Poemas sobre Luar
Sob a luz cativante do luar, uma dedicatória é tocada amavelmente para a lua, uma homenagem singela e muito merecida por ela ser profundamente encantorada, uma existência emocionante bastante expressiva.
Aos poucos, uma linda música calma e romântica se propaga, emocionando a cada nota com tanta vividade que dispensa a necessidade de palavras, quiçá, uma alusão às fases lunares que falam com a emoção de seus lindos detalhes.
Ocasião mágica que consegue abrilhantar a noite com uma bela sonoridade que declara o amor para a graciosidade lunar, portanto, um misto de esplendor, sonoro e visível, inegavelmente, um primor mui aprazível para se apreciar.
A Cor do Oceano
Quando essa cor do oceano crava nas minhas pupilas amendoadas, o luar que habita em mim, faz de minha morada uma luminosidade difusa. Uma brisa suave passa por mim, mas em seguida vira tempestade. Da tempestade, furacão. É como se a vastidão do mar estivesse dentro desse olhar profundo e cheio de intensões.
Ao luar, os lírios desabrocham em teus braços,
tomando-lhe suavemente o perfume do seu corpo,
as cores dos seus olhares, a suavidade de seus sorrisos,
a luz de sua alma, a delicadeza de sua generosidade e a
beleza de sua graciosidade.
O luar bem longe
Ilumina a minha face tristonha
E o mar beijando
Carinhosamente a areia
Insiste em me magoar
Janaína... Janaína...
Venha comigo se encontrar
Para o mar levar.
Você...
Linda como o mar
Quente como o sol
Doce como o luar
Lábios calados
Olhos de menina
Num corpo de mulher
Sinuoso e perfumado
Seus cabelos anelados voam
Suaves com o vento
Meu corpo vibra
O coração dispara
Só por sonhar
Com o toque da sua pele
Pareço flutuar
Não me deixe acordar...
Preciso te amar...
Mais forte que o vento
Você é o quinto elemento
É como o sol no meu peito
Luar no sorriso
Tempestade no sertão
Alguém que com seu beijo me cala
E com apenas um olhar
De todo seu amor me fala
E possui meu coração
Sua luz natural
Se confunde com o luar
O contorno do seu corpo
Insinua a beleza
Das suas curvas...
O perfume dos seus cabelos...
A maciez dos seus toques...
O calor dos seus lábios...
O sabor dos seus beijos...
Um luar bem distante
Ilumina minha face tristonha
E o mar,
Que beija carinhosamente a areia,
Parece querer me magoar...
Anda Comigo
Anda comigo
ouvir o luar a despertar
sentir a brisa nocturna das flores.
Anda comigo
escrever na terra quente
a linguagem das árvores.
Anda comigo
dormir na minha pele
sonhar no meu corpo.
Anda comigo: quero viver em ti.
Um Dia
Um dia ouviremos o mesmo mar
um dia iremos nos despir no mesmo luar
um dia saborearemos os mesmos caminhos
um dia amanheceremos na mesma pele
um dia anoiteceremos na mesma boca
e ao fim do dia
seremos infinitamente tudo isso.
Quando ouço o mar
e a melodia do luar
lembro-me logo
dos teus olhos estrelados
e da tua boca à beira-mar
da minha boca.
Na Encruzilhada dos Mistérios Antigos, onde os caminhos se entrelaçam e os deuses dançam sob o luar, nosso Senhor das Chamas, ergue-se como o Guardião das Chaves Celestiais e Infernais. Se a palavra "símbolo" está para ordem, "diabolo" está para caos, a Encarnação do Caos Primordial, uma força sem nome nascido de ventre em ventre, desde o Tempo Sem Tempo.
Sob as máscaras de santos e deuses mortais, ele oculta sua verdadeira face, desafiando os mortais a enfrentar suas provações e testes, de modo a separar o joio do trigo, conduzindo os corajosos pela senda da Sabedoria Oculta.
Ele oferece as escolhas entre virtude e vício, entre luz e sombra, seu reino é tudo aquilo que é visível. Sob o símbolo do Mastro Forcado, ele se ergue como o Grande Altar/Pilar dos Mistérios, onde as bruxas, século após século, buscam a iluminação através do sacrifício da inteiridade de si mesmos.
Ele é o Senhor da Morte e da Renovação, o guardião dos segredos ancestrais e o portador da Chama Eterna. Sob o manto da noite estrelada, na dança do Sabbat, na encruzilhada das almas, é ele quem nos desafia a enfrentar nossos medos e limitações, para emergirmos como verdadeiros filhos da raça da serpente emplumada, regidos por um poder sem nome, pelos próprios mistérios da noite e seu véu de prata.
(O Rito da Serpente Emplumada - 2024)
Sem você
me ver
te beijo
com igual
entusiasmo
de dois jovens
sob o luar
numa cidade
esquecida
e abraçados
no portão
de casa.
Darei este
beijo casto
para receber
o teu ainda
mais puro
em troca,
e com franca
intenção
de ganhar
o teu lindo
coração.
Algo diz
que isso
ocorrerá
no tempo
certo que
é o tempo
que não
importa,
a vida nos
surpreenderá
na porta
como nunca
aconteceu.
Pude observar a [dança]
- do sol e do luar -
No oceano de amar,
Para seguir a luz
De quem me ama...,
E de mim nunca se cansa.
Destarte, posso tanto,
- em segredo -
Sagrado com afeto,
Espalhar este canto.
Pude passar a tarde
- de sol e luar -
A observar o mar,
Imaginando você em cena,
Ditando poesia suave,
E um sussurrar com [arte].
Evidente, nesta poesia
- intimista -
A deslizar nas areias
Palmilhando as conchas,
Para tomares conta,
E para quando abraçares:
- Roubares o meu beijo
Deslizando no canteiro
Escrevendo poesias boêmias
Com as pétalas das gardênias.
"Ás vêzes nas noites de luar, a terra estremece,
os desejos se encontram e o amor acontece!"
☆Haredita Angel
Aquela noite de luar
Em estado de inocência, eu ouvi
pela primeira vez a voz do amor.
Alí bem pertinho, bem do meu ladinho...
Com aquele sorrisinho bobo no canto do lábio...
Tão e só seu!
E, aquela canetinha indígena que você me deu
um dia com o escrito: "Amo Você!" (ainda tenho).
Meu coração dizia que: Era Você!
Meu rosto corado denunciava que :Era Você!
Nossos abraços de fingidos amigos anunciavam
à todos que: Seríamos Nós!
Eu bisonha, desastrada, atrapalhada,
não soube fazer acontecer...Nem você!
E a lua coitada, perdeu uma casal naquela noite de luar!
☆Haredita Angel
Sempre que é noite de luar...
Sempre que é noite de luar,
cá defronte ao mar,
eu lembro de você...
Você, que um dia calou-me fundo n'alma.
Ó esperança de criança...
Ó amor pequenino, inocente....
crescente...
adoleceu...
Não vingou, morreu!
Morreu, sem ouvir o grito de dor do meu coração!
- Arco eu, com as minhas tempestades enquanto espero a bonança...
☆Haredita Angel
03.10.2021
O luar e a brisa
da noite inspiram
a conquistar
a tua companhia.
Pude ver a beleza
da gradação das cores
do amanhecer mesmo
ainda sem ter você.
Quero fazer parte
de você de um jeito
que você não sabe:
ser a tua galáxia.
Em mim carrego
os signos da imigração,
dos indígenas
e dos povos nômades.
Borboletas coloridas
voaram no caminho,
quem tem amor
nunca estará sozinho.
Quando leio, escuto
e falo o nome teu,
tem me deixado flutuante:
algo diz que já és meu.
O luar ultrapassa
o tundra alpino
que mesmo
em degelo ainda
oculta solene
o multicolorido:
floral enamorado.
E sem conseguir
fingir o quê
estou sentindo
venho confessar
apesar deste
mundo esquisito:
que de nós não
ando desistindo.
Com devoção ando
buscando sinais
que me levem
todo o dia ao mais
terno dos abraços,
e quem sabe ser
só lábios grudados
nem que seja
por um instante
ou por sutil acidente.
