Poemas sobre Dias
Quando um sonho acaba tudo perde o sentido. E os dias se tornam um pesadelo só pra te atormentar.
Quando um sonho acaba, a vida parece não fazer sentindo,
Tudo que você acreditava se perdeu também.
O sol se despede
Para aqueles dias pálidos
Enquanto estrelas vagam na tristeza
O amanhecer chega e se vai
E deixou suas almas sozinhas
Homens, com medo em seus olhos
Foram vencidos pela escuridão
- The Silent Winter
Vamos atravessar a névoa que obscurece nossos dias
E seguir o caminho do sol
Não tenha medo, acenda seu espírito
O amanhecer de nossas vidas começou
- We Are
Eu vejo você sorrindo todos os dias, seguindo em frente como se não me conhece-se...
Você está feliz é isso que importa...
Mas sinto sua falta, saudades de você sorrindo para mim... Acho que nunca mais vou vê isso...
O importante que está feliz
Eu sonho com a senhorita todos os dias
Em uma densa floresta
Com seu caderno escrito a mão
Escrito em vermelho sangue
Como a poça que eu deixo pra trás todos dos dias
Em um cômodo do meu apartamento que se encontrava branco
Hoje ele é vermelho
Em homenagem a linha escrita meu nome em seu caderno
Não esqueçam de ler as linhas pontilhadas, eles dizem.
“Sua hora não chegou, para de chamar minha atenção”
Eu incômodo até a própria morte...
Vou tentar não chama lá dessa vez...
“Sua hora chegou, vamos criança você aprendeu sua lição”
Era o que dizia aquela maldita linha pontilhada.
Há dias que tudo parece desmoronar, tudo que fazemos não gera um bom resultado... Há dias que parecem não terminar, o tic tac nos levam à lugares e momentos que não queríamos está. Apenas palavras sem sentido, e ideias vazias passeiam pela nossa mente exausta e sem vida!
Há dias que só preciso do sol de outono pra aquecer o que me congela por dentro... Há dias que só preciso do seu abraço pra me fazer feliz!
Mas apesar de tudo há dias...
Não perca a tua Fé
Dias cinzas... dias nublados... não te percas nas sombras do mundo. Não te esqueças de que, por trás das nuvens, o Sol continua a brilhar. Não te esqueças de que há um Deus sempre pronto pra em Seus braços te segurar.
Não te esqueças, não te percas, não percas a vida que só Jesus pode te dar. Esforça-te e espera com paciência... eleva teu olhar e deixa Jesus teus passos guiar.
Depois da noite escura sempre há uma alvorada a brilhar... não te esqueças.
Temo
Temo estes dias maus.
Temo o que traz pro porto todas as naus.
Temo o dia chuvoso.
Temo meu coração nervoso.
Se não há nada pra temer... crio.
Crio medos.
Crio noites insones.
Crio gritos ecoando.
Crio um rio por suas águas pro mais profundo mar me levando.
Essa saudade, que dor...
Que dias sem expectativas.
Foi-se seu tempo.
Esvaiu-se no ar como o perfume da flor.
E a vida continua normalmente a bailar.
Como se a morte não tenha acabado de te levar.
Triste.
Sigo.
Ou não...
Sei lá.
Acho que de agora em frente estarei sempre na contramão.
Uma incerteza audaz e intempestiva...
Por que insiste em me manter viva?
Já respirou minha alma a magia...
Já bateu meu coração de alegria.
Já brilharam meus olhos ao te ver...
Hoje me dedico a tentar te esquecer.
Um céu de outono que não se acaba mais.
Um medo do agora... e do que virá depois.
Dor na alma...
O ir e vir tão imperfeito.
Quem escreveu que as vidas deveriam ser desse jeito?
A minha fé
Estou com saudades dos dias de sol...
Estou com saudades do agora que trazia um depois com gosto de mel...
Estou com saudades do seu jeito contente...
Estou com saudades de respirar sem medo do ar que iria sorver...
Estou com saudades de andar por aí e tranquilamente pelo mundo me perder.
Estou com saudades da intensidade da vida.
Estou com saudades de não sentir ansiedade.
Estou com saudades daquele tempo das laranjeiras.
Estou com saudades do cheiro do café.
Estou com saudades do tempo em que o que mais me movia e me mantinha em pé era a minha fé.
Estou com saudades dos tempos em que não sentia saudades...
Estava tudo no lugar certo.
Estávamos todos tão pertos.
O amanhã sempre parecia tão certo.
Borrões do destino
Há dias em que eu sei tudo o que passa em mim.
Sei dizer sim.
Tudo é tão claro.
Minha mente é de uma lucidez tão lúcida que me fascina.
Há dias que tudo não passa de um enorme borrão.
Vivo a mais completa alucinação.
Sou apenas uma voz inaudita.
Presença maldita no meio da multidão.
Aos poucos viro pó.
E sigo, no meio da multidão, aos atropelos...
Completamente só.
Caminhos frios, decadentes, turvos.
Viro a esquina.
Do pó ressurjo.
Qual Fênix... me refaço de passo em passo.
Aos borrões do destino não me curvo.
Da vida
E é a vida a se tecer.
Fios que se entrelaçam.
Noites e dias que se sucedem.
Faz frio.
O vento sopra forte.
As folhas das árvores caem.
As flores florescem deslumbrantes por aí.
A estrada que se faz.
A vida se tece entre sinapses...
Um pensamento aqui.
Um pensamento lá... bem distante do aqui e agora.
A vida que se fez.
E a alma permanece perdida nos labirintos do ser...
ou do não ser.
Tanto faz. Tudo realmente tanto faz.
A vida se tece. Simplesmente acontece.
Amor novo, novo amor
Todos os dias aquele mesmo frescor de algo novo,
Amor novo, no princípio...
Amor tão familiar, tão íntimo, tão profundo... denso... tão vivo.
Amor tão forte – maior que a morte –, sem ele sequer vivo.
Uma sensação intensa, parte de mim, de algo que sou, dos retalhos espalhados que esse amor juntou... tudo se clarificou.
As cicatrizes, esse amor, todas abrandou.
Quisera ter uma caixinha...
Nela guardar com todo o cuidado meu coração
ou colocá-lo em uma redoma...
Seguro e livre da escuridão.
E, amor, nesse imenso caos... descaostizado... és tu um tudo… de tudo um pouco…
em tudo harmonizado.
Amor amado.
Protegido… completamente afastado deste mundo louco.
Um amor… que de tudo de bom me trouxe um pouco.
Pra você eu guardei
Pra você eu guardei
um amor inteiro
e nem notei...
Dias e noites chorei...
Me descabelei.
Um amor inteiro.
Um tiro certeiro.
Era pra ser de janeiro o janeiro.
Não chegou nem a fevereiro ;(
Prazer miserável
Há dias em que ele mergulha numa solidão miserável.
Não é justo o que este mundo injusto dele exige...
Ele merece mais, ele é tudo demais...
Por que tão pouco a vida de volta lhe traz!?
Fechado entre as quatro paredes do que é seu quarto,
Olha ao seu redor, nada do tudo que vê poderia ser pior...
A cama desarrumada...
... desdenhosa ri...
A cortina esvoaçante...
À meia luz...
A imagem que o seduz murmura provocante
Preso estás... só porque pro MEU prazer eu te prendi.
Dias amargos
Ligeireza.
Total falta de destreza.
Em meio ao mais completo caos…
Uma aceleração jamais interrompida.
Pausa.
Medo o futuro nos causa.
Limbo…
Um esperançoso aguardo…
Não quero mais dias amargos.
Pauso.
Recomeço.
Desfacelamento.
Viver é um eterno tormento.
Escrevo
Escrevo.
Escrevo pra sobreviver de noites mal dormidas.
Narro meus dias.
Narro-os pra não me esquecer das tristezas nem das alegrias.
Conto sobre mim.
Conto sobre os outros.
Conto que os amores não são poucos.
Descrevo.
Descrevo o que os meus olhos veem.
Descrevo porque não quero que nada se apague de minha memoria.
Tão solúvel.
E os dias passam.
Alguns lentamente demais.
Outros tão normais.
escrevo pra sobreviver…
sobreviver a essas águas que querem pra sempre me varrer do mapa.
Escrevo pra tornar visível ese fio da minha vida.
Escrevo pra destatuar a dor da minha alma.
Escrevo pois só a escrita me acalma.
Borboletas
Borboletas num sobrevoo…
Sobre as flores.
Desamores.
Desapegos.
Dias sem medo.
Solidão.
Dor no coração.
Um vento brando sopra…
A melancolia toma conta…
Tudo mudo no fim das contas.
Embaciada
Fé completa e descrença.
Causam em mim desavenças.
Estados de apatia... em dias de nostalgia.
Há dias em que tudo é tão límpido...
Céu de primavera, tudo é alegria...
Vibra meu coração.
Há dias em que a mente nubla.
Céu carregado de nuvens... nevoeiro,
bruma, cerração...
tudo ao meu redor se fecha na mais completa escuridão.
Ah! e esse estado de marasmo geral que me toma em certos dias!?
Vontade de o pau da barraca soprar...
Pendurar a chuteira...
Insensibilidade total...
Uma indiferença radical...
Não quero da cama nem levantar...
Sonolência e fraqueza extrema o dia inteiro em mim tomam lugar.
Fragmentos
Ofuscados e solitários
São os meus dias
Elucubro aqui
em como acabar com tão triste nostalgia.
Essa triste vida de alegoria.
Tudo não passou de fantasia?
Fantasia da minha cabeça louca?
Meus pensamentos… cacos, estilhaços... fragmentos.
Há pedaços de mim
espalhados por todo lugar.
Não sei quando essa aflição vai acabar.
Esse mar revolto
Esse dia em acinzentadas nuvens envolto.
Que tristeza mais triste no meu caminhar.
Não quero deixar o caos conta tomar.
Volta! Volta pros meus estilhaços se colarem no seu devido lugar.
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