITOS PODEM MUDAR! ENTÃO NÃO ME PEÇA PARA SER A MESMA.
NN
Sou uma árvore centenária, que brota em um corpo de menino. Minha alma é um livro antigo, cheio de histórias, cheio de sabedoria. Meus olhos são dois poços de água profunda, onde o tempo se reflete, onde a eternidade habita.
Sou um homem que já viveu mil vidas, e ainda assim, sou um menino que brinca com o universo. Minha presença é um silêncio que fala, um vazio que está cheio de significado. Eu sou o resultado de todas as minhas vidas, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo.
Eu sou um enigma, um labirinto, onde a verdade se esconde e a mentira se revela. Mas eu não tenho medo do desconhecido, porque eu sei que sou o guardião de meu próprio destino.
Eu sou um rio que flui sem parar, mas que ainda assim, é profundo e tranquilo. Minha superfície é lisa e brilhante, mas minhas águas são turbulentas, cheias de correntes e redemoinhos. Eu sou um vulcão que dorme, mas que pode acordar a qualquer momento.
Minha vida é um tapete ricamente tecido, com fios de alegria e tristeza. Eu sou um poeta que escreve com o coração, e que canta com a alma. Eu sou um homem que ama profundamente, e que pode detestar com a mesma intensidade. Eu sou um ser humano, com todas as minhas contradições, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo. Mas eu não tenho medo de mim, porque eu sei que sou um ser em evolução.
Eu sou um rio que flui, um vulcão que dorme, um poeta que escreve, um homem que ama. E eu continuo a fluir, a dormir, a escrever, a amar, a viver. E quando eu finalmente chegar ao fim do meu caminho, eu saberei que vivi, que amei, que escrevi. E que deixei um pedaço de mim mesmo, no coração de todos que conheci. E assim, eu me tornarei imortal, um eco que permanecerá para sempre. Um eco de amor, de poesia, de vida. E eu serei feliz, porque vivi.
(“O velho jovem de mil vidas”, de Douglas Duarte de Almeida)
Como posso dizer quem sou eu, se quem sou é um mistério para mim mesmo.
Como posso dizer que o amor acabou, quando não sei nem se ele existiu;
Como posso dizer que sou melhor, quando nunca parei para pensar porque seria melhor;
Como posso dizer que me abandonaram, quando eu andava sozinho;
Como posso dizer que existem muitos obstáculos, quando fui eu que construí o muro;
Como posso dizer que o caminho está difícil, quando fui eu que espalhei os espinhos pela estrada;
Como posso dizer que mudei, quando ainda sigo cometendo os mesmos erros;
Como posso dizer que tudo vai ser melhor amanhã, quando o hoje nem acabou ainda;
Como posso dizer que acertei, quando minha vida é um erro constante;
Como posso ter uma opinião formada, quando nem tenho opinião própria sobre a minha pessoa;
Como posso pensar que minha vida é um quebra cabeça, quando não passo de uma peça apenas;
Como posso amar tanto, sem conhecer esse tanto que eu digo que amo;
Como posso dizer que tenho coração mole, quando só está aberto aos meus interesses;
Como posso dizer que sou corajoso para a vida, quando sou covarde para amar;
Como posso, não sei como posso, mas eu acho que posso, e achar não quer dizer que posso.
JÁ NÃO SOU EU MESMA!
Quem mim conhecia , hoje não mim conhece mais. Afinal nem eu mesma mim conheço.
Ando sem rumo, sem expectativas, essa solidão q mim consome já mim possui por inteira, já não sou eu mesma.
Quem lembrará de mim?
...e mim, quem Sou?
Hoje, num misto de mais de sete bilhões de seres, uns embrutecidos, outros amáveis, outros tantos nenhum, nem outro. E eu, pequeno singular invisível onde muitas vezes via-me apenas no espelho a me indagar quem sou, continuo a perguntar, quem vai lembrar de mim se até mim nem sei se sou.
Se Iludir Não É Algo Ruim,
Só É Algo Que Só Os Idiotas Fazem.
- Oii, Quem É Você?
- Prazer Sou O Idiota
É sobre: Quem sou além de mim?
Um ser! Um homem para uma mulher!
uma duvida, que não sai da minha cabeça!
uma constância que dizem que é para a vida inteira,
no final quero tudo que penso,
mais nunca posso ter tudo que quero,
nunca poderei descobrir a verdadeira verdade,
porque todos enciste em desfaça-la,
no final do final, quem é ela ou o que sou ?
Edilson . O . A . Rangel
Tudo que sou, tudo que não sou...
Devo a mim mesmo...
Assim, não devo lamentar o tempo que passou...
Nem andar por aí a esmo...
Achando que minha vida paralisou...
Devo assumir meu amadorismo...
E deixar de culpar a quem me ultrapassou!
Pedro Marcos
Quem és tu?
Sou o muito de uns, o nada de outros, mas o tudo de mim mesmo
Vou de encontro ao silêncio das coisas, mas fujo do silêncio das pessoas.
Abatimento e descrença são apenas rituais simbólicos que precedem as lutas que eu nunca perco.
Fui protagonista e coadjuvante no mesmo instante da mesma cena da mesma história.
Sou isso tudo e apesar disso, tudo isso não diz tudo o que sou.
(Parte II )
