Poemas sobre Anjos
E o pensamento inconstante, em suas fases felizes, trouxe, enfim, um anjo sublime, de traços jamais desenhados e de um horizonte, assim, de um horizonte jamais poetizado, encontrei-me com um anjo de palavras fáceis mas de uma oração transcendental, que beleza inimaginável, o pensamento de Kant jamais desmentira tamanha magnitude, ressuscitaram poetas para descrevê-lo, lábios sussurraram músicas, o sublime, realmente, é intocável, as desoras fez-se nas alturas de um mar calmo uma brisa que te arrebenta em faíscas de ilusões que se unificam e por aí ficam, e se fez ondas e um silêncio ousado que uniu o céu e a terra e o anjo sublimou-se em um oceano desconhecido a espelhar o céu no zênite da imponência do universo de superfície a dentro , mergulhou, para que um dia almas vazias fossem contemplar o mar.
Se eu entoco o meu medo de passar/andar por essas ruas
Eu percebo bem na hora que o meu santo/anjo me ajuda
Estava eu me preparando para nascer, quando um lindo anjo se aproximou e me fez tal pergunta; que serás de ti quando então na terra, respondi quase sem pensar, serei poeta! O anjo me olhou, olhou e disse; Poeta! Tantas coisas, tens tantas oportunidades e tu serás um poeta. Sim, respondi num repente! Pois o Poeta é eterno, quando o corpo se decompõe, ainda ficará latente seus escritos, e só morrerá completamente quando ninguém mais o ler...
(Zildo de Oliveira Barros) 14/11/15
Estava eu me preparando para nascer, quando um lindo anjo se aproximou e me fez tal pergunta; que serás de ti quando então na terra, respondi quase sem pensar, serei poeta! O anjo me olhou, olhou e disse; Poeta! Tantas coisas, tens tantas oportunidades e tu serás um poeta. Sim, respondi num repente! Pois o Poeta é eterno, quando o corpo se decompõe, ainda ficará latente seus escritos, e só morrerá completamente quando ninguém mais o ler...
(Zildo de Oliveira Barros) 14/11/15
Naquele tempo em uma singela casa na cidade de Nazaré, um anjo apareceu para uma Virgem, a mais linda e pura jovem, para lhe dar uma missão e dizer-lhe que Deus a abraçava e lhe acolhia para ser a mãe do Salvador. Naturalmente veio o susto, pois aquela jovem se quer tinha marido e ficou com receio no que iriam dizer dela, mas o anjo lhe disse que não tivesse medo que ela seria a mãe do Salvador. Dessa forma ela nos deu o Messias, tornou-se “a Mãe do meu Senhor” (Lc 1, 43) como a chamou Isabel. Deste dia em diante, nós a abraçamos “Mãe de Deus”, a mais alta dignidade que pode ser exaltada a criatura humana e nós carinhosamente a “adotamos” a sermos os seus filhos.
Eu sabia que no mundo existia uma mulher linda como a beleza do meu anjo com o coração que só por mim palpita de amor, amor em expansão eterna, uma mulher que faz calar as máguas do seu peito com imagens do meu eu feliz.
Ela é um anjo em forma do céu, amar suas curvas, são ventos que me afagam, em sussurros submersos no espaço, no plano geo-estacionário, clamo, para ao meu resgate você vir, sem manto, sem água, você vir acolher-me numa sombrinha com as minhas feridas de graus diferentes na profundeza da alma, vem sem magoas, sem alardes, sem recordações, vamos construir os novos momentos que fazem nós dois.
Eu queria ser um anjo, para ter asas e voar; nos sonhos estar, a você olhar, por sobre as águas andar, para te encontrar.
A mão que ajuda não é a mesma que te apoia... O Anjo da Misericórdia transforma escuridão em Luz Eterna.
Quando se tornou anjo, voou para o infinito sem fim. Em homenagem a suas asas a chuva visitou meus olhos.
Anjo meu ...abro mão do que sempre foi meu ...Me encaixo no mundo seu ...Vou ser seu talismã e oração ...Ser seu tempo sua busca ...Ser todo seu encanto...Viver esse amor sem pontos ...Te quero aqui nas e nas estrelas...ter nossos destinos entrelaçados...E com o vento ganhar asas e voar...Filhos do Amor... Guerreiros da Paz... Amantes do fogo ....
Se um anjo de olhos claros, cabelos dourados e encaracolados, com um olhar meigo e lábios úmidos de infância, descesse à Terra e me concedesse um único e derradeiro pedido, para que eu possa viver que por medo não vivi ou para que eu possa corrigir o que por mim foi vivido, se uma última chance me fosse dada por esse anjo que possui o olhar de quem indaga e a boca de quem não responde, se uma última chance me fosse dada, eu não iria desejar não morrer, iria apenas desejar não ter nascido, para nunca em momento algum sentir falta do que já passou ou muito menos sentir falta do que nunca existiu.
E ela, sendo anjo, amava a lua. E ele a amava. Não havendo solução, ele tornou-se sol para poder contempla-lá durante o dia e dar à lua a luz necessária para que seja amada.
O que me inquieta é sendo Deus sabedor de todas as coisas e todo poderoso; criar um anjo predisposto ao pecado.
(Nepom Ridna)
