Poemas sobre Ate breve Abraco
"Pode até ser que eu tenha jeito de camponês, mas eu sei reconhecer uma beleza rara quando vejo. E a sua me deixa sem jeito. Acho que estou me apaixonando, de verdade."
*A idade cronológica, até 12 anos, crianças e exigem cuidado e preocupação, além de investimento, de 13 a 24 adolescentes (estudo mais recentes), damos muito muito trabalho aos nossos pais , de 25 em diante adultos; ganhamos bens, companheiros, dinheiro etc. e finalmente após 60 anos, idosos, só perdemos: os pais, os bens e finalmente NÓS MESMO".
Não se engane com discursos bonitos. As palavras podem ser doces, ensaiadas, até convincentes... Mas são as atitudes que revelam quem alguém realmente é. Elas não mentem. Elas não se disfarçam. Elas mostram com clareza brutal o que o coração sente de verdade. Por isso, aprenda a escutar com os olhos, com a alma atenta e o coração esperto. Porque, no fim, quem te ama mostra. Quem quer, faz. E quem é de verdade, permanece. O resto… é só barulho. As palavras convencem, mas as atitudes revelam. Sempre observe.
"Escute o que as pessoas fazem. Não há nada mais barulhento do que as atitudes. Elas gritam o que as palavras tentam esconder. Escute com os olhos, porque o que se faz sempre fala mais alto do que o que se diz. No fim, o silêncio das ações fala mais alto que mil promessas."
A tudo o ser humano quer dimensionar, definir e explicar. Só que, até o momento, ele não percebeu que todas essas descobertas, definições e explicações sempre serão limitadas ao tamanho de sua ignorância. Nada a mais!
O amor pode até permanecer, mas quando o respeito, a admiração ou a paz se perdem, a presença deixa de ser abrigo e vira tormenta.Crescer é entender que, às vezes, amar não é motivo suficiente para ficar.Ainda existe carinho, talvez até amor… mas já não existe mais espaço.E está tudo bem.Porque crescer também é saber reconhecer quando algo não faz mais bem, mesmo que o coração insista.Crescer, às vezes, é ter a coragem de ir… mesmo amando.
“Você é a pessoa que mais sabe tudo o que enfrentou para chegar até aqui. Por isso, orgulhe-se de você!”
"Até quando vou me sentir assim? Até quando as lágrimas vão cair sem parar? Até quando a tristeza vai pesar no meu coração? Talvez a resposta seja até que eu permita que ela seja ouvida, até que eu encontre a coragem de falar sobre ela, até que eu descubra que não estou sozinho(a) e que há luz no fim do túnel."
A sorte pode até nos presentear com oportunidades, mas é a ação do indivíduo que molda o próprio destino.
Sua nota para ele: Eu achava que o amor era só dor, até aquele dia em que seu olhar me mostrou que havia um lugar seguro… em você. Mas o tempo… ah, o tempo. Ele revelou que até os olhares mais sinceros podem mudar. Que até quem parece abrigo pode, um dia, se tornar distância. Você se foi, e levou com você o meu conceito de segurança. Doeu, e como doeu. Mas foi da dor que a lição veio: o amor não é só o que o outro nos dá, mas o que ele nos ensina sobre nós mesmos. E você me ensinou que eu sou capaz de amar de verdade. Que eu mereço amor, que fique, que cure, que seja leve. Você foi o olhar que me mostrou que o amor existe. E a partida que me ensinou que, às vezes, ele não dura. Você se foi. Mas eu fiquei. E em meio à dor… eu floresci.
Porque, para quem não quer andar certo, encontrar falhas nos outros pode até trazer alegria pra alma, mas toda alegria errada é passageira.
Você pode até sacrificar sua "Rainha", mas nunca sacrificar o seu "Rei" porque se isso acontecer o jogo acaba, então cuide bem do seu "Rei".
Às vezes eu não sei até quando eu vou aguentar. Minha cabeça me tortura vertiginosamente. Meu coração parece ter mil toneladas o comprensando. Esse vazio que ressoa como uma música hipnotizando o ambiente. Música que não é mais que ruído. Eu estou me rasgando de dor. E ninguém se importa. Lágrimas negras escorrem no meu rosto e as pessoas fazem anedota. Eu estou doente, profundamente doente e não há ouvidos que me ouçam. Não há mãos que apertem a minha. Não há palavras. Não há ninguém. Apenas eu sozinha à noite me contorcendo de dor. Faço mil orações e me pergunto onde está Deus que parece não me ouvir. Transtorno bipolar. Duas palavras e um trator atropelando minha alma. De onde virá a ajuda. Estão todos envolvidos com seus lares. E meu lar, que é minha alma transborda como em uma enchente. Por que dar um fardo tão pesado para mim que sou tão frágil. Deus meu, que mora nas estrelas, abrande essa dor carnal. Tantas vezes eu tentei partir, mas continuo aqui como rocha. Eu sou frágil na superfície, mas sei quantas noites escuras eu superei. Peço um fôlego a mais. As vezes me pergunto porque sou tão resistente. Poderia partir leve como uma ave que some no céu. Partir como um peixe que se esconde em oceanos profundos. Sinto dor. Uma tristeza asfixiante. Mas só por hoje eu não vou partir. Beberei um copo d'água e dormirei. Em meio a meus pesadelos eu vou me contorcer. Ao acordar não vou querer me levantar. Mas levantarei, tomarei um café e pensarei que sobrevivi, sem nenhuma empatia alheia. Eu me olharei no espelho e pensarei em esquecer os tolos e os insensíveis. Eu resistirei e dessa terra só parto quando meu tempo acabar. Eu sou rocha, pedra de ribeirão. Eu suporto a dor, porque em mim mora um flor delicada, prestes a desabrochar.
